E cá está: a bela da meia turca com raquete cruzada e o belo do bibelot (que alguém deu o Natal passado e foi para o armário das prendas pindéricas) para dar àquelas pessoas de quem gosto IMENSO, como sinal da minha enorme amizade por elas. Nunca fiz isto, mas talvez este ano me encha de coragem e gaste o dinheiro nestas tralhas e no sêlo do envelope... vontade não me falta...
::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::
domingo, 6 de dezembro de 2009
Este Natal...
E cá está: a bela da meia turca com raquete cruzada e o belo do bibelot (que alguém deu o Natal passado e foi para o armário das prendas pindéricas) para dar àquelas pessoas de quem gosto IMENSO, como sinal da minha enorme amizade por elas. Nunca fiz isto, mas talvez este ano me encha de coragem e gaste o dinheiro nestas tralhas e no sêlo do envelope... vontade não me falta...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Coisas
Uma coisa leva a outra coisa e a outra e a mais uma e outra coisa que entretanto já deixou de ser a primeira para ser uma coisa completamente diferente.
Existem coisas que nos resgatam outras coisas que não têm nada a ver com as coisas que lembram a outros, outras coisas, embora sejam as mesmas coisas que nos lembram coisas diferentes.
Dentro de nós temos coisas que dadas a outros, tornam-se as suas coisas (as coisas deles) e deixam de ser só nossas para passar a ser as NOSSAS coisas e uma coisa que era apenas uma coisa só, passa a ser uma coisa que pode ser outra coisa qualquer.
As coisas que me lembrei de escrever.
As minhas e as tuas. Coisas...
sábado, 24 de outubro de 2009
Que hecho yo para merecer esto?
Intérpretes: Penélope Cruz, Lluís Homar, José Luis Gómez, Blanca Portillo, Tamar Novas, Ángela Molina, Lola Dueñas.
por Carlos Boyero
Crítico de cine y columnista de EL PAÍS.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
"Ar de poucos amigos"
Confesso que não sou uma pessoa de ir em "aparências". Quase nunca gosto das pessoas com "ar feliz" (embora o meu, seja o "ar" mais estúpido do mundo), preferindo sempre as carrancudas e com "ar de poucos amigos". Toda a gente deve ser agradável, bem educada, polida e convenientemente silenciosa, até porque o contrário a esta adjectivação é algo de insuportável. Certo é, e pasmem-se aqueles que acham que tiveram alguma vez o privilégio de me conhecer, que eu sei ser insuportável. Alguns comportamentos levam-me a isso. Reconheço totalmente. Admito, assumo, tenho plena consciência disso. Daí até ao arrependimento é um caminho difícil, já para não dizer impossível ou irreversível. Chego a gostar de ser insuportável, tenho prazer em ser insuportável.
Porquê? Porque nem tudo o que parece é. Todos os comportamentos (e não pessoas) que provocam o animal que há em mim, são fruto de coisas que, na minha escala de valores, são inconcebíveis, intoleráveis. Tal como eu, o resto do mundo. Voltemos ao princípio: e se essas pessoas que têm "ar de poucos amigos", tiverem boas razões para o ter? E se tivermos julgado mal essas pessoas? E se afinal a história não era bem como se contava por aí? E se afinal o louco que todos julgavam louco, era o mais lúcido de todos?
Muitas vezes aquilo que se ouve por aí, os boatos, as histórias mal contadas, os comportamentos desajustados atribuídos a alguns e retirados a outros, são apenas pedaços de mentiras mal metidas e os factos não estão nem são muito claros. Tudo parte desse princípio errado: a mentira. Todas as mentiras acabam por se descobrir e tudo o que alguns julgavam estar encoberto porque afinal souberam mentir muito bem, acaba por vir ao de cima.
As máscaras sempre acabam por cair. E ainda bem. Começo a não ter paciência nenhuma para as milhentas histórias de homens que, no final de uma relação, ou porque querem precipitar o final de algo, mas não têm os tomates para assumir o que querem (ou não querem), justifiquem toda a trampa que fazem com a frase "ela é louca". Ou algo equivalente a isto: a loucura da mulher, namorada, companheira. Como provavelmente ela até anda sempre com cara de caso (ou "ar de poucos amigos") porque deve estar farta de alguma situação limite a que está sujeita com o gajo, ou tem comportamentos desajustados, é fácil assumir que ela é que é a "louca da história". Quase sempre é a mulher a "louca da história".
Qualquer um de nós conhece alguma história inexplicável entre um homem e uma mulher e quase sempre nessa história a louca é ela. Dá que pensar, não?
Eu vou levar o meu "ar de poucos amigos" até outras paragens. Até porque tenho mesmo poucos amigos. Mas os que tenho são bons.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Discursos com muitas "aspas"
Então leio "pérolas" como a que se segue e lembro-me porque é que não gosto de determinados Blogs.
Nos blogues, que estão, desde a génese da blogosfera portuguesa, inclinados para uma direita ideológica herdeira, em muito mais do que imagina, do Independente e do PP de Portas e Monteiro (sim dos dois) prolifera uma atitude um pouco enjoada e nefelibata sobre o 25 de Abril. Muitos dos que a têm, até porque está na moda e as modas contam mais para certas gerações do que para outras, nasceram por volta de 1974, mais ano, menos ano e viveram sempre em liberdade. Esse enjoo enjoa-me também um pouco, porque o resultado final do 25 de Abril, não as suas vicissitudes de percurso, pode traduzir-se nesta verdade absoluta: eu posso escrever “o governo do engenheiro Sócrates é medíocre” e antes do 25 de Abril não podia. No fundo, é simples.
in http://abrupto.blogspot.com/
Se por um acaso o senhor José Pacheco Pereira passar por aqui, deixe-me que lhe diga que as pessoas vivem demasiado o passado neste país, para não terem de encarar o futuro. É apenas disso que estamos TODOS fartos e "enjoados", velhos e novos, mais à "Esquerda" ou mais à "Direita" (quem ainda acredita no conceito de Direita vs Esquerda são os comunistas ou mrpp's que agrediram o Gepeto no 1º de Maio, malta que vai ao Avante com t-shirts do Che Guevara e estudantes de 18 anos do Bloco de Esquerda). Avós, pais e filhos vivem "enjoados" com a conversa da treta do 25 de Abril, todos os anos que se lhe seguiram. Não foi mais do que um culminar óbvio de uma porção de coisas que tinham imperativamente de acabar numa Europa em evolução e, ainda por cima, foram mal solucionadas. Basta ler a História e as múltiplas governações que foram autênticas fraudes, um fiasco. De Soares a Cavaco, de Eanes a Spínola, de Guterres a Durão Barroso, todos diferentes, todos iguais. Todos muito "enjoativos".
Eu posso escrever que antes do 25 de Abril tivémos Liberdade, já que antes de Salazar tivémos Liberdade e posso escrever que 35 anos depois do 25 de Abril de '74, continuamos a ter pseudo-intelectuais agarrados a um século XX que não foi nada positivo, aos conceitos nobres do 25 de Abril, defendendo-os na teoria, mas nunca na prática. Muito sábios, cheios de "aspas" e "conhecimento de causa" no discurso, julgam que nos ensinam algo que por si, desconhecemos.
Não é uma questão de "modas" Pacheco Pereira: é uma questão de futuro hipotecado e nós a arder neste país (literalmente) porque a sua "fantástica" geração tem muita retórica e pouco mais do que isso.
Mais do que "simples", eu diria que é triste. Sem aspas.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Animais como Nós
Coisas como este quiz, esta insónia e esta música "Street Lights". Logo eu, que não gosto do Kanye West. Não me sai da cabeça, esta música. A culpa é da Anatomia de Grey.
Amanhã é segunda-feira.
Amanhã é dia de trabalho.
You're The Animals!
You're just a soul whose intentions are good. You are praying for
some understanding, but somehow you seem to know already that it's not going to come
through. You wouldn't have thought that a mere house could ruin your life, but now
you don't even look forward to the sunrise anymore. With all this ruin, you think it
might be time to go on some sort of tour. You've got to get out of this place, if
it's the last thing you ever do.
Take the Animal Quiz
at the Blue Pyramid.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Natal III (prenda de Natal)
Surpreendente. Só para fãs de Bowie.
Enjoy it.
domingo, 30 de novembro de 2008
Dan in Real Life

amor
nome masculino
1. sentimento que predispõe a desejar o bem de alguém
2. sentimento de afecto ou extrema dedicação; apego
3. sentimento que nos impele para o objecto dos nossos desejos; atracção; paixão
4. afecto; inclinação
5. relação amorosa; aventura
6. objecto da afeição
7. adoração; veneração; devoção
8. coloquial pessoa muito simpática.
Quanto às expressões que dizem, de alguma forma, respeito ao "amor":
amor à primeira vista: paixão súbita;
amor carnal: amor físico;
(provérbio) amor com amor se paga: deve retribuir-se um benefício com outro benefício;
amor livre: ligação amorosa que rejeita o vínculo do casamento;
amor platónico: amor puramente espiritual, sem desejo sexual;
fazer amor: ter relações sexuais;
morrer de amor(es) por: estar apaixonado por, gostar muito de;
não morrer de amores por: não simpatizar com, não gostar de;
por amor à arte: por prazer, desinteressadamente;
por amor de: por causa de, em atenção a;
por amor de Deus: por favor, por caridade;
ter amor à pele: não correr riscos desnecessários, ser prudente
(Do lat. amóre-, «id.»)
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Puer aeternus... ou os novos "trintões"

Hoje em dia confunde-se bastante imaturidade com irresponsabilidade, promiscuidade com leviandade, e a verdade anda de mãos dadas com a mentira, ao ponto de já nem sabermos distinguir uma coisa de outra.
A verdade é que as pessoas escondem-se atrás de frases feitas tais como "tenho medo da entrega, da vulnerabilidade que existe numa relação"quando, na verdade, o que se esconde é o medo de ter de enfrentar a parte assustadoramente real que existe numa relação. Como diria um amigo meu, "as cuecas sujas no meio do chão" (Cadete dixit). Quem normalmente proclama que já sofreu muito por amor e reafirma que tem medo de voltar àquele lugar, nega as afirmações anteriores. Diz que isto é treta. A perda da independência, a perda do "seu espaço", o medo (pavor, aliás) da partilha das horas e do tempo escondem muitas vezes, um egoísmo natural de quem ainda não está preparado para enfrentar as tais responsabilidades e imperfeições do mundo real (as cuecas, portanto), e são uma boa desculpa para a manutenção dos ponteiros do relógio numa equação de vida que se quer jovem, bonita e leve.
É natural que presentemente, em pleno século XXI, já todos vivemos concerteza uma grande história de amor que correu mal. Sejamos francos: correu mal... mas passamos à frente. Já ninguém vive vidas quebradas ou estilhaçadas ou interrompidas, e a reputação de uma mulher não fica manchada para sempre, porque teve um namorado e aquilo correu mal. Sim, somos modernos, trintões, solteiros e recusamo-nos a viver aquilo que os nossos pais na geração de 60 ou 70 viveram. Vinte anos depois divorciavam-se e é talvez nessa altura que se dá o fim do medo da ruptura. Hoje em dia já não sofremos rupturas em que o peso da dor era tantas vezes suplantado pelo peso da derrota social. E portanto o nosso medo em acabar uma relação ou ver a nossa relação chegar ao fim é mais baseada na dor que sentimos por ver alguém que amamos partir do que propriamente as convenções sociais e o medo de "ficar para tio/a". É "fácil" acabar uma relação e digo "fácil" porque nunca o é. Depois há a separação lógica dos termos "relação" e "caso", pois mais são os "casos" do que as "relações" (ditas sérias).
Conclusão de tudo isto: amar alguém e ter uma relação, viver com essa pessoa nunca foi, nem será, fácil. É um desafio que não está ao alcance de todos, conseguir manter a tal chama acesa. É uma questão de timming, cada hora e cada minuto. Por vezes convencemo-nos de que se já fomos capazes e falhámos, é porque algo está errado connosco, quando na verdade pode ter sido apenas um mau passo, e não era aquela a pessoa que nos completa, nos faz felizes. Ou não. Pode bem ser o sinal, que se não conseguimos ultrapassar a barreira do "tal medo, do pavor" de partilha, é porque talvez a vida não tenha de passar por aí, e somos felizes de outra forma. Sozinhos.
Penso que já é tempo de deixarmo-nos de ilusões e também de preconceitos. Provavelmente quando se tem trinta(s) e não se encontrou ninguém à altura do tal desafio, não há que desesperar. Nem que esperar ("pode ser que seja aos 40..."). Sinceramente, acho que se pensa demais NO problema e menos nas causas DO problema, que é aquilo que cada um de nós é no seu percurso de vida e o que quer realmente nesse percurso. Aparentemente, podemos encontrar imensas pessoas compatíveis connosco, a nível cultural ou sexual, mas as exigências do novo século e dos estilos de vida agitados pedem-nos algo parecido com a perfeição. Idealiza-se a pessoa perfeita que deve estar ao nosso lado. A perfeição não existe, porque ninguém é perfeito e o ser humano muda todos os dias. Mas pode haver perfeição dentro da imperfeição. Há que saber viver aquilo que é uma aprendizagem que se constrói com os erros e cabeçadas que se vão dando. Saber aceitar o que se é e aceitar os defeitos dos outros. Saber aquilo que se é e para onde se vai. Muita gente encontra o amor aos 40, aos 50 e aos 60... e por aí fora, na constância de uma vida que se quer plena, com os seus altos e baixos e sonhos a cada etapa.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
"Faz-me um filho!!!"
domingo, 16 de março de 2008
Perdoai-os Senhor...
Não. Desenganem-se. Não é dos Tokio Hotel a que me refiro. É da maralha que já passou dos vinte e fundam clubes anti-qualquer-coisa-só-porque-não-têm-uma-vida e falam mal. Só por falar mal. Ou porque gostam da mesma banda e dali não passam, ou porque não têm mais nada que fazer, ou porque são muita góticos e vestem-se de preto. Tipo forinhas, mas não bem bem forinhas. Uma espécie de. Diz que é...
Este post vem carregadinho de beneno, por isso... ou aguentam-se à bronca ou mudem de canal (perdão, de blog).
Eu, ainda sou do tempo em que a revista Bravo chegava a este país na sua língua originária; que as adolescentes coleccionavam posters dos New Kids On The Block e Bros e quejandos. Gajos bons. Hormonas aos saltos. Se der um puxão maior à memória, ainda sou dos tempos áureos dos Ministars ou dos Onda Choc. Covers à maneirex das músicas que os irmãos mais velhos ouviam. Tempos das matinés nas discotecas e das cervejas numa terra em que as minis não eram uma moda, mas um velho hábito. Os verdíssimos anos marcados pela risota alimentada pelas guerrilhas verbais entre alfacinhas e tripeiros nas páginas do Blitz. Aquilo não tinha nada a ver com o resto do país e era de delirar. Uma bomba em Lisboa e outra no Porto e viveríamos felizes para sempre. Sou do tempo em que ser diferente não era uma moda, era um fardo; ouvir música diferente não era orgulho, era sinal que podíamos andar metidos na droga. E estes eram e foram tempos em que toda a gente queria ser popular e cor-de-rosa. E eu tinha 12 anos quando ouvi o The End dos Doors, numa cassette da minha irmã mais velha e a minha vida nunca mais foi a mesma. Também ouvia Dire Straits, e hoje em dia não suporto o Mark. Só se for o Kozelek (já estou a divagar...) Adiante.
Até chegarmos aos dias de hoje, as coisas mudaram. Talvez não muito, mas mudaram. Continua a haver música cor-de-rosa, de verniz, música muito down, muito up, muito assim-assim, música pimba, o José Cid e o Jorge Palma, e depois ainda há o Tony Carreira e o filho, o Pedro Abrunhosa e o Vitorino, continua a haver Bravo, Blitz, e o que é mais triste, pessoas que não cresceram, que continuam a dizer/escrever a mesma merda que diziam/escreviam na altura do Blitz, mas em Blogs, porque se acham tremendamente conhecedores de música e no direito de falar mal de bandas pop-rock como estes putos alemães de 17/19 anos como os Tokio Hotel. Eu não os oiço, não porque não goste, mas porque tenho outras coisas para ouvir, e falta-me o tempo para ouvi-las todas. A primeira vez que ouvi falar dos Tokio foi através da filha (13 anos) de uma amiga. Investiguei, fui ao Youtube, à Wikipedia e os putos não me parecem mal de todo. Acho triste, muito triste haver pessoas que não tenham mais nada que fazer do que falar mal gratuitamente de bandas que dão o primeiro passo. Considero ainda mais triste porque há muito piores bandas do que esta. Se as letras isto ou aquilo?!? Epá, não sei nem quero saber! Acho é deplorável como é que num país com tanto problema, com tanta ignorância/arrogância, com tanta analfabetice aguda, ainda se perde tempo a fazer Clubes anti-fãs-dos Tokio Hotel.
Sinceramente, tenho mais que fazer. Mas este post... ai este post tinha mesmo de sair, porque em 2008, a ter 12 ou 13 anos, eu talvez ouvisse os Tokio Hotel. Talvez...
*dedico este post à Inês, filhota da minha amiga Sofia.
Links a reter:
- quem são os Tokio Hotel
- polémica da treta aka galinheiro tipo malta à porrada verbal de baixo nível no blitz
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Desafios à Guronsan
2. abra o livro na página 161;
3. na referida página procurar a 5.ª frase completa;
4. transcreva na íntegra para o seu blogue a frase encontrada;
5. aumentar, de forma exponencial, a improdutividade, fazendo passar o desafio a mais 5 bloggers à escolha.
Este desafio foi-me imposto pelo caríssimo Nuno Miguel já aqui há um bom par de dias, o qual decidi aceitar, até porque aceito todos os desafios que me quiserem propôr.
Vejamos: livro mais próximo com mais de 161 páginas (gosto destas ideias estapafúrdias com números igualmente absurdos; já agora, um livro com 161 páginas e meia, não? É que um livro com 161 páginas é um livro com 80 folhas ou 81? deve ser a tricky question... e eu nunca fui boa a matemática... em todo o caso, peguei no mais grosso que tinha aqui à mão, não vá o Diabo tecê-las... isto soa mal, não soa? peguei no mais grosso que tinha aqui à mão...)
Página 161, portanto. 5ª frase completa(??? Existem frases incompletas?). Não sendo necessário dizer o nome do livro, e talvez correndo o risco de pensarem que sou uma erudita em termos de leitura, uma verdadeira intelectual, cá vai:
"E nam se continha mais nem menos em a ditta certidam a qual Matheus Machado Froes taballiam nesta cidade e seus termos fes tresladar aqui bem e fielmante da propria que entregou ao ditto Jozeph Machado de Bracellos que de como a recebeu ha de asignar, com a qual resensiou, conferio e asignou de seu publlico signal que tal he como se seggue."
Cá está o primeiro desafio cumprido neste Blog.
Mais cinco bloggers à escolha?... eu lanço o desafio a todos os que por aqui passarem, ao invés de sempre dar a primazia aos bloggers. Portanto, anónimos, gente que passa, gente que faz o trabalho como faz amor, amor verdadeiro (ehehe) lanço o desafio a todos os comentadores. Peguem num livro com mais de 161 páginas (um bem grosso) e transcrevam algo que tenha já o acordo ortográfico, para facilitar a leitura à malta.
E bom fim-de-semana.
* acho que vou tomar um guronsan....
domingo, 7 de outubro de 2007
Insónias = testes virtuais (podia ser pior)
Faça você também Que
gênio-louco é você? Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia
Podia ter sido pior e o teste até é engraçado. Porue isto ainda é um Divã. Porque no fundo todos somos muito Loucos e é um Mundo Louco, este em que vivemos. Nem de propósito... sempre gostei imenso de Dalí.
Arte moderna é quando se resolve comprar um quadro para esconder uma parte da parede cuja pintura está descascando e, depois de examinar umas 50 obras, se chega à conclusão de que o melhor mesmo será deixar como está.
What can I possibly say?...
Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais
- isto não é bem uma treta (78)
- tretas do meu fantástico e mais que interessante quotidiano (70)
- tretas da época (57)
- tretas das relações humanas (57)
- tretas em segunda mão (43)
- tretas do tipo "o meu vídeo é do youtube" e é bem melhor que o teu (42)
- tretas do tipo "dá-me música" (37)
- a treta ataca de novo (35)
- tretas do tipo "isto sim é sétima arte" (35)
- tretas políticas da porno-chanchada da república dos tugas (35)
- tretas do tipo "ri-me tanto que me borrei todo" (34)
- tretas pseudo-sociológicas (32)
- tretas desmistificativas (31)
- tretas com segundas intenções (30)
- tretas do tipo "let's kick their asses off" (30)
- tretas da porno-chanchada da república dos tugas (28)
- tretas do tipo "o que é que isto me lembra?" (27)
- tretas do outro mundo (26)
- tretas do tipo "coçar a micose em vez de estar a trabalhar" (26)
- tretas da era pós-moderna (24)
- tretas do tipo "este é o meu novo eu" (23)
- tretas a dar para o lamechas (22)
- tretas sobre sexo e coiso e tal (22)
- treta de blogospera (21)
- tretas de chacha (21)
- tretas batidas (20)
- tretas do tipo "a escrita da minha vizinha é melhor que a minha" (20)
- tretas do tipo "não me canso de bater no ceguinho" (18)
- treta de país (16)
- tretas do tipo "a culpa é da insónia" (15)
- tretas furiosas (14)
- tretas do tipo as mulheres são de Vénus e os homens são de Marte (11)
- tretas da treta do outro Blog (10)
- tretas do tipo "quando for grande quero escrever assim" (10)
- testes da treta (9)
- tretas do "lá fora é que é bom" (7)
- tretas dos Estados Unidos da Amérdia (7)
- treta do tipo"onde pára a maria armanda?" (5)
- tretas do tipo "o meu vídeo não é do youtube" e é bem melhor que o teu (5)
- tretas do tipo "era dar-lhe com um gato morto nas trombas até o gato miar" (4)
- tretas do tipo "mais uma para o HL comentar a metro" (4)
- tretas nostálgicas (3)
- tretas políticas da porno-chanchada do mundo lá fora (3)
Expresso
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Tretas que morreram de velhas...
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- set. 2007 (11)
- ago. 2007 (7)
A Treta Mora ao Lado...
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receita para alcançar a imortalidade
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