::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


sábado, 19 de setembro de 2009

Eye Candy



As coisas lindas que o meu amor me mostra... como é lindo o fim-de-semana...

ai ai ((((suspiro))))



Eye Candy

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Esmiuçar os Sufrágios

Não foi um bocadinho forçada aquela cena do "Ricardo" para aqui e para ali? A do 6º apresentador mais (?) do mundo foi completamente ridícula mas a da Clara de Sousa foi mesmo incompreensível. Tirar proveito da situação?

Gostei da questão ao Portas que afinal há mais proveito em ser criminoso do que em ser polícia, pois ao mesmo tempo um criminoso pode concorrer à Assembleia da República e ser deputado. Amei. Foi a melhor pergunta. Boa Gato Fedorento!





sábado, 12 de setembro de 2009

Sócrates em debate: Sei O que Andas a Fazer Há 4 anos







O que esperar de um gajo que cita o Abel? Sim, Salazar para os esquecidos...
O que esperar dum gajo que prometeu tanto e na primeira hipótese aumentou tudo o que havia para aumentar?
O que esperar dum gajo que tem a credibilidade tão comprometida? Cujo apelido é Pinóquio?
O que esperar dum gajo que compra lutas com os professores e agora diz que foi uma falta de "delicadeza"? "Delicadeza"?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Inglourious Basterds


Acho que este Tarantino está cada vez "pior" da cabeça. E eu gosto.
Aqui o trailer.



Se chega uma altura em que nos fartamos de ver filmes sobre a Segunda Guerra Mundial (confesso que eu nunca me farto, acho o tema interessantíssimo), chegará a altura em que de entre tantos filmes sobrarão sempre os melhores, os inesquecíveis. Pessoalmente, destaco dois filmes: Schindler's List (1993, Steven Spielberg) e Der Untergang (2004, Oliver Hirschbiegel). Por vários motivos, foram filmes que me marcaram muitíssimo, particularmente o último, por mostrar uma outra faceta, completamente diferente de todas as anteriores focadas noutros filmes sobre o mesmo tema.
Chega agora este Inglourious Basterds. O mais criativo, sem dúvida. A deixar um leve travo a vingança, como se aquela guerra tivesse realmente sido nossa. De alguma forma, sempre senti-a como sendo minha, nossa, um atentado à humanidade. Nesta medida, senti-me vingada, e gosto de pensar que algures existiu um bando de "inglourious basterds"...



Ó Tia Manela, num habia nexexidade...




Para fazer a folha ao Socas, ainda vá que não vá, insultar o homem nesta fase tão humilde e delicada da sua vivência política, agredi-lo e insinuar não!, afirmar que ele é responsável pelo ambiente de asfixia democrática e tal, com o caso das escutas no Palácio de Belém, ou mandar calar a outra Manela que é uma querida quando não se chateia... agora....




... dizer que a Madeira é um exemplo e tal e coiso da democracia em Portugal... não acho nada bem, Tia Manela, nada bem. Uma coisa é certa: todos no PSD fossem como ele e isso era ver acabar duma vez por todas com os pullovers em cima dos ombros. Ah pois era!
A legitimidade não está em causa, mas daí até ser um exemplo... grande tiro no pé! Pior que isso só se o mandatário para a juventude fosse o Pedro Granger. ahahahahaha ou algum gajo dos Morangos Com Açúcar... ahahahaha
Eu Worto já...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Breves confissões sobre coisíssima nenhuma...

Há tanto tempo que não escrevo coisíssima nenhuma sobre assunto algum, tanto tempo que já nem tenho memória sobre a última porcaria que (supostamente) "escrevi". Sim, que eu tenho algum respeito pelo acto em si, o da escrita, e isto de se ter um Blog não é propriamente Literatura. Entendo-o como acto masturbatório de quem o despeja e de quem, num acto voyeur também ele masturbatório, o "engole".

Tenho consciência de que é apenas produto da minha crescente falta de paciência para os outros. Para as pessoas. Anda-me a faltar alguma pachorra e estou mesmo farta de gente que não pensa, de gente incoerente. Em suma, gente estúpida. Esgotei toda a capacidade que tinha para tolerar alguns discursos e as merdas que as pessoas se lembram de atirar cá para fora. Os comportamentos aparentemente aceitáveis, nada saudáveis, de quem não se dá muito ao trabalho de..., nem por quem, nem como, nem por quê, nem por nada. A previsibilidade desses comportamentos cansou-me até não haver uma resposta que considere válida, pois nem sequer considero algumas das coisas que as pessoas acabam por dizer como questões pertinentes ou passíveis de poderem ser consideradas, tal é a falta de informação ou de sensibilidade que manifestam. Sei que também há muita gente com muita falta de jeito, falta de educação, falta de formação, etc e há coisas que são irrelevantes, mas chega um ponto em que realmente começamos a seleccionar. Como um coador. Isto reporta-se, claro está, não a pessoas deste meio, o dos Blogs, mas também. Hoje em dia, é suposto termos muitos amigos. Nos Blogs, no Hi5, no Facebook, etc. Nem que seja por ter lá uma figura que mal conhecemos ou com quem nunca estivémos, mas uma simples ligação ou afinidade torna-nos "amigos", e isto começa a assustar-me. Deveras. Este Verão conheci uma pessoa que me foi apresentada por ter uma relação com alguém que me é muito muito querido e me é muito próximo. Adorei a pessoa em questão, pareceram-me almas gémeas, feitos um para o outro. Algumas semanas depois, vi o meu amigo desfeito, desconsiderado e mal tratado pela outra pessoa em questão. Fico logo sem vontade de conhecer mais ninguém. Fico chocada com as coisas que aconteceram, coisas das quais tive conhecimento, coisas que sinceramente não me passavam sequer pela cabeça que alguém pudesse fazer a outra pessoa! Irremediavelmente, chego à conclusão que algumas pessoas mentem muito bem, e o ser humano é mesmo um cão do Inferno.



Quem por aqui passar não me interprete mal, por favor. Eu continuo a gostar das mesmas pessoas de quem gosto há um raio de dez anos na minha vida, com raras raríssimas excepções, mas isto dos Blogs cansa bastante, é demasiado virtual e se até as pessoas "reais" têm imensos truques nos seus quotidianos, imagine-se os outros, os "virtuais". Conheci pessoas interessantes, outras menos interessantes, e outras de quem já me esqueci provavelmente. Já me interessei muito pela vida de pessoas que não estavam assim tão interessadas em conhecer-me e tive alguns (poucos) desgostos. Hoje em dia, sou desinteressada por pessoas a um nível que nunca pensei chegar. Acaba por ser interessante, este facto em si.


Não havendo obrigatoriedade de visitar quem me visita, parece quase descortêz não fazer a bela da visitinha de volta, ou deixar o belo do comentário. A verdade é que cansa muito, nos últimos tempos dei por mim a pensar "ora porra, mais um/a... bem, vou lá depois quando tiver tempo" mas o tempo é uma desculpa pois a verdade é que deixou de me apetecer e acaba por ser saturante e maçudo. Desinteressante, na maioria das vezes.


O Verão aumenta a tesão para umas coisas e corta noutras.

A maior parte das porcarias que leio nos Blogs são sobre a visão cega que algumas pessoas têm (desde que nasceram) sobre a vida política/actualidade do país. Tanto, que até mete dó. Interiorizam verdades absolutas que alguém lhes contou quando eram pequeninos e enterram-se em clichés que nem sequer no Google questionam. Não há ideias próprias, não há evolução de pensamento, não há questões, só existe um vazio tremendo e um buraco cheio de mentiras em que preferem acreditar. Muito gajo de esquerda que se diz de esquerda porque "é bem", e muito gajo de direita porque tem um pullover por cima dos ombros. Normalmente, gosto dos gajos do contra tudo e contra todos, e do diálogo e confronto de ideias com essas pessoas.

Os outros Blogs, é metade a falar das tristezas da vida (acordem, vivemos todos na mesma pocilga, uns disfarçam melhor que outros, apenas isso) ao mesmo tempo que falam sobre o amor, a poesia e o canto da madrugada quando ela acaba ao nascer do sol; a outra metade, é malta a vender coisas, tralhas, porcarias que faz e algumas dessas porcarias até são bem giras.

Também me falta a pachorra para os Blogs que volta e meia dizem que vão fechar, tipo a ver se a malta vai lá dizer "ah não, não nos deixes por favoooooor!!!!" em tom de desespero, em jeito de ameaça suicida nunca concretizada, à laia de loja em liquidação total. Esses voltam sempre. Depois enviam mails a dizer que voltaram. Ainda bem que os meus leitores inexistentes não chateiam muito, não enviam mails, nem deixam comentários a dizer "volta tás aperdoada". Sem obrigações.

Sinceramente, acabo por preferir ler Blogs que me dão vontade de rir, cheios de disparates, coisas giras que me despertam o sentido de humor, que me dão o sentido de humor de outros, que pode ir de encontro ao meu, ou não. Penso que é o que mais aproxima as pessoas, a capacidade de rir, rir genuinamente, não uma onda cool, de sorriso e tal, manhoso e irónico. Ultimamente gosto mais do nonsense, daquele humor levado ao extremo mau gosto, à inconveniência, ao choque. Talvez porque ande tão farta de verniz e de conversa da tanga, que não há ironia que me resgate o mais leve esgar.


Por enquanto, divirto-me até dia 27 por aqui, a escrever e a postar coisas contra aquilo que considero a maior anedota depois do Herman José, dos Monty Python, dos Gato Fedorento, da Famel, dos Contemporâneos, do Tony Carreira, do programa Ídolos e do Sasha Baron, que é este governo pseudo-socialista de José Sócrates.


Bem hajam aqueles que tiveram pachorra para ler isto tudo até ao fim.

Novos Outdoors PS "Encavar Portugal"






































sábado, 5 de setembro de 2009

É esquisito, não é?







Não gosto do Primeiro-Ministro em funções, não oiço nada do que ele diz pois não acredito nas suas delicadezas, em NADA das suas afirmações, nem sequer no curso que tirou.


Acho que ainda posso acreditar no que eu quiser; não sendo uma insinuação, é uma afirmação que diz somente respeito à minha liberdade e escolha pessoal. Não vejo nem nunca vi o Jornal Nacional, pois não gosto da estação em si desde que abriu. Não sou socialista. Se fosse, não obedeceria com certeza a uma política de voto. Iria votar noutro qualquer, menos neste senhor José Sócrates e nos seus candidatos a deputados. Nunca este país foi tão enxovalhado, passando por cada um dos seus ministros e ilustres atitudes e afirmações, desde o senhor Almeida Santos, passando pelo senhor Mário Lino, ou até mesmo à figura triste do senhor Manuel Pinho em plena Assembleia da República, já para não falar da desgraçada figura de Maria de Lurdes Rodrigues. Tudo a pobre herança de Mário Soares e seus jogos fracos de bastidores. Dignificar a vida política desta forma e honrar a imagem de Portugal lá fora, assim, com este governo, é impossível. Quando um povo é privado da Liberdade de Expressão que o coloca na lista de países democráticos, então algo de muito esquisito se passa no nosso canto à beira-mar plantado.

Este senhor José Sócrates escamoteia a realidade com falsos cenários idílicos de um país das maravilhas que não é este; deixa à míngua quem mais trabalha pelo país e diz que estamos a sair da crise; compra lutas com médicos, enfermeiros, polícias, trabalhadores e sindicatos; comprou uma luta das grandes com os professores, agora compra uma luta com os jornalistas.

Há que lhe reconhecer a loucura corajosa de se lançar para a frente nestes debates televisivos para em todos sair perdedor. Tenta ganhar a simpatia dos que estão "à esquerda", mas até estes não o aceitam. Não existe esquerda ou direita, não existe simpatias ou delicadezas que comprem votos. Existe a REALIDADE em que todos querem uma mudança séria de um país que vive com medo.

Dia 27 eu não voto PS.


Descubra as diferenças XIII - "Ninguém Gosta de Mim! É uma injustiça!"






quarta-feira, 2 de setembro de 2009

La Rentrée

O D E I O

... gente inclassificável quanto ao seu grau de burrice barra estupidez barra atrasadice mental auto-induzida.






Engenheiro Sócrates... mais um tiro no pé, certo? (faltam 25 dias).

sexta-feira, 10 de julho de 2009

"a maior super-estrela austríaca depois de Hitler"







Despir Borat e vestir Brüno
por João Antunes, in Jornal de Notícias




O actor britânico Sacha Baron Cohen conseguiu despir a figura de Borat, a que parecia ligado para sempre e em "Brüno" torna-se um jornalista gay austríaco. O filme estreia depois de amanhã em salas de todo o país.

Como o tempo passa. Já foi há três anos que um filme, com o estranho título de "Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan" se tornou um dos grandes sucessos da temporada, permanecendo seguramente como objecto de culto para as próximas gerações.

Como todos se recordam, o filme centrava-se na personagem de Borat Sagdiyev, um repórter daquele novo país asiático, que era enviado para os Estados Unidos, com o intuito de fazer um trabalho sobre o maior país do Mundo, mostrando-se, no entanto, mais interessado em localizar Pamela Anderson, para a pedir em casamento.

O tipo de humor do filme, "politicamente incorrecto" até à medula, desbragado, inconveniente, baixo - no bom e no mau sentido -, fazendo exactamente aquilo que se esperava que nunca viesse a fazer, era uma pedrada no charco, num género normalmente mais comedido, e que de certa maneira perdera a capacidade de provocar, de abalar consciências, que deveria ser sempre um dos grandes objectivos do humor, no cinema e fora dele.

Perante tamanho sucesso, perguntar-se-ia para onde poderia caminhar o homem por detrás do sucesso do filme, Sacha Baron Cohen. Pois a resposta aí está, para já num cinema perto de si, a partir desta quinta-feira, um dia antes da estreia nos Estados Unidos. A seguir a Borat, temos Bruno, depois de um repórter do Cazaquistão, temos um gay austríaco ligado ao mundo da moda. O humor e o estilo são reconhecíveis: é o mesmo Sacha que nos delicia, nos escandaliza, que nos faz pensar que não é verdade aquilo a que estamos a assistir!

Bruno é o apresentador de um programa televisivo austríaco sobre moda, intitulado "Funkyzeit". Um problema com um dos seus episódios leva-o a ser despedido, fazendo com que parta para os Estados Unidos, perseguindo o sonho de se tornar "a maior super-estrela austríaca depois de Hitler".

Passar por cima de Arnold Schwarzenegger, "conterrâneo" de Bruno e hoje governador da Califórnia, é a primeira provocação do filme, explicada seguramente pelo facto do antigo Terminator se bater arduamente contra o casamento de homossexuais. Naturalmente, que o facto de Bruno ser homossexual não é inocente, no contexto "dramático" do filme, não sendo seguro que a comunidade gay, seja em que país for, possa vir a gostar da forma como é aqui representada. Mas a provocação - no bom sentido - quando chega, é para todos!

No resto, "Bruno" tenta repetir o dispositivo narrativo de "Borat", embora a surpresa, para nós espectadores e para quem ele encontra no filme, não possa ser a mesma, depois dos episódios que aconteceram com a personagem anterior. Mas se dissermos que entre as principais "personagens" do filme se encontram vários acessórios sexuais, já estaremos a revelar muito…

Sacha Baron Cohen não é americano. É inglês, o que explica muita coisa. Foi lançado com a personagem de Ali G, protagonista de uma série de Televisão onde entrevistava várias pessoas ligadas ao combate ao crime, apesar de se mostrar mais favorável aos ladrões e criminosos, e que teria também direito a uma versão cinematográfica. Apesar da especificidade do seu humor, a tradição britânica está naturalmente presente. E fica justificada a sua estranheza no território americano. Estranho, no sentido de estrangeiro. Mas, mais uma vez com Sacha Baron Cohen, o humor não tem fronteiras.

Eu devo ainda acrescentar a este notável artigo de João Antunes que não considero o filme como muitos provavelmente o verão linearmente, como uma anedota ao mundo gay, mas sim precisamente uma enorme sátira à homofobia que subsiste ainda nos países do dito primeiro Mundo, como os EUA. Pessoalmente, foi a primeira vez que me sentei numa sala de cinema e ri-me do primeiro ao último minuto. Se cada minuto tem sessenta segundos, em todos eles houve surpresa, choque e o reconhecer de um génio, não apenas criativo e polémico, mas também um brilhante actor. Isto sim, é sétima arte.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

É oficial: este Blog deixou de ser profundo

Quando estamos sós e infelizes nem sequer nos apercebemos de como somos chatos, de como somos capazes de levar um santo a cair do altar de farto da conversa.

Ao fim de alguns anos a escrever sobre a dor, o amor, a solidão, sentimentos, sobre a noite, os mistérios da vida, o fumo dos cigarros, a cor negra de tão negra que é, torna-se um buraco sem retorno, depois de levar minutos, horas até, debruçada sobre a condição humana, em espirais de álcool e drogas, de experiências trocadas em mesas de café sujas, debruçada sobre a poesia que se leu e a que se quer ler, todos os livros e todas as músicas e todas as peças de teatro que nos fazem mais profundos, cheguei a uma conclusão: estou farta.

Estou farta de ser profunda, de tentar conhecer ou compreender aquilo que não tem qualquer explicação, tentar descobrir segundos sentidos em algo que se apresenta tal como é, farta dos castelos no ar, farta de conversas da treta, das minhas e das dos outros. Para compreender a vida, tal como ela realmente é, só vivendo-a em pleno e deixando para trás toda uma certa arrogância patente em coisas que se escrevem apenas porque escrito parece bem, parece mais profundo e intelectualmente superior. Acima da média. Às vezes não me apetece nada ser profunda e de há uns tempos para cá, apetece-me cada vez menos aprofundar certas questões.


Às vezes, só me apetece mesmo mandar todos à merda. Sobretudo na blogosfera. Ultimamente, mais no meu blog. Get a life!





sexta-feira, 3 de julho de 2009

A nossa TV II (séries das quais ninguém fala)

... "ah e tal" as séries do meu tempo... e vá de falar nas do costume: McGyver, Verão Azul, O Justiceiro, Três Duques, Alf, Uma Coisa do Outro Mundo, já para não falar das séries de desenhos animados e o raio do Dartacão...etc etc etc... então e as outras? Aquelas séries míticas que toda a gente via mas ninguém fala delas? Ah pois é...


[post em construção]

























































A melhor, por fim:



Manuel Inocente Pinho

Afinal não foi nada daquilo....



quinta-feira, 2 de julho de 2009

O Estado da Nação







Descubra as diferenças XII

Nuno Melo


Bernardino Soares





É impressão minha ou estes dois rapazes são mesmo muito parecidos?...




Gwyneth Paltrow

Simplesmente adoro-a. O desempenho em Plath, na pele da escritora Sylvia Plath é fabuloso.

Fica o seu site, cheio de coisas úteis: Goop.



A nossa TV (Fernando Alvim)











Desde já devo desmistificar uma coisa: eu gosto do Fernando Alvim. Gosto do Alvim da rádio, da prova oral da Antena 3, do Alvim do ido Curto-Circuito, do Alvim em parelha com o Unas, do Alvim em entrevista a gajas boas como a Carla Matadinho, do Alvim do Blog (o link está lá em baixo, o Espero Bem Que Não). Gosto muito da voz do Alvim.

Por outro lado, não gosto do Alvim mediático, das festas, não gosto do sorriso falso do Alvim "para a fotografia". Mas isso sou eu e a minha má-língua, e o Alvim não se chateia nada com isso, até porque ele não me passa cartão nenhum. De qualquer forma, gosto imenso dele, acho que é um comunicador nato, sabe entrevistar pessoas sem as "atropelar", em jeito de conversa. É o protótipo da minha geração, do "gajo normal", "the boy next door", o rapaz igual a tantos outros que eu conheço mas que não têm um programa de rádio, os que cresceram a ver o Herman José em pose irreverente, nos idos anos dourados d'O Tal Canal, esse grande programa de humor português.

Como ele, Alvim, o Nuno Markl (se bem que o Markl tem uma genialidade superior à do Alvim, mas isto é a minha má-língua outra vez) e o Rui Unas.





Sobretudo, gosto imenso desta coisa que o Alvim fez chamada Speaky TV. Vejam a entrevista com Emídio Rangel. Vale a pena.



Não vi ainda o 5 Para a Meia-Noite com a apresentação de Fernando Alvim. Vi o programa na segunda-feira, mas... bem isso dá outro post.






quarta-feira, 1 de julho de 2009

Novo Curso de Formação Para Homens





INSCRIÇÕES ABERTAS - NÃO PERCAM!



Novo Curso de Formação para Homens



OBJECTIVO PEDAGÓGICO:

Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência ( o cérebro ).

SÃO 4 MÓDULOS:



Módulo 1: Introdução (obrigatório)

1. Aprender a viver sem a mãe (2000 horas)
2. A minha mulher não é a minha mãe (350 horas)

3. Entender que não classificar-se para o Mundial não é a MORTE (500 horas)



Módulo 2: Vida a dois

1. Ser pai e não ter ciúmes do filho (50 horas)
2. Deixar de dizer asneiras quando a mulher recebe as suas amigas (500 horas)

3. Superar a síndrome de 'o controlo da TV é meu' (550 horas)
4. Não urinar fora da sanita (1000 horas - c/ exercícios práticos)

5. Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 horas

6. Como chegar ao cesto de roupa suja (500 horas)
7. Como sobreviver a uma constipação sem agonizar (450 horas)



Módulo 3: Tempo livre

1. Passar uma camisa em menos de duas horas (c/ exercícios práticos)
2. Beber cerveja sem arrotar, quando se está à mesa (c/ exercícios práticos)



Módulo 4: Curso de cozinha

1. Nível 1 (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA

2. Nível 2 (avançado) Primeira sopa instantânea sem queimar a panela

3. Exercícios práticos - ferver a água antes de colocar a massa



CURSOS COMPLEMENTARES:

POR RAZÕES DE DIFICULDADE, COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS, OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 3 ALUNOS.



1. A electricidade e eu: vantagens económicas de contar com um técnico competente para fazer reparos;

2. Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade (c/ práticas em laboratório);

3. Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela;

4. O rolo de papel higiénico: Ele nasce ao lado da sanita? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração expontânea)

5. Como baixar a tampa da sanita - passo a passo (teleconferência);

6. Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais (c/ exercícios de reflexão em dupla);

7. Os homens que conduzem, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes (c/ testemunhos);

8. O detergente: doses, consumo e aplicação (c/ práticas para evitar acabar com a casa);
9. A máquina de lavar roupa: esse grande mistério!!

10. Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão (exercícios c/ musicoterapia);

11. A chávena de café: ela levita da mesa até ao lava-loiça?

12. Analisar devidamente as causas anatómicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar a banheira depois do banho.



*este post foi baseado num mail anónimo que recebi.

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

Expresso

Publico.pt Última Hora

Visão

Tretas que morreram de velhas...

A Treta Mora ao Lado...