::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


terça-feira, 27 de novembro de 2007

Abuso sexual de menores





"Ah e tal, mais uma petição..." Não jovens, não é voltar a cabeça e dizer "ah e tal, mais uma petição" e passar à frente, e borrifar no assunto. Ao menos o que possamos fazer, que o façamos de direito e por consciência. A mim, mete-me nojo a pedofilia, pedófilos, abusos sexuais seja lá de que natureza for, casas pias e afins. Sei que sempre houve, hoje em dia há muito mais com a existência de sites na Internet, mas terá de haver um momento em que terá de deixar de haver. Sei que é muito maior do que nós, mas tem de começar por algum lado. E a vontade move montanhas certo?

Assinem já
aqui, por favor. Tenho alguma pena em verificar que a minha, foi a 61ª assinatura. Os mais cépticos podem sempre ler o texto abaixo.




To: Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa

Excelência

No exercício do direito de petição previsto na Constituição da República Portuguesa, verificado o cumprimento dos pressupostos legais para o seu exercício, vêm os signatários abaixo assinados, por este meio, expor e peticionar a V. Exa. o seguinte:

Somos um conjunto de cidadãos e de cidadãs, conscientes de que o abuso sexual de crianças não afecta apenas as vítimas mas toda a sociedade, e de que “a neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado” (Elie Wiesel).

Estamos unido(a)s por um sentimento de profunda e radical indignação contra a pedofilia e abuso sexual de crianças, de acordo com a noção de criança do art. 1.º da Convenção dos Direitos da Criança, que define criança como todo o ser humano até aos 18 anos de idade, e partilhamos a convicção de que não há Estado de Direito, sem protecção eficaz dos cidadãos mais fracos e indefesos, nomeadamente, das crianças especialmente vulneráveis, a viver em instituições ou em famílias maltratantes.

Os direitos especiais das crianças são dotados da mesma força directa e imediata dos direitos e liberdades e garantias, previstos na Constituição da República Portuguesa, nos termos dos arts. 16.º, 17.º e 18.º da CRP e constituem uma concretização dos direitos à integridade pessoal e ao livre desenvolvimento, consagrados nos arts 25.º e 26.º da CRP, e do direito da criança à protecção do Estado e da sociedade (art. 69.º da CRP).

Indo ao encontro das preocupações reveladas por V. Exa. relativamente às investigações em curso sobre crimes de abuso sexual de crianças a viver em instituições, e também ao anterior apelo de Vossa Excelência para que não nos resignemos e que não nos deixemos vencer pelo desânimo ou pelo cepticismo face ao que desejamos para Portugal, sendo que é dever do Estado de fiscalizar a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e outras instituições de reconhecido interesse público (art. 63.º, n.º 5 da CRP) e de criar condições económicas, sociais, culturais e ambientais para garantir a protecção da infância, da juventude e da velhice (art. 64.º, n.º 2, al.d) da CRP), vimos requerer a intervenção de V. Exa, através de uma mensagem à AR, ao abrigo do art. 133.º, al. d) da CRP, para a concretização dos seguintes objectivos:

1) A criação de uma vontade política séria, firme e intransigente no combate ao crime organizado de tráfico de crianças para exploração sexual e na protecção das crianças confiadas à guarda do Estado;

2) O empenhamento do Estado, na defesa dos direitos das crianças em perigo e das crianças vítimas de crimes sexuais, em ordem a assegurar a protecção e a promoção dos seus direitos;

3) O estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que assegurem o respeito pela dignidade e necessidades especiais da criança vítima de crimes sexuais, testemunha em processo penal, que evitem a vitimização secundária e o adiamento desnecessário dos processos, e que consagrem um dever de respeito pelo sofrimento das vítimas, nos termos dos arts. 8.º e 9.º do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os direitos da criança, relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis, documento ratificado pelo Estado Português, nomeadamente:
a) Proibição de repetição dos exames, dos interrogatórios e das perícias psicológicas;
b) O direito da criança à audição por videoconferência, sem «cara a cara» com o arguido;
c) O direito da criança se fazer acompanhar por pessoa da sua confiança sempre que tiver que prestar declarações;
d) Formação psicológica e jurídica especializada da parte das pessoas que trabalham com as vítimas, de magistrados e de pessoas que exercem funções de direcção em instituições que acolhem crianças, assim como de funcionário(a)s das mesmas;
e) Assistência às vítimas e suas famílias, particularmente a promoção da segurança e protecção, recuperação psicológica e reinserção social das vítimas, de acordo com o art. 39.º da Convenção sobre os Direitos da Criança e o art 9.º, n.º 3 do Protocolo Facultativo à mesma Convenção relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis;
f) Uma política criminal que dê prioridade à investigação de crimes de abuso sexual de crianças e de recurso ao sexo pago com menores de 18 anos;
g) Proibição da aplicação de pena suspensa ou de medida de segurança em regime aberto ou semi-aberto (ou tutelar educativa, no caso de o abusador ter menos de 16 anos), a abusadores sexuais condenados;
h) A adopção de leis, medidas administrativas, políticas sociais e programas de sensibilização e de informação da população, nomeadamente das crianças, sobre a prevenção da ocorrência de crimes sexuais e sobre os seus efeitos prejudiciais, no desenvolvimento das vítimas;

4) Proibições efectivas da produção e difusão de material que faça publicidade às ofensas descritas no Protocolo Facultativo à Convenção dos Direitos da Criança.

Requeremos a Vossa Excelência, que num discurso solene, dirigido às crianças, as cidadãs mais importantes do nosso país, assuma, para com elas, estes compromissos, prestando uma manifestação de solidariedade para com o sofrimento das vítimas, pois como disse Albert Camus “não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento”.



domingo, 25 de novembro de 2007

As "gajas" aka "gajedo aka "moças pequenas do ráisasparta" (gíria algarvia)

::knives::andy warhol::










Aviso à navegação: este "falar mal de" não é por acaso nem gratuito; tem a sua razãozinha de ser e acontecer.




A pedido de várias famílias, os maus fígados estão de volta.


Isto de se "falar mal" é algo que tem, forçosamente, de me corroer as entranhas por inteiro, tem de sair cá de dentro, não pode ser forçado, não pode ser arrancado e puxado a ferros, na na na na na... na senhor.


Passemos então à verborreia: eu não gosto de "gajas". E o que se entende por este tipo de afirmação, para além de elucidar algum leitor mais desatento deste Blog quanto à minha escolha e preferência sexual? Entenda-se pelo termo aplicado "gajas" (entre aspas) ou gajas ou gajedo, aquele grupo absolutamente in-su-por-tá-vel de marias que não passam umas sem as outras, que se cheiram e perseguem e ligam 10000 vezes por dia em tudo quanto é sítio, que querem ter a roupa, o penteado, o perfume e a mobília de casa iguais aos nossos. Em casos mais avançados deste estado (a gajicite aguda), podem até mesmo colocar aos filhos, os mesmos nomes que démos aos nossos próprios... se tolerância ao máximo existir da parte de algumas mais distraídas, ainda nos levam o marido (se ele se deixar levar por este tipo de "colas") ou invadem-nos a casa a meio da noite a pedir consolo porque.... sei lá, uma unha encravada pode bem servir de pretexto para nos inundarem de lágrimas a pedir atenção.




Estas "gajas" distinguem-se acerrimamente pela perseguição que fazem a outras, na esperança de constituir um grupo de "gajas", onde o assunto predominante seja falar mal de alguém. Ou não falar de coisa nenhuma. Se não têm namorado ou marido, então aí é que é a montanha-russa sentimental sem limites, e o assunto torna-se o mesmo: falar mal, mas dos "gajos". Para nos livrarmos de um espécime destes (entenda-se, uma "gaja") é arranjar-lhe imediatamente um "gajo". Na melhor das hipóteses, passar-se-ão meses até que o fulano descubra os problemas mentais que ela tem e nessa altura, manda-lhe um valente chuto e ela regressa à base (volta a querer constituir grupo); mas entretanto, esses meses são um descanso. Atenção, porque elas actuam quase sempre da mesma forma, contudo, distinguem-se em dois grandes grupos elementares: as manipuladoras autoritárias e as fracas de espírito.




As "gajas" manipuladoras autoritárias: estas pensam que sabem mandar e que são grandes líderes, mas o melhor que sabem fazer é: amuar, ser inconveniente, andar de trombas, apregoar aos quatro ventos o quanto se encontram desagradadas por alguma picuinhice, fazer questão de dizer que se é feminista, mas no entanto fazem tudo melhor que ninguém, desde o quarto até à cozinha. Trazem escrito na testa "eu tenho falta de peso" e por alguma razão meteram na cabeça que têm de fazer imensos favores às amigas, os quais terão de ser retribuídos. Passam a vida a cobrar isto e aquilo e se a "amiga gaja do grupo de gajas" não lhe manda um sms a dizer "estou na casa-de-banho" ficam amuadas por tempo indeterminado.




E quem são as amigas destas "gajas"?




As "gajas" fracas de espírito, claro. Muito frágeis e muito carentes e muito hipócritas e muito más línguas. Debaixo de uma aparência e de uma voz esganiçadas a roçar o Julie Andrew's Sound of Music, escondem-se inúmeros traumas de infância e justificações para todo um mau-carácter e uma falta de convicções muito grande. Não têm muitas ambições na vida, gostos e interesses, tanto concordam com tudo como tão depressa não concordam com nada. São as troca-camisas de ocasião. Se x diz amarelo, então a "gaja" fraca de espírito diz amarelo, para logo dizer vermelho ou verde se y ou z assim o afirmarem. Uma "gaja" fraca de espírito idolatra a "gaja" manipuladora e autoritária, quer ser como ela "quando for grande". Detentora de fraca personalidade ou mesmo nenhuma, acaba por cair no erro do outro tipo de "gaja": caem constantemente em velhos clichés feministas, e talvez por isso tenham tantas frustrações nas relações com o sexo oposto.


Suspeito mesmo que nesta condição de dependência entre "gajas", nesta dicotomia de grupo assente numa lógica feita massa uniforme e homogénea de opiniões convergentes/concordantes, muitas delas acabem por descobrir tendências homossexuais (e homófobas, ao mesmo tempo, de tanto preconceito que a grande maioria tem nas cabeças), e levam ali que tempos a desenvolver uma relação nada saudável, ambígua, primeiro para consigo mesma e depois, em relação à outra.




Confesso que, pessoalmente, este gajedo todo irrita-me e enerva-me. Dado à minha situação profissional, sou obrigada a suportar muitos destes comportamentos. O primeiro grupo tira-me sinceramente do sério porque tenho muito mau feitio, e acho que toda a gente tem direito a ter uma opinião, desde que bem fundamentada, senão mais vale estar caladinha, que é o que eu faço quando alguém fala de algo que desconheça, e eu defendo sempre a minha dama até ao fim, no matter what or who or where. Se as quero mesmo irritar, falo-lhes da importância do sexo nas nossas vidas e, por vezes, até as mando foder sem que se dêm conta.


As outras, entediam-me. São capazes de estar fechadas todas juntas numa cozinha (enquanto os homens bebem a cerveja na sala) a falar de uma receita qualquer ou do penteado não sei de quem ou da vida da cunhada do tio da prima e dos bicos de papagaio e do reumático e da nova técnica de pintura em guardanapos e de um monte de merdas que não interessam a ninguém. Adoram compras. Adoram lojas. Frequentam as lojas chinesas. Falam todas ao mesmo tempo de mil e uma tarefas que suspeito que não chegam nunca a concretizar. Fazem planos que não cumprem. Falam em ir todas juntas para um ginásio, mas é sempre para o mês que vem. Têm sonhos inconcretizáveis, sonham com um príncipe encantado mas não se apercebem de que são elas próprias umas "sapas" que nem um sapinho vão conseguir encontrar.






Aqui há tempos, uma dessas "gajas" disse-me: "tu não gostas de ir às compras?? não gostas de ver lojas?? não és mesmo nada GAJA!!!" - sim, porque elas têm a noção de que existe o conceito de "gajas" - ao que eu respondi..... "pois não, não sou gaja: sou uma mulher. e ao menos não sou alguém que não sabe o que é um homem há mais de 4 anos."




Nunca mais nos falámos.



segunda-feira, 19 de novembro de 2007

"HL, por que no te callas?"

eheheheheheheheheheheheheheehehehehehehehehehehehehehehehehe
eheheheheheheheheheheheheheehehehehehehehehehehehehehehehehe
eheheheheheheheheheheheheheehehehehehehehehehehehehehehehehe
eheheheheheheheheheheheheheehehehehehehehehehehehehehehehehe
eheheheheheheheheheheheheheehehehehehehehehehehehehehehehehe






Posições e críticas e políticas à parte, o Chavez irrita-me, como me irritam todos os extremistas e ditadorzecos que habitam o planeta, senhores da razão e da verdade. Portanto, se o Rei o mandou calar fez ele muitíssimo bem. Afinal, um Rei ainda é um Rei, e deu-me um certo gozo ver o Don Juan Carlos ter aquele acto desesperado de fúria verbal. Penso que nem o nosso Dom Duarte se atreveria a tanto. Já o mesmo não poderia dizer do comentador mais assíduo deste Blog, que concerteza saltaria da bancada direitinho ao presidente venezuelano a gritar SANGUEEE!!!!!!!!!! HL, eu sei que és do contra, mas ó homem... ainda o Natal não começou e tu já estás assim? Estás pior que eles... sim, tu sabes quem são ELES.... ihihihihi....


Mais sobre o assunto
aqui. Ou já agora, aqui.

The nightmare before Christmas

Há um ano atrás foi mais ou menos assim que escrevi:






tHE ______________
nIGhTmARe ____________
BeFoRE ____________
ChRiSTmAS _______
__________________
____________


Ninguém gosta muito de falar do materialismo que envolve a época natalícia, talvez porque seja feio ou esteja fora de moda dizer-se que se é materialista. Materialisticamente falando, creio ser a forma mais bonita de se dizer a alguém que se gosta dessa pessoa:
materializando-o.
Transformar um objecto repleto de conteúdos e significados e formas num objecto de desejo presente de alguém por alguém. Espelhar a nossa forma de ver a vida e as coisas dentro da casa de alguém. No mundo de alguém. Torná-lo mais nosso, porque nos tornamos sempre presentes. Talvez por isso algum sentido encontro na palavra presente como forma de se oferecer algo, a intemporalidade da qual o acto se reveste, porque é um pouco de nós, da nossa visão, da nossa sensibilidade.


[...]

Materializar afectos não é fácil e é no conhecimento prévio de cada uma das pessoas que compõem as nossas vidas que damos não só a pensar no que cada um deseja, mas acima de tudo, o que queremos que essas pessoas desejem; que nos desejem. Seja a colocar um perfume ou uma lingerie a dar asas à sensualidade, seja a guiar uma bicicleta e a reter a noção de equilíbrio pelas mãos de um adulto, seja a brincar com um carrinho e fazer brrrruuuuuum, seja a ver aquele filme ou a ouvir aquele disco ou a ler aquele livro, porque em cada uma das nossas escolhas vive um bocadinho de nós, que nos torna apenas mais... presentes.


_____________________________ a imagem é do filme The Nightmare Before Christmas, de Tim Burton, e serviu de "capa" a um dos mais significativos presentes que recebi há já uns anos, intitulado
I Am Still What I Meant To Be.

Pediram-me para escrever uma coisa assim a dar para o cáustico, acerca de toda a parafernália que envolve a loucura aos centros comerciais e quejandos, os males do consumismo desenfreado... a falar do mal que atinge a sociedade ocidental, consumista e hipócrita e etc e coiso e tal... de como as pessoas se podem tornar uns seres abomináveis, que são tão boazinhas nesta época e esquecem-se das criancinhas e dos pobrezinhos no resto do ano. De como ainda nem saímos do Verão e já nos entram as renas pela casa adentro, e os sinos e tudo e tudo e tudo... tudo regado com brilhos e cores de Natal. Ora isto pode até ser bem verdade, mas a maior das verdades para mim é ainda o Natal que recordo de criança e a vontade que tenho de perpetuar isso dentro de mim. Se sou consumista? Equilibradamente, sim. Se gostava de ganhar o EuroMilhões? Obviamente que sim. Se daria parte desse dinheiro às criancinhas pobrezinhas? Certamente. Positivamente. Afirmativamente. A questão é que uma coisa não impede a outra. Vou atafulhar a minha casa de coisas lindas e prendas e brilhos e comida e não me vou sentir mal por isso. Derramarei algumas lágrimas quando me lembrar de todos os que não têm o mesmo que eu tenho, e lembrar-me-ei de todos aqueles que já fizeram parte do meu Natal. Mais do que as coisas, reinarão os sentimentos, a alegria, o Amor. Posso sempre exalar todo o meu cinismo relativamente à hipocrisia que vejo e sinto, mas não mais do que no resto do ano; caso contrário, estaria a ser muito mais ou tão hipócrita como os outros.

Prefiro falar mal de quem fala mal, de quem se deixou vencer pela amargura, quem não consegue ver o lado bom das coisas. Não tenho de abrir os olhos a ninguém porque cada um vive à sua maneira, e os cínicos deste Mundo não são melhores que os hipócritas. Todos somos um pouco hipócritas, no fundo (eu por exemplo sou ateia e vivo o meu Natal cristãozito) e todos somos um pouco cínicos (confesso que este irá ser o meu Natal mais feliz desde os meus dezasseis anos, em parte porque aqui e num raio de muitas milhas, não há shoppings).

Resta o mais importante, o espírito. Cada um tem dentro de si algo que quer partilhar com outros nesta altura do ano. Eu sou daquelas pessoas estupidamente felizes, de sorriso no rosto, sacos na mão e listas de compras. Adoro o comércio tradicional, as ruas enfeitadas, o frio, os postais... genuinamente, sou. Independentemente de quem está, de quem já morreu, de quem está longe e de quem se tem perto. E sinceramente, tenho cada vez menos pachorra e tempo para me dedicar à infelicidade, à amargura. Prefiro estar na cozinha a preparar o bolo de Natal e a rechear o perú. E a amar os que estão perto de mim. Longe dos centros comerciais.


sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Amanhã é Sábado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Desafios à Guronsan

1. pegue no livro mais próximo, com mais de 161 páginas – implica aleatoriedade, não tente escolher o livro;
2. abra o livro na página 161;
3. na referida página procurar a 5.ª frase completa;
4. transcreva na íntegra para o seu blogue a frase encontrada;
5. aumentar, de forma exponencial, a improdutividade, fazendo passar o desafio a mais 5 bloggers à escolha.


Este desafio foi-me imposto pelo caríssimo Nuno Miguel já aqui há um bom par de dias, o qual decidi aceitar, até porque aceito todos os desafios que me quiserem propôr.

Vejamos: livro mais próximo com mais de 161 páginas (gosto destas ideias estapafúrdias com números igualmente absurdos; já agora, um livro com 161 páginas e meia, não? É que um livro com 161 páginas é um livro com 80 folhas ou 81? deve ser a tricky question... e eu nunca fui boa a matemática... em todo o caso, peguei no mais grosso que tinha aqui à mão, não vá o Diabo tecê-las... isto soa mal, não soa? peguei no mais grosso que tinha aqui à mão...)

Página 161, portanto. 5ª frase completa(??? Existem frases incompletas?). Não sendo necessário dizer o nome do livro, e talvez correndo o risco de pensarem que sou uma erudita em termos de leitura, uma verdadeira intelectual, cá vai:



"E nam se continha mais nem menos em a ditta certidam a qual Matheus Machado Froes taballiam nesta cidade e seus termos fes tresladar aqui bem e fielmante da propria que entregou ao ditto Jozeph Machado de Bracellos que de como a recebeu ha de asignar, com a qual resensiou, conferio e asignou de seu publlico signal que tal he como se seggue."


Cá está o primeiro desafio cumprido neste Blog.


Mais cinco bloggers à escolha?... eu lanço o desafio a todos os que por aqui passarem, ao invés de sempre dar a primazia aos bloggers. Portanto, anónimos, gente que passa, gente que faz o trabalho como faz amor, amor verdadeiro (ehehe) lanço o desafio a todos os comentadores. Peguem num livro com mais de 161 páginas (um bem grosso) e transcrevam algo que tenha já o acordo ortográfico, para facilitar a leitura à malta.

E bom fim-de-semana.



* acho que vou tomar um guronsan....



What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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Tretas que morreram de velhas...

A Treta Mora ao Lado...