pSiCoLoGiAs dA TrEtA

::muita gente que eu conheço tem a mania de me pedir conselhos - gajas, na sua maioria. por isso decidi fazer um Blog. assim nasceu "isto"::é uma espécie de diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::

domingo, 25 de Outubro de 2009

What da Hell happened to Frederico, padre Frederico?

Ainda a propósito de religiões, Igrejas, hipocrisias, crenças, Deus que é designado por filho da pê, etc e tal, li isto no DN e lembrei-me do equivalente tuga, de seu nome Frederico. Mais aqui.




Falência de diocese adia o julgamento de padres pedófilos

O bispo de Wilmington declarou a bancarrota para evitar a indemnização exigida pelas vítimas. Advogado diz que a Igreja está a esconder a verdade


Ainda não foi desta que Francis de Luca, padre católico americano, respondeu pelos seus pecados em tribunal. O mediático julgamento por abusos sexuais de menores nos EUA estava agendado para ontem, mas foi adiado após a sua diocese declarar bancarrota.


A diocese de Wilmington, no Delaware, avançou com a declaração de falência no último momento – tarde de domingo – quando se tornou claro que ia ser condenada a pagar indemnizações chorudas às vítimas. A decisão adiou automaticamente o julgamento do primeiro dos oito casos de abuso sexual que comprometem De Luca.“

 


Resta saber qual dos dois tem maior direito à cidadania portuguesa: se o padre Frederico, se José Saramago... hmmmm.....



Lesões

sábado, 24 de Outubro de 2009

"Filho da Pê"

Depois de ver isto, a minha simpatia por Saramago cresceu mais um pouco. E porquê? Porque no seu lugar eu não o teria feito, esta defesa frente às câmaras, frente a um teólogo que por acaso é padre. Pelo menos, na defesa da sua causa, na defesa da sua argumentação (que não tinha de dar), na defesa de um tipo de Liberdade que se perde por terras lusas. Há quem defenda que o homem deveria renunciar à nacionalidade portuguesa. Pergunto eu: o que é que a nacionalidade tem a ver com a crença ou a não-crença num Deus? O que é que este Deus da Igreja Católica Apostólica Romana nos torna mais ou menos portugueses?

Tive de ouvir três vezes para me certificar que o padre disse mesmo "filho da pê" (7'22'') ao invés de dizer "filho da puta". Parecia um puto a fazer queixinhas à professora "ó stôra, aquele menino chamou-me filho da pê"... que triste, isto tudo.

A pergunta do Mário Crespo também é linda:"para quem escreve?" Eu sou ateia e não leio. Não percebi a pergunta. E por mim, era espanhola ou sueca já amanhã, com este tipo de coisas que vejo neste país.




P.S.:Aproveito para dizer que este Natal vou comprar o último do José Rodrigues dos Santos. É de homem, falar mal do Islão! Perder tempo com padres da Igreja Católica é coisa de meninos.
P.S.2: Será que o saramago escreveu mesmo FILHO DA PÊ?!? Afinal é melhor ir comprar o livro...
P.S.3: Gabo a pachorra a Saramago para "esmiuçar" a Bíblia.
P.S.4: Com tanta pocaria que vai no mundo, Deus afinal não é MAU, é um gajo "porreiro pá"!
P.S.5: A Bíblia não é para ser lido no sentido literal, mas simbólico ou metafórico (à excepção das partes que a Igreja considera, sei lá, "imorais", como a homossexualidade, por exemplo, pois a Bíblia criou Adão e Eva e tal e não há cá nada disso de gays) ou como o "checxo com prejerbatibu" que a Igreja condena.
P.S.6: Caim para mim é daquelas coisas que me lembra sempre um cão a ganir.
P.S.7: Eu desisti há muito tempo de tentar entender a Igreja, ou a Bíblia, ou os ensinamentos do catolicismo, porque tal como Saramago, não tenho fé, não acredito em Deus. Prefiro acreditar no Pai Natal.
P.S.8: Momento alto ao minuto 33 e 2 segundos (acho que era Deus que queria falar com o padre Carreira das Neves) quando Saramago NO SEU MELHOR, provocador e incendiário, afirma que a Igreja não entende nada de Deus.
P.S.9: Saramago diz que é "falso como Judas" que algum dia tenha dito que etc etc e tal... ehehehe
P.S.10: Saramago está mais bem conservado aos 86 anos, do que a Maitê Proença aos 51.

Imagem do dia (e hoje muda a hora)




Que hecho yo para merecer esto?

Não, Los Abrazos Rotos não é um mau filme. Pedro Almodóvar é incapaz de fazer maus filmes, em oposição à merda que supostamente me venderam como "filme" a semana passada, na mesma sala de cinema, assinada por Joaquim Leitão "A Esperança Está Onde Menos Se Espera". Pelos vistos, a Esperança vive na Cova da Moura, até mesmo para famílias desfeitas que vivem no Estoril, mas que acabam a estudar na Amadora ou a candidatar-se ao emprego no CEFP de Benfica. Mães que deixam filhos de quinze anos com beijinhos a meio da noite e vão para Angola, rusgas à Monty Python Amadora fora, um pai deprimido cuja barba deprimida cresce da manhã para o dia seguinte tipo barba do pai Natal, puto que só é assaltado uma vez na escola, etc etc é tanta asneira, é mais um filme tuga que não vale nada. Não me falem mal do João César Monteiro nem do Manoel de Oliveira, que esses ao menos têm qualidade. Clichés atrás de clichés. Só faltou uma Soraia Chaves com as mamas de fora. Ou outra qualquer. Enfim, não interessa mesmo nada, não há nada a fazer, adiante. Hoje é de espanhóis que falo.

Eu adoro Almodóvar. O Almodóvar feito de sangue, de vermelho, de facas e alguidar, de dramas, de comédia (as tragicomédias), de muitas lágrimas, de muitas mulheres, de sexo despudorado, de dedos na ferida, das máscaras mil das personagens, dos segredos cabeludos, de situações do quotidiano travestidas, da subversão que só ele sabe, e como sabe, e que ao que parece, se esqueceu. Pelo menos, tem andado muito apagado. As alusões a um certo cinema dito sério andam por ali, há uma Cat Power pelo meio (e eu amo Cat Power), mas que num filme de P.A. fica desfasado com o resto, como se o calor de Madrid ou a aridez de Lanzarote não pedisse menos que uma voz latina e sangue, muito sangue. Penélope convence, mas é a única, e convence mal no papel de imitadora de Hepburn, essa grande, grande diva. A personagem tresanda a mau aspecto, heroin chic, pele mal tratada, maquilhagem a mais. Começa a cheirar mal a cena toda da musa, estou um bocadinho farta da Penélope de Almodóvar, preferi a Penélope de Woody Allen.

Gostei particularmente do cheirinho a velho Almodóvar no final do filme, uma espécie de remake de Mujeres Al Borde de Un Ataque de Nervios. Foi o que nos despertou literalmente a todos, uma chicotada à laia de gozo do próprio Almodóvar, como que a dizer-nos que não se esqueceu do que foi, mas que está a ficar velho para estas andanças. No fundo, deve ser isto envelhecer sem graça.










A seguir, a crítica que melhor traduz o estado de espírito com que saí da sala de cinema.


LOS ABRAZOS ROTOS

Dirección: Pedro Almodóvar.
Intérpretes: Penélope Cruz, Lluís Homar, José Luis Gómez, Blanca Portillo, Tamar Novas, Ángela Molina, Lola Dueñas.
Género: melodrama. España, 2009. Duración: 126 minutos.





Con nula perspicacia e irremediable antipatía pensé ante los primeros largometrajes de Pedro Almodóvar, tan celebrados entonces y añorados ahora por tantos espectadores que se declaraban seducidos por la frescura, la irreverencia, la modernidad, el humor, el posibilismo, la originalidad y el estilo del gurú de aquella cueva de impostura con pretensiones artísticas y lúdicas denominada movida, que la pasión que despertaba su cine entre la vanguardia obedecía a esa cosa tan provisional y epidérmica llamada moda, que sus hilarantes chapuzas fílmicas retratando a una fauna estratégicamente pintoresca y autoconvencida de que los tiempos estaban cambiando serían flor de un día.

Prejuicioso y maniqueo, me costó admitir ante la magnífica ¿Qué he hecho yo para merecer esto? que este hombre estaba dotado de un notable talento expresivo, una pasmosa facilidad para introducir el surrealismo en personajes y situaciones cotidianas, para reproducir con tanta gracia como desgarro la realidad, para plasmar el argot de la calle y el ritmo de la vida, para crear una tipología de seres humanos y de historias tragicómicas con el sello de su universo.



También era evidente que su certidumbre de que era un artista estaba afianzada, que su lenguaje, su tono y sus obsesiones conectaban con una masa notable, con la élite y con los intelectuales, los snobs y los experimentalistas, el diseño y las tendencias. Igualmente desarrolló, como Warhol y Dalí, un sentido impresionante de la autopromoción, de vender inmejorablemente y a nivel internacional hasta el mínimo suspiro que exhala su irresistible personalidad.



Consecuentemente, su cine jamás ha conocido el fracaso comercial, el público se siente en el placer o en la obligación de pasar por la taquilla, independientemente de que salten en estado orgásmico o echando espuma por la boca, su prestigio es absoluto en cualquier lugar del mundo supuestamente civilizado, rodeado de halagos y de esa atención masiva que él sabe crear y que pueden elevar el narcisismo a límites de frenopático, trascendente y progresivamente barroco, consciente hasta la náusea de que cualquier cosa que lleve su firma es un acontecimiento cultural y sociológico.



Y en ese prolífico e hiperpublicitado camino hay aciertos espectaculares como los de esa comedia modélica titulada Mujeres al borde de un ataque de nervios o el sentimiento en carne viva de Átame, momentos y secuencias en las que la inteligencia, la sensibilidad, la audacia, el sentido crítico y la mordacidad de este hombre alcanzan el esplendor en la hierba. Y también bastantes y enfáticos disparates, pretenciosas reflexiones, cine tan hinchado como hueco, vampirismo estratégico de todo lo que su olfato intuya que está de moda en el mercado artístico, tormentos y emociones de plástico aunque pretendan ir lujosamente vestidas, control absoluto en la gestación y el lanzamiento de sus criaturas, la molesta sensación de que hay demasiado cálculo en su permanente ambición de crear arte trascendente. Hablo en primera persona, por supuesto. La expectación que desata su cine, los infinitos premios, el boato que rodea a su obra, la condición que le adjudican de cineasta profundo e inimitable pueden rebatir en cantidad y calidad mis innegociables opiniones respecto a este frecuente y magistral vendedor de humo.



Y a veces te sorprende gratamente. Después de aquella insufrible, cursi y seudolírica oda al violador enamorado en Hable con ella y del retorcimiento espeso y sin gracia de los traumas y los fantasmas de infancia en la grotesca La mala educación, Almodovar habló con brillantez, complejidad, fluidez, dramatismo, encanto, de seres y sentimientos que conoce en la espléndida Volver.



Y en función de su anterior película, me asomo a Los abrazos rotos con esperanza, intentando no volverme majara con el alud promocional que están montando el genio de La Mancha y su oscarizada musa, con la certeza de que me voy a encontrar el careto de ambos hasta en la sopa. Se supone que es un intenso tratado sobre la pasión, la pérdida, el recuerdo y la supervivencia. Hay un guionista ciego que alguna vez vio y fue director de cine. Su dolor parece resignado. Le cuidan una eficiente señora y su discotequero hijo. Inicialmente no te provocan demasiado interés, aunque deduces que hay pasado borrascoso, misterios por aclarar, que Godot va a aparecer. La temperatura emocional es tibia, ni lo que dicen ni lo que hacen presagian que el pasado de esta gente te vaya a remover.



Y aparece la femme fatale. Se lía con un tiburón que para no perderla pretende consumar los sueños de ella, hacerla estrella de cine con un director de primera clase. Pero llega el amor en medio del arte, y los cuernos y la atroz venganza del despechado e implacable villano. Y sigo como un témpano, no dando crédito a los forzados diálogos que escucho, sin que me salpique lo más mínimo el supuesto volcán que está acorralando a los amantes, ni las doloridas y metafísicas reflexiones sobre las heridas irreparables del creador cuando manipulan y alteran el montaje de esa obra amada en la que ha volcado su alma.



Hay infinitas referencias y homenajes a varios clásicos del cine para que captemos el compartido y penetrante mensaje sobre la creatividad que plantean Almodóvar y sus colegas del alma. Y los sentimientos pretenden estar en carne viva, pero como si ves llover. Y lo que observas y lo que oyes te suena a satisfecho onanismo mental. Y no te crees nada, aunque el envoltorio del vacío intente ser solemne y de diseño. Y los intérpretes están inanes o lamentables. La única sensación que permanece de principio a fin es la del tedio. Y dices: todo esto, ¿para qué?

por Carlos Boyero
Crítico de cine y columnista de EL PAÍS.

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Descubra as diferenças XVII







No mínimo a comparação pode ser algo perturbadora, mas não pretende chocar ninguém. Chego à conclusão de que vivemos num país de gente que se choca com enorme facilidade.
Claro que mantenho a opinião dada aqui há uns dias no Blog: a Maitê é uma tonta qualquer armada em engraçada e que foi estupidamente infeliz porque OK pá, já percebemos que estava a brincar, mas humor rasca, sem piada nenhuma, faz rir quem? Cuspir para uma fonte, tipo actriz hardcore? Mas porquê?
Sim, a petição que fizeram foi um exagero, toda a reacção foi um exagero, e se ela esteve mal no que fez (porque esteve) as pessoas que reagiram (com efeito retardador) só conseguiram dar importância a uma coisa que não tem importância nenhuma. Eu quero lá saber se ela pede desculpas ou não, tenho mais que fazer! Não assinei petição nenhuma nem assinaria!
Continuo a achar que o único brasileiro que vale a pena é o Reynaldo e o resto é conversa.

Agora, o Saramago.
Valha-me Deus (se eu acreditasse em Deus, que não acredito).
O Saramago diz mais umas quantas "opiniões à Saramago" e vem logo a comunidade cair em cima do pobre coitado. Para mim, é técnica de marketing, que isto de ser Nobel é muito giro, mas não paga as contas e o homem gosta de ser polémico.
Toda a gente critica o homem, mas duvido que poucos tenham lido "Caim", o livro que está na base de toda a polémica, logo ele tem de fazer barulho, mexer, arranjar publicidade gratuita. Isso, ou está a ficar meio chéché...
Que seria de nós sem um Saramago do contra?
Brincadeiras à parte, tudo isto se resume a muito pouco: os portugueses, no geral, são um bocado totós e gostam de fazer ondas, mas é só com o que não interessa nada. Ficam ofendidos com muito pouco. O pior é que nem eles próprios (os portugueses que se ofendem) sabem muito bem porquê, pois é um povo com fracas convicções, seja em que matéria fôr. Com a rara excepção do futebol, claro.

Já o Herman dizia que "as opiniões são como as vaginas..." lembram-se?, e cada um tem o direito à sua (opinião).
Mesmo não morrendo de amores pelo homem, reconheço-lhe o direito à opinião, que por sinal é semelhante à minha.

Os outros têm o direito à sua fé e haja quem tenha o direito a não tê-la. Já agora, a expressá-la.



terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Os Sótãos Furados ou Crónica da Minha Infância

Gostava de ter mais tempo para escrever mais, aqui no Blog.
Gostava de não ter de escrever apenas quando estou doente (como hoje), ou quando tiro um bocadinho a meio do dia ou da tarde, no trabalho, para ler Blogs dos quais tenho saudades.
Gostava que houvesse mais qualquer coisa que não o portátil e os Blogs (os livros e os filmes dão-me sono) para fazer quando estou doente, porque caio sempre na asneira de escrever coisas como a que vou escrever, coisas que me levam a mundos já perdidos, e que me dão ideias meio parvas como esta: encontrar um livro.

Nunca vos aconteceu estarem na casa-de-banho (ou noutro sítio qualquer, a mim por acaso é na casa-de-banho) e lembrarem-se de algo ou de alguém que não vêem há muito tempo, e que a Internet se calhar até era um bom meio para alcançarem esse fim, o de encontrarem o que pretendem encontrar? Pois, a última vez que o fiz, foi por causa da minha pasta de estudante, a qual perdi há já uns bons pares de anos, e resolvi escrever um mail a todos os meus contactos, com a descrição da dita pasta. Era uma boa pasta, uma pasta respeitável, que teria lá dentro rascunhos de cartas de amor (muitas, mesmo, e triste e patética e irremediavelmente a vários destinatários), listas de supermercado e restos de pastilhas elásticas que sempre aceito mas não mastigo porque não gosto de pastilhas elásticas. Para além disso, postais velhos, algumas fotocópias e as fitas assinadas. Só uma estúpida como eu perde a pasta de estudante e só uma estúpida como eu escreve um mail a descrever a pasta que perdeu. Conclusão: fui gozada por muito boa gente (os tais "amigos") e fiquei na mesma, ou seja, sem pasta.

Hoje, com a doença, uma tarde inteira disponível, por minha conta, sozinha em casa, bateu-me esta espécie de nostalgia. Como sou uma perfeita anormal da info-exclusão e percebo pouco ou nada de computadores ou de encontrar alguma coisa pela net, na vaga esperança de que a cara-metade me pudesse fazer uma surpresa pelo Natal (pois percebe mais disto do que de outra coisa qualquer), falei-lhe no meu livro preferido de SEMPRE, que li vezes sem conta: Os Sótãos Furados.




Devo ter lido este livro umas quatro ou cinco vezes, e confesso não me lembrar muito bem de como foi a mítica "primeira vez". Sempre que saía da escola, lá ía eu à Biblioteca Municipal da cidade, escolher um ou outro livro para ler, ou na própria biblioteca, ou requisitava para ler em casa. Actualmente a biblioteca já não existe como biblioteca, mas como Arquivo Histórico. Devo tê-lo escolhido, no alto da minha sapiência de sete ou oito anos, pela capa, pelas cores da capa, que continuo a achar deliciosa. A história consiste, basicamente, em dois irmãos que vivem num bairro e que se costumam refugiar no sótão do seu prédio. Um dia, acontece um acidente qualquer em que furam o sótão do prédio vizinho e fazem um amigo. Algum tempo depois, as crianças acabam por furar todos os sótãos daquele bairro, perfazendo um grupo inesquecível. No fim de todos os sótãos, está uma surpresa e um amigo muito especial.
Ora isto em meados de anos oitenta, para uma miúda de uma cidade pequena, que vive numa zona em que existem muitos sótãos, era obra! A imaginação fértil da pequena Ana levava-a para um sótão em que possivelmente iria descobrir uma amiga nova ou um grupinho de novos amiguinhos. Mesmo à noite, no meio dos barulhos da noite, das árvores, do vento, da chuva, dos pássaros, lá ía eu para um sótão que acabou por sempre se tornar o meu melhor amigo, o meu confidente, onde escrevia o meu diário (sempre tive diários, muito antes de haver blogs), onde escrevia poemas, onde desenhava, onde pintava, onde cheguei a riscar o chão todo com lápis de cera e tapei a obra-prima com um tapete. Este sótão sempre foi o "meu mundo", um lugar mágico onde os meus pais raras vezes subiam. Curiosamente, o sótão continua a ser meu, mesmo já não vivendo em casa dos meus pais. É lá que mais gosto de estar, é lá que ainda tenho quase todas as telas, todas as fotografias, todos os desenhos e todos os diários, o meu cavalete, o meu estirador, as minhas memórias de infância, a minha velhinha aparelhagem.

Talvez por isso, este livro é parte de mim, o livro que mais vezes li em toda a minha vida. Nem sei quem é a sua autora, mas a ela agradeço parte do meu imaginário infantil. Talvez sem este livro, o meu sótão não fosse ainda tão MEU.


Para quem quiser saber, seria uma excelente prenda de Natal.


P.S.: eu avisei que o post era meio idiota. lol


A melhor série de sempre desde House M.D.: Dexter





Para começar, tem o melhor genérico de sempre.
A seguir, tem uma fotografia de EXCELENTE qualidade. Impecável.
É de uma cadência saudável e ritmada, ou seja, é convidativa a ser desfrutada com calma, com tempo. Dexter dá-nos tempo suficiente para pensar no que estamos a ver, e cada temporada é um todo bem marcado. Existe um objectivo, existe um propósito, nada é deixado ao acaso. Nota-se que é uma série feita com algum "amor". Não existem peças soltas, não existe desleixo, é metódica, tal como a personagem.

Tem uma particularidade única em relação a outras séries: é subversiva, ainda que não declaradamente. Sim, a personagem de House também é subversiva, mas pensemos bem: existirá algum médico com a genialidade de House? Existirá alguém assim tão brilhante, e ao mesmo tempo tão cheio de peculiaridades, tão desprezível como House? Existirá algum médico anti-herói, de ego tão grande a ponto de se comparar a Deus, que afirme que faz o que faz apenas pela ciência? Eu acho que não. Aliás, tenho quase a certeza. É irreal, e ao fim de algum tempo, aquela personagem cansa um pouco. Confesso-me cansada de House. Mesmo depois de sair da ala psiquiátrica do Hospital. Mas basta de House, foquemo-nos em Dexter. Uma personagem que desejamos não existir, mas que ao mesmo tempo desejamos que existisse. No fim, alguém que sabemos poder existir, mas bem longe de nós. Confunde-nos. Afinal, quem é Dexter Morgan? Um analista forense, um perito em sangue, no tratamento de crimes passionais (ou não), alguém que sabe o efeito de um salpico de sangue de uma perna quando retalhado por uma lâmina ou uma moto-serra eléctrica, alguém que sabe o quão terrível pode ser a mente criminosa, ou não tivesse ele... uma mente criminosa. Sim, é um psicopata que nos faz ter simpatia por um psicopata, daí a subversão. Simpatia, sim, simpatia a sério, gostamos dele, achamo-lo um justiceiro, alguém de quem teríamos medo, se não conhecêssemos a sua história. Porquê um justiceiro? O rótulo é-se-lhe colado pela nossa sempre presente necessidade de justificar tudo o que é mau, e que queremos fazer parecer bom. Dexter mata, mas não à toa: ele mata criminosos, ele limpa Miami dos homicidas que fugiram à Justiça, ele corrige os erros que o Sistema não conseguiu eliminar da sociedade. A verdade é que existe uma verdade por trás do código de conduta de Dexter: ele tem realmente uma necessidade de matar. Ponto. Um serial killer, como aqueles que vemos noutras séries (Criminal Minds ou Profiler) e que não nos detemos a achar que são doentes mentais, peças dispensáveis na sociedade.

Esta série centra-se no pensamento da personagem principal; a toda a hora ouvimo-lo, os seus desejos, os seus medos (um serial killer tem muitos medos), os seus demónios, estamos dentro da sua cabeça e antecipamo-lo nas acções (às vezes, não de todo!) e, por fim, justificamos o hediondo que Dexter consegue ser. Não há termos científicos caros, não há teorias estranhas, não existe estranheza, tudo é estranhamente "normal" em Dexter. Podia até mesmo ser o vizinho simpático que nos carrega o saco de compras ou o colega de trabalho simpático que nos abre a porta com delicadeza, alguém que consegue ser agradável, educado, que nos dá os bons dias, alguém que luta por ser "normal", mas que em nada é "normal". Cada detalhe, cada pormenor, cada hora do seu dia, cada gesto e cada "sentimento" por cada pessoa que da sua vida faz parte, tudo é forjado, tudo é calculado e ensaiado. Tudo, mas mesmo tudo, em prol de proteger a única coisa que o faz vibrar e viver: matar.


O Sapatilhas não tem convicções políticas (nem bom gosto para comprar sapatos)



A pergunta impõe-se: mas que merda de sapatos são estes?!?!?
É que até em 1986, já se tinha alguma noção de estilo, não?? De fato e gravata com ténis?? Destes??
É o típico provinciano caído nas lojinhas chic da Avenida da Liberdade, como forma de se afirmar. Eu não sou de julgar as pessoas pelo aspecto, e se fosse outro qualquer, não faria post disto, mas este gajo merece.

Segue-se o artigo de Mário Crespo.
Eu assino por baixo.



É invulgar (provavelmente é inédito) um governo tentar iniciar o seu mandato propondo coligações a toda a Oposição. A todos. Em conjunto. Não achar isto absurdo é consentir em passar a um José Sócrates, que agora é não só socialista mas também social-democrata, cristão-democrata, marxista e trotskista uma autorização legislativa para decretar o fim da política. E o fim da política é o início da ditadura.

Esta não foi uma proposta de diálogos. Foi uma cilada de silêncios futuros. Foi tentar o fim do contraditório sob uma capa de mansidão ecuménica anestesiante. Ao atrever-se a propor isto, Sócrates mostrou que para ele a ideologia e a doutrina, se alguma vez existiram, agora acabaram. Tanto lhe faz governar com Bloco de Esquerda ou com CDS-PP. Separados ou ao mesmo tempo. Abriu-se a tudo. O que lhe interessa é estar onde está. A todo o custo. Indo procurar governabilidade serôdia nos offshores das artimanhas políticas e nas zonas francas da incoerência. Mas os portugueses não escolherem o seu regime nos saldos num Freeport de conveniências políticas.

A democracia portuguesa não pode ser uma zona franca de oportunismos baratos. Quem votou PCP não quer ser governado por Manuela Ferreira Leite através de Sócrates. Quem votou Paulo Portas é porque não quer Francisco Louçã a marcar (ainda mais) a agenda do Partido Socialista. Achar que faz algum sentido propor simultaneamente a Francisco Louçã e a Paulo Portas uma parceria governativa é aceitar-se que a democracia, tal como a entendemos e definimos na Constituição da República, deixa de ter qualquer significado. Sócrates, nesta pestanejante dança nupcial em redor de todos os partidos, propôs uma extraordinária rebaldaria a cinco que choca os mais imaginativos e tolerantes libertinos. Isto seria uma versão em opereta política das Noivas de Santo António. Achar natural que o secretário-geral do Partido Socialista queira coligar-se ao mesmo tempo com Jerónimo de Sousa e Manuela Ferreira Leite é aceitar o fim da Segunda República e resignarmo-nos ao advento da Era do Híbrido.

A natureza há milénios que nos alerta para a infertilidade dos híbridos. Este monstruoso eunuco ideológico acrítico e abúlico que Sócrates queria como modelo para Portugal no Século XXI, se tivesse sido aceite, negaria tudo aquilo em que assenta a nossa liberdade e a nossa identidade. Abdicaríamos, de facto e de jure, da existência política. Felizmente, o país não se esgota em Sócrates. O resto dos líderes eleitos mandaram-no dar uma volta e passar mais pela Assembleia da República porque, quer ele queira quer não, o povo ainda é quem mais ordena.

Para memória futura, é importante reter que esta proposta de Sócrates denota uma disposição para continuar a deriva totalitária das autorizações legislativas passadas em branco que tiveram como resultado tapar a margem do Tejo com contentores, silenciar as vozes críticas nos média, lançar o caos entre professores e magistrados e pôr portugueses a nascer em Espanha. Também para memória futura convém deixar esta pergunta no ar: que seria deste Portugal sem chefia do Estado se toda a Assembleia da República tivesse caído no enlace maldito que Sócrates tentou?

in Jornal de Notícias on-line
19-10-2009
Por: Mário Crespo

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Maitê e os portugueses de Portugal

Há uma explicação bastante razoável para as piadinhas e anedotas e toda a estranheza que os brasileiros têm relativamente aos portugueses. Eles não percebem, a Maitê não percebe, e talvez algum passe por aqui e possa ler a explicação que tenho para lhes dar: os portugueses, de uma forma geral, acham os brasileiros BURROS que nem um penedo, calhaus com olhos, e não gostam de brasileiros. Sim, nós não gostamos de brasileiros. No máximo, gozamos um bocadinho na cara deles, imitamos (e bem) aquela pronúncia de índio mal domesticado(já o contrário não se aplica, um brasileiro a imitar um português parece que tem um garfo enfiado no cu),e no máximo, no máximo, tratamo-los com algum desdém. Ou seja, tratamo-los mal.

As brasileiras, para além da fama que as precede como mulheres detentoras da profissão mais velha desde que o Mundo é Mundo (perguntem às mães de Bragança), quando não são mulheres de virtude fácil, são esteticistas que fazem serviços mal feitos e ainda acham que falar mal duma esteticista portuguesa a uma cliente portuguesa dá-lhes clientela. DUUHHHH!!!! Os brasileiros (homens) quando não são maus dentistas, servem nos restaurantes, lojas, bares, etc, todo o tipo de serviços em Portugal, e têm uma conversa de tanga, e acham-se os maiores. A esmagadora maioria dos brasileiros que andam por cá são feios que nem a noite dos trovões.

Portanto, o amor/ódio não se coloca sequer. Não odiamos os brasileiros, apenas os achamos irritantes e assim a dar para o burro (vá, intelectualmente incapaz). Toda a polémica em redor do tal vídeo da Maitê Proença, na minha óptica, não tem grande significado. Desconheço se a senhora é de virtude fácil, mas não deve grande coisa à inteligência. Caso contrário, não se deixaria filmar a cuspir para dentro duma fonte, qual atrasada mental, certo? Aquilo diz mais sobre ela própria, como pessoa, do que sobre os portugueses. Tal como os seus congéneres, parece apenas mais um calhau com olhos. Para além de que está velha. E feia. Aquele cabelo, viram? Que pindérica. Não se chateiem. Não vale a pena.

Fica o vídeo dos Gato Fedorento.


segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Descubra as diferenças Especial Autárquicas 2009

[post em construção]



































Numa noite em que todos ganharam, Rui Rio foi o grande vencedor. Ah, e o Benfica também.
Felgueiras esteve muito, muito bem - a cidade, claro - em correr com a outra Felgueiras.
Já Oeiras e Gondomar não estiveram assim tão bem. Moita Flores deveria ter sido o candidato do PSD para Oeiras - ganhava aquilo, de certeza.
Pedro Santana Lopes foi um beautiful loser - o homem tem estilo. Saber perder não é para todos.
Morreu um homem em Mondim de Basto - o autor do tiroteio era do PS.
António Costa é um vendido e a malta do Bloco de Esquerda começa a demonstrar aquilo que é: gente sem escrúpulos, oportunistas, vira-casacas.
Ainda bem que não sou lisboeta.
José Miguel Júdice esteve muito bem em todo o processo.
Pedro Passos Coelho foi eleito para a Assembleia Municipal de Vila Real (?)
Sócrates diz que ganhou, mas daqui a uns meses é capaz de estar desempregado.
Ferreira Leite diz que ganhou, mas daqui a uns meses é capaz de abdicar do lugar de líder.
Os comentadores não dizem nada de jeito.
O Alentejo já não é assim tão moscovita como antigamente.
Macário deixa Tavira nas mãos dos socialistas.
Ponte de Lima é CDS-PP.
Salvaterra de Magos é Bloco de Esquerda - vivam os rodeos!

Num país onde pessoas como Isaltino e Loureiro ganham eleições, algo de muito errado se passa.
Vou ler Nietzsche e pensar que isto não passa duma brincadeira de mau gosto.

E amanhã é segunda-feira, é dia de trabalho.




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Qué frô?

"Viva Lesboa! Viva Lesboa! Viva Lesboa!"


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Parabéns a António Costa (e pandilha) e os pêsames à cidade de Lisboa.

sábado, 10 de Outubro de 2009

Gajas ao Poder!

Não deve ser por acaso que a GRANDE maioria de candidatos à presidência das Juntas de Freguesia da cidade de Ponta Delgada se faz no feminino... vejamos:





Gosto particularmente do penteado destas duas senhoras. Questiono-me sempre por que razão as mulheres do Bloco de Esquerda e do PCP têm penteados "esquisitos" (sim, a Joana Amaral Dias é a excepção).












O PS apostou em força nas mulheres...





Esta moça parece prima do Conde Drácula... aquela cruz ao pescoço é muito "gótica". CDS-PP... quem diria?...




Berta Cabral é actualmente a Presidente da Câmara Municipal.







O senhor que se segue, é um dos poucos candidatos (homens, machos, gajos).
É do CDS-PP e deve ser um homem de muita coragem.
Diz que quer "Imortalizar com Visão"... uma espécie de viver para sempre, e actualizado... assim como uma pecinha de roupa ou jóia vintage, velhinha, mas sempre fashion (o slogan deve ter tido uma ajudinha do Paulo Portas, esse grande animal político).





Daqui a uns anos, será de pensar num dentinho de ouro ou assim... se for eleito...



Como disse no início, não deve ser por acaso que a grande maioria dos candidatos são mulheres... é que com homens deste calibre, é evidente que as mulheres dedicam-se mais à política, atraídas pelo charme dos açorianos.

Toma lá ó Alberto João Jardim! Que ainda não chegámos à Madeira!




terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Descubra as diferenças XV


























Animal (The Muppet Show) e o senhor cuja identidade desconheço, mas que fica mesmo, mesmo bem ao lado da Fátima Felgueiras, esse grande nome da política portuguesa (ou seria brasileira?).

Coisas fantásticas deste não menos fantástico país

[post em construção]

Ora vejamos: entre o novo historiador português chamado Mário Soares que afirma que Portugal teve duas Repúblicas (ainda eu pensava que o José Hermano Saraiva era aldrabão), a grandessíssima seca que têm sido as entrevistas do Ricardo Araújo Pereira (já nem as vejo), entre um país que só se lembra de homenagear as pessoas quando elas morrem ou de lembrar os aniversários da morte dos artistas (como é o caso de Amália Rodrigues), entre Primeiro-Ministro e Presidente da República amuados em dia de comemorações e festejos desta maravilhosa República, o mais interessante no meio disto tudo são os cartazes de campanha para as autárquicas que tenho visto por aí (lindos, deveras lindos) e que me fazem sorrir.


Aqui ficam alguns dos melhores.












































O Tino...é o Tino!
O Parcídio... É o Cídio do Parce (?!) (Porra, nada se aproveita no nome!)

A Leonor Coutinho...fez um trocadalho do carilho!

A roulotte do CDS...devia ser convertida em barraca de cachorros...

O Pedroso...tem a cara inchada de tanto abusar de criancinhas...

Os do CDS de Câmara de Lobos...pá, aquele amigo da esquerda parece ter saído da Cercis, e a tipa da direita era a última sobrevivente se o mundo acabasse à dentada...

O Carlos Gonçalves...deve ser responsável pela morte da Princesa Diana...

O cartaz do Major...está ou não está na rotunda?! Aquilo é ilusão de óptica!

O Isaltino...devia estar na prisa (e não é a da TVI)

A Fatinha...faz bem em apoiar toxicodependentes sem-abrigo para cargos de eleição. Podia era ter-lhe feito um adiantamento e deixado o rapaz tomar banho, lavar os dentes e fazer a barba...

Com políticos assim, para que precisamos de...porra, nem sei!
 
Spider Pig dixit

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Pormenores do meu quotidiano com bastante interesse

Estes gajos fazem-me feliz todos os dias (sempre que tenho hipótese de os ouvir).




O mérito é todo de: Patricia Castanheira com Susana Romana; Fábio Benídio e Alexandre Parreira (textos) e vozes de António Machado e Manuel Marques - os senhores que aparecem no vídeo e que "personificam" as vozes de Cavaco Silva e Francisco Louçã.

Pormenores do meu quotidiano com relativo interesse

Acho que encontrei a melhor tradução de um título, de inglês para português. Toda a gente sabe que há traduções fantásticas no nosso país, bem visíveis nas salas de cinema, mas esta supera tudo, principalmente porque não tem mesmo NADA a ver.

É de um programa televisivo que costuma dar na Sic Radical - Balls of Steel - traduzido para (suspiro) Homens Temporariamente Sós.

Quem quiser e conseguir, por favor, explique-me qual é a ligação/relação.

Fica o link para uma das melhores cenas.



Pormenores do meu quotidiano com algum interesse




Gosto disto. E há já muito tempo que não havia algo de que gostasse realmente.

Pormenores do meu quotidiano sem interesse absolutamente nenhum

Acho que corri com a estúpida da minha vizinha de cima que TODOS OS DIAS me acorda às cinco e meia da manhã com o barulho do duche, e que faz 50 maratonas entre a casa-de-banho e o quarto, de saltos altos (que não têm estilo nenhum).

Obrigada Darth Vader!




Se a gaja voltar, corto-lhe a água. Ainda por cima é feia. E manca. Estúpida.

Coligação vs acordo coligatório



Acordo "coligatório"? Que é isso??? Ãh?????

O que mais me diverte é pensar que provavelmente é António Costa quem irá ganhar em Lisboa. Já nada me surpreende, vindo deste povinho de merda pseudo-inteligente e pseudo-moderno para quem a esquerda encapotada serve perfeitamente, nem que seja às custas do próprio bolso. "Viva a Esquerda em Portugal"!

Caso mesmo para dizer "Bibó Porto carago!" que esses ao menos não vão na conversa de bimbalhona da Elisa Ferreira, para quem qualquer tacho é um bom tacho. Provavelmente irá acabar por comer na "gamela" de Bruxelas.
























O desenho foi retirado daqui.

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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