::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::
terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Auto-comiseração
Aviso à navegação: se for um sensivelzinho-coitadinho-pobrezinho-desgraçadinho passe à frente. Aqui ninguém é obrigado a ler nem a gostar. Como bom Blog que é, e como o tempo é coisa que escasseia por estes lados, nem me dou ao trabalho de tecer comentários nem discutir opiniões. Este post sim, é para os cínicos empedernidos como eu.
Quem nunca se vitimizou e nunca se sentiu a pior e última pessoa do mundo que atire a primeira pedra, mas (claro que há sempre um mas) não há cu que aguente os ataques de auto-comiseração a tempo inteiro.
Pior, a auto-comiseração daquele que se acha a vítima quando, no fundo, a verdade é que somos todos vítimas das nossas próprias acções. Problemas todos temos e os mais graves não somos nós que os buscamos. Os desígnios infinitamente misteriosos que explicam a maneira como alguns dão "a volta por cima" mais depressa que outros, não têm, para mim, grande explicação nem constituem, na verdade, grande mistério. Trata-se de ter uma medula que aguente relativamente, trata-se de já ter passado por problemas REAIS de forma a conseguir-se perspectivar uma situação dita problemática, trata-se de se ser digno e manter a honra a todo o custo. Acima de tudo, trata-se de racionalizar e perceber o que é estar na pele do outro.
Tenho verificado em situações reais, minhas e de outros, que é fácil perder o controlo, é fácil perder-se a cabeça, é fácil errar, escolher um mau caminho e entrar num labirinto que ninguém escolheu. Errar toda a gente erra, ninguém é perfeito e a vida não é um mar de rosas.
Fazer do queixume uma bandeira, exibindo os nossos ENORMES problemas, cagando-se no resto (sim eu escrevi cagando-se no resto), para se justificar certas atitudes ou ganhar simpatias, é a melhor forma de fugir com as pessoas à sua volta.
Não existem pessoas fortes ou fracas. Pessoas ditas fortes têm o direito a chorar e a gritar, mas infelizmente subsiste a ideia de que as pessoas fracas são as que choram, as que toleram, as que suportam. Para mim, isso não existe. Existe mais dignidade nuns do que noutros, existe o silêncio que por vezes é preferível à ladainha do desgraçadinho, da vítima que auto-proclama como tal.
Tenho um grande amigo que, aos 16 anos me resolveu o problema de auto-comiseração, quando me punha com os queixumes de gaja. Dizia "olha, a tua vida é tão má tão má, que se eu fosse a ti, deitava-me ali na linha do comboio à espera que me passasse por cima". Quando eu lá me punha na choraminguice, ele já só dizia "linha do comboio". Tenho muito a agradecer a esse meu amigo.
Eu não tenho amigos que se armam em vítimas, é bom que se note e faço questão de o dizer. Ironia, é que acabam por ser as reais vítimas dos problemas que nunca procuraram as que menos se queixam. Muito pelo contrário: raras são as vezes em que alguém se queixa da vida que tem (muitas vezes tão difícil), do dinheiro que falta (quando normalmente a quem mais falta, é quem menos se queixa), do namorado que é um cabrão (ou a namorada, vá) and so on. Não são mais "fortes", nem aguentam melhor, e não fazem segredo dos seus problemas, até porque para revelar um problema grave sabem que estou sempre cá para eles, e muito menos vão abrir blogs a dizer que são uns miseráveis e incapazes. São apenas mais dignos. E isto diz tudo.
p.s.: dedico este post ao bruno (a "linha do comboio é já ali!"), à helena (essa cabra fria e cruel de quem tive saudades, confesso, ehehehe), à marisa (que nunca cá põe as patas lol) e sobretudo ao meu amor, que depois de duas semanas tão difíceis, manteve sempre a calma e no final, tudo acabou bem. Sem desesperos.
Post da semana, quiçá do mês

[se é um cínico empedernido ou teve um grande desgosto recentemente, passe à frente; este post é verdadeiramente "crente"; felizmente, é a minha realidade.]
domingo, 28 de junho de 2009
Música "parece que não é, mas é" tuga - Sean Riley & The Slowriders
Perguntaram-me, a propósito de músicas, o que achava sobre "o projecto" (ehehehe, não resisto) dR.Estranho Amor. Eh... disse eu.
Gosto destes. Atente-se que não disse gosto mais.
Gosto destes. Atente-se que não disse gosto mais.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Bem bom
Gosto tanto mas tanto deste homem (sempre gostei) que até lhe desculpo o facto de ser do Porto e de ter declarado Morte ao Sul em Faro, há uns anos atrás. Irreverência e bom gosto é com ele.
E covers à maneira.
Se calhar não devia, mas gosto disto.
Bem bom.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O melhor quiz
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Publicidade e disfunção eréctil
Gosto do ar do gajo... primeiro todo ele é beijinhos e abraços, e de repente, muito friamente, trau!, nada! E ela "boa noite"... é impressão minha ou parece mesmo que eles não se conhecem?
.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Descubra as diferenças XI
[o momento que se segue é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes]
#1
- o que é que aprecias mais numa mulher?
"o sorriso... que tenha os dentes todos..."
"espanholas... brasileiras... as de leste...."
#2
"bata mais dez"
- o que é que aprecias mais numa mulher?
"a vibe..." o que raio é a váibe?
(ele gosta de sinceridade... mandem-lhe a Susan Boyle)
"E-s-t-r-e-m-o-z"
Olhem, como diz o outro do PNR, "do mal o menos", ainda consigo ter uma certa preferência pelo Cristiano Ronaldo, pois consegue ser melhor no que faz, é menos chato, fala menos e é mais humilde (se bem que humildade é coisa rara para aqueles lados).
É impressionante verificar como a Matadinho pode, sei lá, parecer extraordinariamente atraente (ou não) quando està à conversa com o Angélico Vieira, tal como pode parecer uma idiota quando fala com pessoas que tenham um Q.I. bastante superior ao de uma alface (perceberam a lógica certo?).
Primeiro há que desmistificar isto de "ser atraente": o meu conceito de atraente é diferente do conceito de atraente de outras pessoas, como é evidente, mas é brilhante fazer a comparação quando em causa está aquilo que nos atrai, seja o físico, seja o intelectual. Pessoalmente, sinto-me mais atraída pela Carla Matadinho quando esta está à conversa com o Angélico Vieira (vídeo #2), e sinto uma estúpida repulsa pela modelo quando esta está à conversa com o Fernando Alvim (#3).
Curiosamente, a Matadinho, esse animal sexual de perguntas tão profundas do tipo "gostavas de ser humilhado quando eras pequenino?" pode parecer uma freira quando dá entrevistas como esta. Ora aqui está uma namorada ideal para o Angélico.
Indiscutível é a minha preferência pelo Daniel Oliveira. Mas isso sou eu, que gosto deles "sensíveis" e de olhos bonitos. Desculpa lá Alvim... tu és mau. ahahahah...
#3
#1
- o que é que aprecias mais numa mulher?
"o sorriso... que tenha os dentes todos..."
"espanholas... brasileiras... as de leste...."
#2
"bata mais dez"
- o que é que aprecias mais numa mulher?
"a vibe..." o que raio é a váibe?
(ele gosta de sinceridade... mandem-lhe a Susan Boyle)
"E-s-t-r-e-m-o-z"
Olhem, como diz o outro do PNR, "do mal o menos", ainda consigo ter uma certa preferência pelo Cristiano Ronaldo, pois consegue ser melhor no que faz, é menos chato, fala menos e é mais humilde (se bem que humildade é coisa rara para aqueles lados).
É impressionante verificar como a Matadinho pode, sei lá, parecer extraordinariamente atraente (ou não) quando està à conversa com o Angélico Vieira, tal como pode parecer uma idiota quando fala com pessoas que tenham um Q.I. bastante superior ao de uma alface (perceberam a lógica certo?).
Primeiro há que desmistificar isto de "ser atraente": o meu conceito de atraente é diferente do conceito de atraente de outras pessoas, como é evidente, mas é brilhante fazer a comparação quando em causa está aquilo que nos atrai, seja o físico, seja o intelectual. Pessoalmente, sinto-me mais atraída pela Carla Matadinho quando esta está à conversa com o Angélico Vieira (vídeo #2), e sinto uma estúpida repulsa pela modelo quando esta está à conversa com o Fernando Alvim (#3).
Curiosamente, a Matadinho, esse animal sexual de perguntas tão profundas do tipo "gostavas de ser humilhado quando eras pequenino?" pode parecer uma freira quando dá entrevistas como esta. Ora aqui está uma namorada ideal para o Angélico.
Indiscutível é a minha preferência pelo Daniel Oliveira. Mas isso sou eu, que gosto deles "sensíveis" e de olhos bonitos. Desculpa lá Alvim... tu és mau. ahahahah...
#3
"O problema da abstenção"
Pensamento do dia (este é mesmo meu):
Para resolver o problema da abstenção e da falta de consciência cívica aquando da ida às urnas dos portugueses, faz-se o seguinte: passa-se a votar às sextas-feiras e, quem for votar, tem justificação de falta para entregar no trabalho, apenas no período da manhã (ou da tarde).
Simples, não?
Fica a ideia.
A IRA
Por convites e afins para uma Inútil Revista, andei a rever textos blogosféricos e sinto que estou a perder virtudes no campo do pseudo-pseudónimo irascível e intransmissível. Estarei à altura? As palavras anónimas deixam o seu corpo para adquirir o número do BI ou não?
É que por acaso até tirei o novo cartão de cidadão e custa-me um pouco revelar a minha tão preservada identidade...
Minha querida A., vou-te ligar já já. Fica um texto um bocado irado, mas aquém do que será suposto para tamanha responsabilidade, que para mim é uma honra.

A questão é que não mantenho um blog, eu mantenho dois blogs: um para os VIP's e outro para a escumalha. Chego à conclusão de que sou muito mais elitista do que seria suposto, e ao menos a minha trampa fica para os de casa. O resto é para nem prestar atenção. Seja: lá no outro posso ser a pessoa mais chata do mundo, sem fait-divers, e afundar-me na tristeza, no amor e nos lugares-comuns de quem anda perdido pela vida sem ter de chatear ninguém. Um registo da ferida em aberto para um dia mostrar aos netos que a avó até teve uma espécie de vida.
Neste, simplesmente não armo ao cagalhão nem entro em grandes dissertações repletas de conteúdo significativo ou de grande nexo: é mesmo o meu eu raivoso com espuma pelos cantos, e é uma treta. A passagem dos dias da treta, a forma mais simples de dizer que apenas estou aqui sem ter de dizer que fiz uma tatuagem, que sou de esquerda, que sou bué cool, que percebo imenso de arte, que ando a sentir-me miserável porque a vida é uma merda, que ninguém me entende ou que sou um génio da pastilha cósmica. Nem sequer ainda vendi um livro à conta disto, o que me remete irremediavelmente para o baú dos beautiful losers, mas sempre de cara lavada com muita maquilhagem à mistura. Este blog não serve para nada, só me serve a mim e aos quantos poucos que mandam umas bujardas e a gente ri-se toda atrás do pano, como no cinema. Posso garantir que já aqui fiz uns poucos grandes amigos, que já conheci muita farsa dada por amizade (ainda assim, comprei-a e devolvi à proveniência), que já ri, me enervei e chorei, bebi uns copos e troquei imensas impressões.
A grande questão é que já não há simplicidade em lado algum, e a velha máxima do Dr House aplica-se até na porcaria da blogosfera: toda a gente mente. Mentem quando se mostram "melhores" do que aquilo que são e mostram-se "mais tristes" quando na verdade nem a tristeza era assim tão grande afinal. O que resta? Uma certa feira de vaidades em que uns mostram o que lêem e o que ouvem e falam disto e daquilo e nuns bons 90% nem escrever em bom português sabem. São chatos bla bla bla bla... BORING! Outros falseiam diários de uma vida que inventaram para si mesmos: ou a que queriam ou a que é socialmente aceitável. Outros dão as opiniões dos clichés mais que usados (vou começar a pegar nesses lugares-comuns da blogosfera e fazer uns posts enche-chouriços à pala disso).
Tive um professor que dizia que nada é original. Nada. Ele defendia isso com unhas e dentes. E no fundo eu sei mesmo que ele tem razão, concordo inteiramente com ele, embora na altura eu não soubesse da missa a metade e disse "que não".
Contudo, existe um quê de original neste novo conceito de opinião pública, da blogosfera, que assenta numa crença desse princípio de liberdade de expressão. Toda a gente pode dar a sua opinião e mandar a posta de pescada, mas bastar-se-á a si mesmo ou será contraproducente? Acredito que a longo prazo haverá um cansaço e aquilo que não tiver fundamento ou genuinidade, falirá por si só, pois nada que seja falso se basta a si próprio. Não sobrevive, pois existe uma finitude em tudo. Até mesmo naquilo que sendo original, não é eterno, mas intemporal, pois as palavras a serem genuínas são livres e ganham significados aos olhos de outros. E isso é o que as torna realmente belas. Simples.
O resto é treta, e talvez seja eu a única que não mente no meio disto tudo. Basta ler o título: da treta.
P.S.: desculpem lá a parte da escumalha. se alguém se reviu nesta intensamelodramáticaesmiufradatristedecadente descrição de blogger, não leve a mal. É assaz abrangente e a tal máxima funciona em muitas frentes: everyone lies... faz parte da condição humana. E a isso ninguém consegue fugir.
É que por acaso até tirei o novo cartão de cidadão e custa-me um pouco revelar a minha tão preservada identidade...
Minha querida A., vou-te ligar já já. Fica um texto um bocado irado, mas aquém do que será suposto para tamanha responsabilidade, que para mim é uma honra.

A questão é que não mantenho um blog, eu mantenho dois blogs: um para os VIP's e outro para a escumalha. Chego à conclusão de que sou muito mais elitista do que seria suposto, e ao menos a minha trampa fica para os de casa. O resto é para nem prestar atenção. Seja: lá no outro posso ser a pessoa mais chata do mundo, sem fait-divers, e afundar-me na tristeza, no amor e nos lugares-comuns de quem anda perdido pela vida sem ter de chatear ninguém. Um registo da ferida em aberto para um dia mostrar aos netos que a avó até teve uma espécie de vida.
Neste, simplesmente não armo ao cagalhão nem entro em grandes dissertações repletas de conteúdo significativo ou de grande nexo: é mesmo o meu eu raivoso com espuma pelos cantos, e é uma treta. A passagem dos dias da treta, a forma mais simples de dizer que apenas estou aqui sem ter de dizer que fiz uma tatuagem, que sou de esquerda, que sou bué cool, que percebo imenso de arte, que ando a sentir-me miserável porque a vida é uma merda, que ninguém me entende ou que sou um génio da pastilha cósmica. Nem sequer ainda vendi um livro à conta disto, o que me remete irremediavelmente para o baú dos beautiful losers, mas sempre de cara lavada com muita maquilhagem à mistura. Este blog não serve para nada, só me serve a mim e aos quantos poucos que mandam umas bujardas e a gente ri-se toda atrás do pano, como no cinema. Posso garantir que já aqui fiz uns poucos grandes amigos, que já conheci muita farsa dada por amizade (ainda assim, comprei-a e devolvi à proveniência), que já ri, me enervei e chorei, bebi uns copos e troquei imensas impressões.
A grande questão é que já não há simplicidade em lado algum, e a velha máxima do Dr House aplica-se até na porcaria da blogosfera: toda a gente mente. Mentem quando se mostram "melhores" do que aquilo que são e mostram-se "mais tristes" quando na verdade nem a tristeza era assim tão grande afinal. O que resta? Uma certa feira de vaidades em que uns mostram o que lêem e o que ouvem e falam disto e daquilo e nuns bons 90% nem escrever em bom português sabem. São chatos bla bla bla bla... BORING! Outros falseiam diários de uma vida que inventaram para si mesmos: ou a que queriam ou a que é socialmente aceitável. Outros dão as opiniões dos clichés mais que usados (vou começar a pegar nesses lugares-comuns da blogosfera e fazer uns posts enche-chouriços à pala disso).
Tive um professor que dizia que nada é original. Nada. Ele defendia isso com unhas e dentes. E no fundo eu sei mesmo que ele tem razão, concordo inteiramente com ele, embora na altura eu não soubesse da missa a metade e disse "que não".
Contudo, existe um quê de original neste novo conceito de opinião pública, da blogosfera, que assenta numa crença desse princípio de liberdade de expressão. Toda a gente pode dar a sua opinião e mandar a posta de pescada, mas bastar-se-á a si mesmo ou será contraproducente? Acredito que a longo prazo haverá um cansaço e aquilo que não tiver fundamento ou genuinidade, falirá por si só, pois nada que seja falso se basta a si próprio. Não sobrevive, pois existe uma finitude em tudo. Até mesmo naquilo que sendo original, não é eterno, mas intemporal, pois as palavras a serem genuínas são livres e ganham significados aos olhos de outros. E isso é o que as torna realmente belas. Simples.
O resto é treta, e talvez seja eu a única que não mente no meio disto tudo. Basta ler o título: da treta.
P.S.: desculpem lá a parte da escumalha. se alguém se reviu nesta intensamelodramáticaesmiufradatristedecadente descrição de blogger, não leve a mal. É assaz abrangente e a tal máxima funciona em muitas frentes: everyone lies... faz parte da condição humana. E a isso ninguém consegue fugir.
terça-feira, 9 de junho de 2009
As Europeias + post da semana + o melhor vídeo do Tempo de Antena
Andei a Leste do Paraíso este fim-de-semana. Literalmente. Retiro idílico que me soube pela vida. Exerci o meu direito ao voto às 18.00 horas. Votei PSD e fui para casa rir-me com algumas das coisas que vi e ouvi. O engenheiro derrotado e o seu amigo Gepeto pseudo-comunista. Os discursos tão previsíveis. Um Paulo Portas emocionado. A histeria parva da JSD. O recado do Nuno Melo ao Vítor Constâncio. Pensar que se a Manelinha não põe as garras de fora voto no Bloco de Esquerda. Nada, mas nada me fez rir tanto como o post que roubei do Acatar e o vídeo que se segue, da autoria do PNR. Estamos neste federalismo europeu, estamos lá dentro, do mal o menos(...), e não vale a pena obedecer a Obama, Obama não é europeu, Turquia não é Europa... isto não é anti-constitucional?!? Mas quem é que vota nestes gajos?
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
"Eu já fui assim como tu"

No espaço de um ano conto pelos dedos das mãos (e dos pés) a quantidade de colegas (todas mulheres) MAIS NOVAS QUE EU que me disseram
"eu já fui assim como tu..."
e eu fico assim com cara de parva, e não sei se é para rir ou chorar, ficar ou fugir, aceitar ou repudiar, não sei se é bom ou se é mau
porque
a afirmação é dita com uma certa pena e admiração do que se foi e se perdeu, mas mistura um certo desdém de alguém muito mais experiente, alguém que já trilhou este errado caminho em que me encontro, tudo a propósito de dizer aquilo que penso, de forma mais ou menos cínica ou mais ou menos directa. Pessoas que pouco sabem da minha vida pessoal e profissional quase a elogiarem-me pela "coragem" que eu tenho, mas que lá no fundo, acham mesmo que é uma doença rara.
Um pouco à laia de "quem avisa teu amigo é" porque o melhor é fazer jogos de bastidores e neste triste espectáculo que é a vida, nunca é bom saber de que lado se está. Nunca se sabe com o que se conta. Importante é saber agradar a todos. Sempre com um sorriso nos lábios.
"eu já fui assim como tu..."
e eu fico assim com cara de parva, e não sei se é para rir ou chorar, ficar ou fugir, aceitar ou repudiar, não sei se é bom ou se é mau
porque
a afirmação é dita com uma certa pena e admiração do que se foi e se perdeu, mas mistura um certo desdém de alguém muito mais experiente, alguém que já trilhou este errado caminho em que me encontro, tudo a propósito de dizer aquilo que penso, de forma mais ou menos cínica ou mais ou menos directa. Pessoas que pouco sabem da minha vida pessoal e profissional quase a elogiarem-me pela "coragem" que eu tenho, mas que lá no fundo, acham mesmo que é uma doença rara.
Um pouco à laia de "quem avisa teu amigo é" porque o melhor é fazer jogos de bastidores e neste triste espectáculo que é a vida, nunca é bom saber de que lado se está. Nunca se sabe com o que se conta. Importante é saber agradar a todos. Sempre com um sorriso nos lábios.
««««»»»»
Pena peninha daquilo que já tive e já não tenho, só se for a capacidade de ressacar com mais energia e menos dores de cabeça. Só.
.
terça-feira, 2 de junho de 2009
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What can I possibly say?...
Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais
- isto não é bem uma treta (78)
- tretas do meu fantástico e mais que interessante quotidiano (70)
- tretas da época (57)
- tretas das relações humanas (57)
- tretas em segunda mão (43)
- tretas do tipo "o meu vídeo é do youtube" e é bem melhor que o teu (42)
- tretas do tipo "dá-me música" (37)
- a treta ataca de novo (35)
- tretas do tipo "isto sim é sétima arte" (35)
- tretas políticas da porno-chanchada da república dos tugas (35)
- tretas do tipo "ri-me tanto que me borrei todo" (34)
- tretas pseudo-sociológicas (32)
- tretas desmistificativas (31)
- tretas com segundas intenções (30)
- tretas do tipo "let's kick their asses off" (30)
- tretas da porno-chanchada da república dos tugas (28)
- tretas do tipo "o que é que isto me lembra?" (27)
- tretas do outro mundo (26)
- tretas do tipo "coçar a micose em vez de estar a trabalhar" (26)
- tretas da era pós-moderna (24)
- tretas do tipo "este é o meu novo eu" (23)
- tretas a dar para o lamechas (22)
- tretas sobre sexo e coiso e tal (22)
- treta de blogospera (21)
- tretas de chacha (21)
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- tretas do tipo "a escrita da minha vizinha é melhor que a minha" (20)
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A Treta Mora ao Lado...
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receita para alcançar a imortalidade
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