::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pormenores do meu quotidiano sem interesse absolutamente nenhum

Acho que corri com a estúpida da minha vizinha de cima que TODOS OS DIAS me acorda às cinco e meia da manhã com o barulho do duche, e que faz 50 maratonas entre a casa-de-banho e o quarto, de saltos altos (que não têm estilo nenhum).

Obrigada Darth Vader!




Se a gaja voltar, corto-lhe a água. Ainda por cima é feia. E manca. Estúpida.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

De génio e de louco...

Antes de mais, devo dizer que ainda não vi o vídeo da professora mais famosa do país, que está a fazer as delícias de quem gosta de falar mal dos professores, portanto não farei considerações sobre o tema. Pelo que sei, a dita senhora será punida pelos termos da Lei Portuguesa. A opinião da grande maioria dos professores com quem falei sobre isto referiu-se ao episódio como "triste", "vergonhoso" e "decadente". A opinião pública pelos vistos também, manda o senso comum que tais reparos dentro da sala de aula não ficam bem a ninguém, muito menos a uma docente. Até aqui tudo bem.

Penso que não é preciso ter um curso superior ou ser muito inteligente para perceber aquilo que até as crinças percebem (e explicam se lhes perguntarem): que os professores não são todos iguais. Melhor: os professores não são todos, nem sequer a maioria, uma cambada de maluquinhos. Estaríamos mal, muito mal.

Ora eu não posso aceitar que opiniões de pessoas supostamente bem formadas (nem vou às outras, as mal formadas e histéricas) sejam no sentido de caluniar esta classe, e pior, de desinformar aquilo que toda a gente sabe: que os professores, ao contrário do que se quer transmitir ultimamente, são incompetentes, pouco profissionais e desequilibrados!

Tenho lido muito disparate que traduzem, infelizmente, ou uma profunda ignorância perante a realidade escolar dos filhos, ou uma voz acarneirada em coro histérico com a ideia que este governo quer passar, a da descredibilização dos professores, tendo-os como bodes expiatórios e aproveitando episódios tristes como este, para fazer esse insulto global a todos os professores portugueses.


Muita gente já aqui me perguntou se sou psicóloga ou professora. Apenas sorrio e respondo que "de génio, de psicólogo, de professor e de louco, todos temos um pouco".



Mais abaixo, um texto excelente da autoria de Pedro Abrunhosa, que me foi enviado por correio electrónico. E apenas uma de muitas páginas principais dos abusos físicos e psicológicos que abalam concretamente a vida de alguns profissionais do ensino, os professores.










A contínua hostilização aos professores feita por este, e outros governos, vai acabar por levar cada vez mais pais a recorrer ao privado, mais caro e nem sempre tão bem equipado, mas com uma estabilidade garantida ao nível da conflitualidade laboral.

O problema é que esta tendência neo-liberal escamoteada da privatização do bem público, leva a uma abdicação por parte do estado do seu papel moderador entre, precisamente, essa conflitualidade laboral latente, transversal à actividade humana, a desmotivação de uma classe fundamental na construção de princípios e valores, e a formação pura e dura, desafectada de interesses particulares, de gerações articuladas no equilíbrio entre o saber e o ter.

O trabalho dos professores, desde há muito, vem sendo desacreditado pelas sucessivas tutelas, numa incompreensível espiral de má gestão que levará um dia a que os docentes sejam apenas administradores de horários e reprodutores de programas impostos cegamente.

(…)

O que eu gostaria de dizer é que o meu avô, pai do meu pai, era um modesto, mas, segundo rezam as estórias que cruzam gerações, muito bom professor e, sobretudo, um ser humano dotado de rara paciência e bonomia. Leccionava na província, nos anos 30 e 40, tarefa que não deveria ser fácil à altura: Salazar nunca considerou a educação uma prioridade e, muito menos, uma mais-valia, fora dos eixo Estoril-Lisboa, pelo que, para pessoas como o meu avô, dar aulas deveria ser algo entre o místico e o militante.

Pois nessa altura, em que os poucos alunos caminhavam uma, duas horas, descalços, chovesse ou nevasse, para assistir às aulas na vila mais próxima, em que o material escolar era uma lousa e uma pedaço de giz eternamente gasto, o meu avô retirava-se com toda a turma para o monte onde, entre o tojo e rosmaninho, lhes ensinava a posição dos astros, o movimento da terra, a forma variada das folhas, flores e árvores, a sagacidade da raposa ou a rapidez do lagarto. Tudo isto entrecortado por Camões, Eça e Aquilino.

Hoje, chamaríamos a isto ‘aula de campo’. E se as houvesse ainda, não sei a que alínea na avaliação docente corresponderia esta inusitada actividade. O meu avô nunca foi avaliado como deveria. Senão deveria pertencer ao escalão 18 da função pública, o máximo, claro, como aquele senhor Armando Vara que se reformou da CGD e não consta que tivesse tido anos de ‘trabalho de campo’. E o problema é que esta falta de seriedade do estado-novo no reconhecimento daqueles que sustentaram Portugal, é uma história que se repete interminavelmente até que alguém ponha cobro nas urnas a tais abusos de autoridade.

Perante José Sócrates somos todos um número: as polícias as multas que passam, os magistrados os processos que aviam, os professores as notas que dão e os alunos que passam. Os critérios de qualidade foram ultrapassados pelas estatísticas que interessa exibir em missas onde o primeiro-ministro debita e o poviléu absorve.
(…)

Pedro Abrunhosa

segunda-feira, 9 de março de 2009

Pensamento do dia

"Senhor, dai-me paciência para ignorar alguns colegas, porque já esgotei a sabedoria para poder percebê-los, o ano passado... e se me dais força, parto-lhes a cara."



Existem comportamentos para os quais não tenho paciência e/ou tolerância, determinantes na triagem que sempre faço ao fim de um certo tempo (podem ser meses ou anos), quando já a apreciação está feita e as conclusões tiradas. Transcendem qualquer conceito de competência, profissionalismo e mérito pelo que fazem, já para não falar de ética e até mesmo de moral.



_________________________________________________________________
(ignorar e passar à frente. e siga!)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

...? Beauty












"Esqueça, o gosto dos homens nunca vai mudar"
é o slogan desta marca de iogurtes brasileira.





Pode ser que então o gosto das mulheres mude. Depois admiram-se de haver modelos anorécticas e bulímicas a morrer.


Há com cada publicitário que havia de levar com um gato morto nas trombas até o gato miar. Ou na minha versão mais recente da expressão: era dar-lhes com um magalhães nas trombas até o magalhães se partir todo. Tenho dito.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

private joke of the day

#$%&%"#$%&&%#$%&?"#$&&$$%&)/)%#%&(?==(/&%$!!!!



- Como é que te chamas?
- Báurebura.
- Inglesa?...
- Não.... mônguolóideeee....





nós só queremos ver o Porto a arder, o Porto a arder, o Porto a arder.....



sexta-feira, 4 de abril de 2008

Arte?...


"A necessidade interior nasce de três causas místicas e está constituída por três necessidades místicas: 1. Todo o artista, como criador tem que expressar o que lhe é próprio (elemento da personalidade). 2. Todo o artista, como filho da sua época tem que expressar o que é próprio dessa época (elemento do estilo, como valor interno, constituído pela linguagem da época mais a linguagem da nação, caso esta exista). 3. Todo o artista como servidor da arte tem que expressar o que é próprio da arte em geral (elemento da pureza e eternidade artística que vive em todos os homens, povos e épocas e se manifesta em obras de arte de cada artista, de cada nação e de cada época e que como elemento principal da arte, não conhece nem o espaço nem o tempo)." Kandinsky


"Nos últimos anos deste século, a arte sofreu uma transformação. Embora a sua própria essência seja a constante mudança, desta vez ela atingiu camadas mais profundas, não se limitando aos aspectos exteriores. O próprio conceito de arte é posto em questão. Não obstante, à primeira vista, esta transformação manifesta-se em numerosos aspectos exteriores. Assim, talvez a arte contemporânea nunca tenha desfrutado de tal popularidade como agora." Klaus Honnef









"Atrasado mental que continua a pensar ser artista...

Como sabes e até deves ter protestado, em 2007,Guillermo Vargas Habacuc, é um suposto artista animalesco que colheu um cão abandonado na rua, atou-o a uma corda na parede de uma galeria de arte e ali o deixou morrer lentamente de fome e de sede.

Durante varios dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galería de arte presenciaram impassiveis à agonia do pobre animal. Até que finalmente morreu de inanação, depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensivel calvario da besta chamado Homem. Se achares por bem empregue consulta os links e tira as tuas conclusões.

[http://img505.imageshack.us/img505/1990/dscn8139vk6.jpg]
[http://img339.imageshack.us/img339/5848/dscn8146pu4.jpg]
[http://img259.imageshack.us/img259/5720/dscn8153yv8.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/7240/navitividad1cq9.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/7937/navitividad4so6.jpg]
[http://img218.imageshack.us/img218/5895/perritoho5.jpg]

Parece-te forte?

Mas nao é tudo: a prestigiada Bienal Centroamericana de Arte decidiu, que a selvageria cometida por esta Besta das artes, Guillermo Vargas Habacuc fosse novamente convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal en 2008, acto este que podemos impedir, colaborando com a nossa indignação, protesto e assinatura nesta petição:

http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html

(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição contra o chamado 'artista' por tão cruel acto, por tão ínfima sensibilidade ao desfrutar em prazer com a dor alheia."



Posto isto, levanto a seguinte questão: determinará, o autor de inédita façanha, alguma intenção de criar um fundo de eternidade artística perante o observador? Quererá criar um sentido de pertença dentro de um mundo que se identifica com a suposta "obra"? Será ele um filho do seu tempo, dentro do seu tempo ou à frente do mesmo? Obra de avantgarde? Arte? Contemporaneidade na Arte?
Levanto ainda uma outra questão, que não indo de encontro a nenhuma Lei, irá questionar os próprios princípios da ética e da moral de cada um, tão em desuso nestes dias contemporâneos tão dados a tudo o que é novidade: que terão pensado os transeuntes daquela exposição? Os observadores, os "clientes" deste acto denominado como sendo "artístico"? Nada fizeram? Porquê?

Não pertenço a nenhuma associação defensora de animais, não sou vegetariana, mas ainda sou um ser humano que não entende este conceito de Arte no ano 2008 d.C. Não entendo nem tenho pretensões de entender. O que caracteriza, acima de tudo, uma obra de Arte como tal, é a intemporalidade manifesta nessa obra, e a capacidade que terá de resgatar algo ou alguém no que nos distingue como seres humanos, no que nos faz pensar, agir e sentir.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

"Qualquer um chega a ministro da educação!"






...e já agora a Primeiro Ministro.
E devo acrescentar, a Presidente da República.
Não devo nem vou elucidar quem quer que seja sobre o assunto da Educação, por dois motivos: porque considero que quem queira estar informado deva ler jornais ou ao menos interessar-se pelas notícias e debates que fazem parte desta palhaçada de desgoverno que temos, e porque não me apetece fazer humor de um assunto que considero sério e que me é bastante pessoal. Não sei se a alternativa de Menezes e do "seu" PSD farão alguma mossa ou sequer se este PS alguma vez sairá do Poder, uma vez que lá chegou com maioria absoluta. Alguém votou no "sr engenheiro", eu é que não fui. E não sei sequer se ao demitir a ministra, adiantaria algo ao estado das coisas, ou se modificaria mesmo o que quer que fosse. Todos os cancros deixam metástases e este não é excepção.
Considero de louvar como é que a incoerência se pode personificar assim tanto, a incompetência e o autismo de um ministro que antes de tudo, deveria saber dialogar e estar atento às contrapartidas de TODOS os professores. A grande questão aqui nem sequer se trata de qualidade, de uma boa avaliação do corpo docente nem se temos um Ensino digno e capaz em Portugal: a verdadeira razão para aquilo que se está a verificar nas alterações do Estatuto da Carreira Docente é DINHEIRO. Números. Reduzir o número de horas de algumas disciplinas equivale a reduzir emprego e vagas nas escolas = dinheiro nos cofres. A solução é, portanto, cortar nas despesas da Educação. Fácil. Instituir o medo também. Reduzir as hipóteses de progressão na carreira e congelar ordenados com o pretexto da avaliação é fácil, mas não é mais que areia nos olhos. E não é preciso ser-se ministro para se chegar a esta conclusão.
O problema dos professores não é medo de serem avaliados: é medo da humilhação pública a que estão sujeitos com esta avaliação, é medo do desemprego, é a revolta contra alguém que se insurge acima de qualquer democracia, levando em frente políticas nunca antes tão contestadas no país, depois da ditadura. É a raiva contra este Governo e este Primeiro-Ministro que se julga acima de todos, que EXIGE qualificações da parte de todos os trabalhadores deste país, mas continua alheio aos escândalos e às mentiras envoltas nas suas próprias qualificações. Que ainda não explicou todos os últimos acontecimentos relativos às obras que assinou e que continua a ter uma licenciatura entre-aspas.

Este Governo é um cancro que privilegia o facilitismo, a incapacidade de trabalho e a falta de disciplina nos alunos. Basta ler o novo estatuto do aluno, não é necessário recolher nomes de inspectores que obrigam professores a passar os meninos. Reduza-se o número de negativas!, grita o Ministério, para parecer bem à U.E. o número de pessoas tão inteligentes que temos em Portugal, quando sabemos que a maioria dos alunos não sabe fazer contas de dividir ou quem escreveu Os Maias. Não reprovem as crianças pois serão AVALIADOS em função do número de reprovações que fizerem!! Isto é um ultraje, uma vergonha. E temo que isto já não vá lá com demissões de ministros, nem sequer com o que quer que possamos fazer nas ruas ou quantos argumentos e pressões todos os partidos da Oposição tiverem junto da Assembleia da República.

Eu tinha vergonha de exigir aquilo que não tenho. Este Governo e este Primeiro-Ministro lembram-me o autoritarismo de Salazar nas suas políticas, fazendo-se valer da sua maioria absoluta, recusando ouvir seja quem for. Não há esquerdas nem direitas neste país, há sim um grande jogo de interesses, há sacos azuis nas autarquias, há betão por todo o lado, feito a martelo, envelopes de dinheiro debaixo da mesa entre autarcas e construtores civis, há processos deixados para trás, Casas Pias e afins, Apitos Dourados, não há Justiça, não há Saúde digna e igual para todos, a Segurança Social é um buraco, não há emprego, há milhares de licenciados desempregados, há pobreza, há fome, há um povo demasiado ignorante para se preocupar, demasiados jovens sustentados pelos pais a beberem e a drogarem-se demais, há, acima de tudo, como sempre houve neste país, muita desinformação, e muito pouco amor à educação e à cultura. E muita vergonha de se ser português.
Das duas uma: ou o senhor Presidente da República dissolve a Assembleia ou tiramos os cravos das espingardas, porque se isto não é uma República de direito democrata e livre, utilizem-se as medidas extremas. Os estudantes de Coimbra tiraram Salazar do poder e o golpe militar de '74 deu-nos o fim do Estado Novo. Penso que alguns milhares de professores já fariam mossa. E já é altura de mudar o rumo das coisas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Ele há gajas e gajas...

...que era dar-lhes com um gato morto nas trombas até o gato miar!




Soraia Chaves - só posso deduzir que o A.P.V. ande com uma crise de idade para ter escolhido esta tipa para o papel principal de Call Girl. Boas mamas, bom rabo e coiso e tal, mas não será preciso mais para se ser uma actriz digna desse papel? A gaja é boa todos os dias, até eu própria admito que iria mais depressa com ela do que com o Nicolau Breyner, mas bolas pá! Com tanta actriz neste país e logo havia de calhar esta aspirante a qualquer coisa que "por amor de deus digam à rapariga que nunca há-de fazer papéis em que não tenha de tirar a camisola"?... "Sentes como estou molhada?" é a frase chave. Está tão molhada como eu enquanto escrevo estas linhas... give me a break...




Elsa Raposo (mas também pode ser a Merche Romero) - ou as colunáveis loiras e maravilhosas do mundo faz-de-conta que anda nas páginas da Caras (mas também pode ser a Lux) - a sério. Estava aqui a pensar que vai aqui uma má língua neste Blog e não fica nada bem falar tão mal destas senhoras, por isso não vou mesmo mesmo dizer o que penso da Elsa Raposo MAS se calhar sem estas mulheres não poderíamos valorizar todas as outras, as que têm bastante ou apenas algum valor. A grande questão é: afinal o que é que a Elsa Raposo faz para ganhar a vida?




Maria de Lurdes Rodrigues - será que José Sócrates anda bom da cabeça? Demite-se o gajo da Cultura e o da Saúde e mantém-se esta (piiiiiiiiiiiii) no executivo a troco de quê??? De quê??? É que a Soraia ainda é toda jeitosa e na tela fica gira (caladinha), mas esta... não fica bem nem num alvo de dardos. (Já sei, estavam a pensar que este post era só pra gajas boas)...





Margarida Rebelo Pinto - o nosso caso sério de best-seller em Portugal, tudo aquilo que eu deveria ser neste Blog cheia de bons propósitos a falar ao coração das pessoas (mas não sou). A grande questão não é quem compra, mas sim quem continua a comprar(?) Muita gente, sim, eu sei, já li o Sei Lá e o Não há Coincidências (ficou a meio), mas como é possível gostar-se daquilo? Antes ler MRP do que não ler nada, dizem, mas... eu cá preferia não ler nada... ou ler a necrologia no jornal diário de província... penso que MRP gostaria de ser a nova namoradinha de Portugal, mas raios, a miúda tem azar! Primeiro foi a Catarina Furtado, depois a Bárbara Guimarães, depois a Isabel Figueira, e agora a Floribela... daqui a pouco já tem 50 em cima e lá se vão todas as oportunidades!... "que maçada, sei lá!"




Fátima Lopes - Ninguém é obrigado a gostar ou deixar de gostar da roupa, mas a atitude da mulher é enervante. Tipo MRP, mas com um ego do tamanho do Universo. E aqueles trapos são sempre a mesma coisa. Já alguém lhe disse? Imagem de marca... ya right... Consigo gostar mais da Elsa Raposo do que desta. Ao menos a Elsa tem coração...





Luciana Abreu aka Floribela - nem sei de qual delas goste mais: se da nova imagem de Luciana Abreu se da Floribela... estou em dúvida... (não encontrei nenhuma imagem daquelas da L.A. peço desculpa) Esta miúda faz-me lembrar a Britney Spears: tão virgem e tão pura no início e agora... Luciana, vê lá rapariga, tu não te estragues carago!




José Castelo Branco - definitivamente... sem comentários.



O que é que Soraia Chaves, Elsa Raposo, Maria de Lurdes Rodrigues, Margarida Rebelo Pinto, Fátima Lopes, Luciana Abreu aka Floribela e José Castelo Branco têm em comum? Na minha parca opinião são personalidades, figuras públicas que nunca deveriam ter sido mais do que bordadeiras ou mulheres a dias. Muito mau gosto disfarçado de muita soberba e pose de verniz. Só faltava que viesse a público que a Britney Spears é portuguesa...

Fica o vídeo.






quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

O Inferno é o fumo do cigarro dos Outros

Este Blog informa que passou a ser branco, pois o fumo do cigarro que aqui havia desapareceu. It's GONE.

O Psicologias da Treta não seria realmente da treta se neste novo ano cheio de tanta coisa boa (como a proibição do fumo de cigarro em locais públicos), não fizesse uma breve apreciação sobre os prós e contras da nova lei e, já agora, dar uma achegazinha e uma consideração bastante pessoal sobre o assunto.




Portugal não é, e penso que nunca foi, um país de gente civilizada. Ponto assente. Nível zero em cidadania e boas maneiras. Consideração pelos outros. Respeito pela Liberdade de cada um. Deveria ser proibido, tal como o fumo de cigarro, as pessoas comerem de boca aberta, fazerem ruídos estranhos aquando da degustação, arrotarem, levarem criancinhas aos berros e sobejamente mal educadas e, já agora, dizerem palavrões (tipo "o jogo de ontem foi uma merda, aquele árbitro é um cabrão..." e por aí fora)... isto em locais públicos. Já para não falar do lixo em abundância nas matas do nosso querido país livre, bem como nas praias que nos distinguem como um dos principais pontos turísticos do mundo. Não estou a brincar. Este país é uma vergonha. Você, caro leitor, sabe disso. Pode levar algum tempo a discordar, e mesmo assim, a afirmação de que somos um país de gente incivilizada, como é referido no início do texto, é muito suave. Arrisco mesmo a dizer que somos um país de selvagens. Selvajaria.

Eu concordo com a nova lei. Não tenho de concordar com o facto de termos todos de respirar aquelas coisas todas muito más que vêm no fumo dos cigarros dos outros, e nem sequer tenho de partilhar os malefícios da minha escolha enquanto fumadora suicida com os outros, os que optaram por dizer NÃO naquele momento em que os mais fortes e portatores de grande carácter pessoal e humano, se distinguem dos outros, os fracos, os que sucumbiram ao pecado de fumar um cigarrinho. Faz mal à saúde e isso já todos nós sabíamos. Que a proibição seria um mal necessário, é um facto eminente que mais cedo ou mais tarde, assim teria de ser, e não há volta a dar. Eu sou fumadora e reconheço que nalgum momento (vá, em bastantes) da minha vida, deverei ter acendido algum cigarro perto de muitas criancinhas e sim, fui má cidadã, egoísta e hedonista de pacotilha, coloquei o meu vício antes do bem-estar dos piquenos, mas merecerei o Inferno por isso?... tal como eu, a grande maioria dos fumadores que conheço. É proibido fumar, não se fuma. E ponto. Nem coloco em causa algo que me parece ser do genuíno interesse de todos.

O pior é mesmo o resto. É todo um conjunto de leis que indicam a proibição de algo bem mais precioso que isto, e todos calam, consentem, e daí eu achar que é uma idiotice falar-se nisto e não se falar no resto. O lixo, a poluição, a falta de consciência cívica e ambiental, de animais que se dizem pessoas e não passam de portugueses idiotas, que sujam tudo e não respeitam ninguém, levam os filhos a fazer piqueniques e ensinam-nos a sujar o que é de todos. Para estes não há leis, e estes são a grande maioria daquilo que é chamado de povo português. E o pior é que nem com proibições e leis contra o fumo estas pessoas vão apagar os seus cigarros. O fumo do cigarro é apenas a ponta do iceberg. Não dá trabalho e não custa dinheiro ao Estado chamar um GNR e fazer a denúncia daquele gajo que está ali, armado em estúpido a fumar o seu cigarro do contra (acontece, infelizmente). O que já dá trabalho e custa dinheiro, é colocar mais guardas florestais e polícia marítima a dizer à senhora que não deixe a fraldinha cagada do puto no meio do chão que é de todos. Ou chamar à razão os energúmenos que vão fazer barulho para o cinema, a comer ruidosamente pipocas. Ou mandar calar a criancinha aos berros durante uma refeição em que não tenho simplesmente de sofrer pelos tímpanos. E um sem número de coisas que supostamente são proibidas, mas que não são respeitadas porque dão muito mais trabalho e custam muito mais dinheiro ao mesmo Estado que abre noticiários todos os dias com uma não-notícia. É no fundo, uma falsa questão, ou deveria ser uma falsa questão, que nem em causa deveria ser colocada.

Com o tempo, as proibições serão cada vez maiores e mais pesadas. Fôssemos nós um povo civilizado e nada disto seria necessário. Desde a falta de bom senso até à falta de consideração, os portugueses só entendem a mão da proibição e o delinear de limites bem definidos. E ainda se admiram de ter sido Salazar a figura escolhida pelo povo?




terça-feira, 27 de novembro de 2007

Abuso sexual de menores





"Ah e tal, mais uma petição..." Não jovens, não é voltar a cabeça e dizer "ah e tal, mais uma petição" e passar à frente, e borrifar no assunto. Ao menos o que possamos fazer, que o façamos de direito e por consciência. A mim, mete-me nojo a pedofilia, pedófilos, abusos sexuais seja lá de que natureza for, casas pias e afins. Sei que sempre houve, hoje em dia há muito mais com a existência de sites na Internet, mas terá de haver um momento em que terá de deixar de haver. Sei que é muito maior do que nós, mas tem de começar por algum lado. E a vontade move montanhas certo?

Assinem já
aqui, por favor. Tenho alguma pena em verificar que a minha, foi a 61ª assinatura. Os mais cépticos podem sempre ler o texto abaixo.




To: Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa

Excelência

No exercício do direito de petição previsto na Constituição da República Portuguesa, verificado o cumprimento dos pressupostos legais para o seu exercício, vêm os signatários abaixo assinados, por este meio, expor e peticionar a V. Exa. o seguinte:

Somos um conjunto de cidadãos e de cidadãs, conscientes de que o abuso sexual de crianças não afecta apenas as vítimas mas toda a sociedade, e de que “a neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado” (Elie Wiesel).

Estamos unido(a)s por um sentimento de profunda e radical indignação contra a pedofilia e abuso sexual de crianças, de acordo com a noção de criança do art. 1.º da Convenção dos Direitos da Criança, que define criança como todo o ser humano até aos 18 anos de idade, e partilhamos a convicção de que não há Estado de Direito, sem protecção eficaz dos cidadãos mais fracos e indefesos, nomeadamente, das crianças especialmente vulneráveis, a viver em instituições ou em famílias maltratantes.

Os direitos especiais das crianças são dotados da mesma força directa e imediata dos direitos e liberdades e garantias, previstos na Constituição da República Portuguesa, nos termos dos arts. 16.º, 17.º e 18.º da CRP e constituem uma concretização dos direitos à integridade pessoal e ao livre desenvolvimento, consagrados nos arts 25.º e 26.º da CRP, e do direito da criança à protecção do Estado e da sociedade (art. 69.º da CRP).

Indo ao encontro das preocupações reveladas por V. Exa. relativamente às investigações em curso sobre crimes de abuso sexual de crianças a viver em instituições, e também ao anterior apelo de Vossa Excelência para que não nos resignemos e que não nos deixemos vencer pelo desânimo ou pelo cepticismo face ao que desejamos para Portugal, sendo que é dever do Estado de fiscalizar a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e outras instituições de reconhecido interesse público (art. 63.º, n.º 5 da CRP) e de criar condições económicas, sociais, culturais e ambientais para garantir a protecção da infância, da juventude e da velhice (art. 64.º, n.º 2, al.d) da CRP), vimos requerer a intervenção de V. Exa, através de uma mensagem à AR, ao abrigo do art. 133.º, al. d) da CRP, para a concretização dos seguintes objectivos:

1) A criação de uma vontade política séria, firme e intransigente no combate ao crime organizado de tráfico de crianças para exploração sexual e na protecção das crianças confiadas à guarda do Estado;

2) O empenhamento do Estado, na defesa dos direitos das crianças em perigo e das crianças vítimas de crimes sexuais, em ordem a assegurar a protecção e a promoção dos seus direitos;

3) O estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que assegurem o respeito pela dignidade e necessidades especiais da criança vítima de crimes sexuais, testemunha em processo penal, que evitem a vitimização secundária e o adiamento desnecessário dos processos, e que consagrem um dever de respeito pelo sofrimento das vítimas, nos termos dos arts. 8.º e 9.º do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os direitos da criança, relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis, documento ratificado pelo Estado Português, nomeadamente:
a) Proibição de repetição dos exames, dos interrogatórios e das perícias psicológicas;
b) O direito da criança à audição por videoconferência, sem «cara a cara» com o arguido;
c) O direito da criança se fazer acompanhar por pessoa da sua confiança sempre que tiver que prestar declarações;
d) Formação psicológica e jurídica especializada da parte das pessoas que trabalham com as vítimas, de magistrados e de pessoas que exercem funções de direcção em instituições que acolhem crianças, assim como de funcionário(a)s das mesmas;
e) Assistência às vítimas e suas famílias, particularmente a promoção da segurança e protecção, recuperação psicológica e reinserção social das vítimas, de acordo com o art. 39.º da Convenção sobre os Direitos da Criança e o art 9.º, n.º 3 do Protocolo Facultativo à mesma Convenção relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis;
f) Uma política criminal que dê prioridade à investigação de crimes de abuso sexual de crianças e de recurso ao sexo pago com menores de 18 anos;
g) Proibição da aplicação de pena suspensa ou de medida de segurança em regime aberto ou semi-aberto (ou tutelar educativa, no caso de o abusador ter menos de 16 anos), a abusadores sexuais condenados;
h) A adopção de leis, medidas administrativas, políticas sociais e programas de sensibilização e de informação da população, nomeadamente das crianças, sobre a prevenção da ocorrência de crimes sexuais e sobre os seus efeitos prejudiciais, no desenvolvimento das vítimas;

4) Proibições efectivas da produção e difusão de material que faça publicidade às ofensas descritas no Protocolo Facultativo à Convenção dos Direitos da Criança.

Requeremos a Vossa Excelência, que num discurso solene, dirigido às crianças, as cidadãs mais importantes do nosso país, assuma, para com elas, estes compromissos, prestando uma manifestação de solidariedade para com o sofrimento das vítimas, pois como disse Albert Camus “não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento”.



terça-feira, 9 de outubro de 2007

dEfIniTeLiTy.......................................................................................................... I LOVE Tarantino!





G I R L * P O W E R







Shots first, questions later!







Stuntman Mike: The woods are lovely, dark and deep. But I have promises to keep. And miles to go before I sleep. Did you hear me butterfly? Miles to go before you sleep.












Jungle Julia: [to Arlene] What about "kinda cute, kinda hot, kinda sexy, hysterically funny, but not funny-looking guy who you could fuck" did you not understand?









Stuntman Mike: [screams from his car] I'm sorry!
Kim: What?
Stuntman Mike: I didn't mean to, I was just... playing around!
Zoë: Oooh, he was playing around...
Kim:
BUT I AIN'T PLAYING WITH YOU!
[hits Stuntman Mike's car]













DEATH PROOF






Basicamente trata-se de uma história muito muito louca com um tipo que tem a mania de se meter (e matar) grupos de amigas. Basicamente o gajo não bate bem e tem um carro death proof (à prova de morte) até ao dia em que encontra pela frente quatro senhoras de grau de loucura igualmente (ou pior) insano que ele. Basicamente... só visto mesmo. Êxtase puro para mentes tortuosas. Violência quase gratuita num filme de acção e crime a lembrar os 70's com aquele cheirinho muito particular do realizador. Fica por ver o Planet Terror do Robert Rodriguez.



... ainda tenho a adrenalina a correr nas veias. Que final apoteótico!!!!!.... verdadeiramente um filme girl power!!!! Para ver com as amigas, em absoluto, as melhores... aqueles diálogos, não de conversa de gaja, mas de quem gosta realmente duma boa aventura, carros, crime, horror, velocidade, acção e muita loucura à la Tarantino. Já está assente na lista: he's my NUMBER ONE!!!!!!!!!!!!......




- Ladies, we're gonna have some fun...

domingo, 16 de setembro de 2007

...das confissões dos dias privados


às vezes apetecia-me ser pássaro

escreveu ela um dia.


... há lições que se aprendem, e uma delas é que nunca podemos deixar de ser claros quando o pretendemos e tampouco deixar de ser vagos quando nos interessa. Não pretende isto, na verdade, ser uma confissão, talvez mais uma confusão mental (afinal isto é ainda um divã; público, mas ainda assim um divã) e uma janela para o mundo.


Passeei pela blogosfera e fora os tais imprescindíveis blogs que considero geniais, existe uma panóplia de trampa pseudo-intelectual-a-armar-em-bom que só dá vontade de meter os dedos pela goela e perguntar bem alto à janela para os gatos ouvirem

porque raio manténs tu um blog a fazer parte do raio do sistema?????????????????????????????????????????????????????

Entenda-se que o "tu" é a voz do meu inconsciente a apoderar-se do meu todo.

A questão é que não mantenho um blog, eu mantenho dois blogs: um para os VIP's e outro para a escumalha. Chego à conclusão de que sou muito mais elitista do que seria suposto, e ao menos a minha trampa fica para os de casa. O resto é para nem prestar atenção. Seja: lá no outro posso ser a pessoa mais chata do mundo, sem fait-divers, e afundar-me na tristeza, no amor e nos lugares-comuns de quem anda perdido pela vida sem ter de chatear ninguém. Um registo da ferida em aberto para um dia mostrar aos netos que a avó até teve uma espécie de vida.

Neste, simplesmente não armo ao cagalhão nem entro em grandes dissertações repletas de conteúdo significativo ou de grande nexo: é mesmo o meu eu raivoso com espuma pelos cantos, e é uma treta. A passagem dos dias da treta, a forma mais simples de dizer que apenas estou aqui sem ter de dizer que fiz uma tatuagem, que sou de esquerda, que sou bué cool, que percebo imenso de arte, que ando a sentir-me miserável porque a vida é uma merda, que ninguém me entende ou que sou um génio da pastilha cósmica. Nem sequer ainda vendi um livro à conta disto, o que me remete irremediavelmente para o baú dos beautiful losers, mas sempre de cara lavada com muita maquilhagem à mistura. Este blog não serve para nada, só me serve a mim e aos quantos poucos que mandam umas bujardas e a gente ri-se toda atrás do pano, como no cinema. Posso garantir que já aqui fiz uns poucos grandes amigos, que já conheci muita farsa dada por amizade (ainda assim, comprei-a e devolvi à proveniência), que já ri, me enervei e chorei, bebi uns copos e troquei imensas impressões.


A grande questão é que já não há simplicidade em lado algum, e a velha máxima do Dr House aplica-se até na porcaria da blogosfera: toda a gente mente. Mentem quando se mostram "melhores" do que aquilo que são e mostram-se "mais tristes" quando na verdade nem a tristeza era assim tão grande afinal. O que resta? Uma certa feira de vaidades em que uns mostram o que lêem e o que ouvem e falam disto e daquilo e nuns bons 90% nem escrever em bom português sabem. São chatos bla bla bla bla... BORING! Outros falseiam diários de uma vida que inventaram para si mesmos: ou a que queriam ou a que é socialmente aceitável. Outros dão as opiniões dos clichés mais que usados (vou começar a pegar nesses lugares-comuns da blogosfera e fazer uns posts enche-chouriços à pala disso).


Tive um professor que dizia que nada é original. Nada. Ele defendia isso com unhas e dentes. E no fundo eu sei mesmo que ele tem razão, concordo inteiramente com ele, embora na altura eu não soubesse da missa a metade e disse "que não".
Contudo, existe um quê de original neste novo conceito de opinião pública, da blogosfera, que assenta numa crença desse princípio de liberdade de expressão. Toda a gente pode dar a sua opinião e mandar a posta de pescada, mas bastar-se-á a si mesmo ou será contraproducente? Acredito que a longo prazo haverá um cansaço e aquilo que não tiver fundamento ou genuinidade, falirá por si só, pois nada que seja falso se basta a si próprio. Não sobrevive, pois existe uma finitude em tudo. Até mesmo naquilo que sendo original, não é eterno, mas intemporal, pois as palavras a serem genuínas são livres e ganham significados aos olhos de outros. E isso é o que as torna realmente belas. Simples.


O resto é treta, e talvez seja eu a única que não mente no meio disto tudo. Basta ler o título: da treta.



P.S.: desculpem lá a parte da escumalha. se alguém se reviu nesta intensamelodramáticaesmiufradatristedecadente descrição de blogger, não leve a mal. É assaz abrangente e a tal máxima funciona em muitas frentes: everyone lies... faz parte da condição humana. E a isso ninguém consegue fugir.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

...and the winner is:

::imagem retirada daqui::




Nos dias que correm é complicado ouvir-se as lógicas da batata do nosso querido primeiro-qualquer-coisa-so they say"ministro", principalmente se se é dotado de alguma massa cinzenta, poder de raciocínio e se se lêem alguns jornais. Se é questionável ou não o seu diploma de engenheiro, sinceramente, I DON'T GIVE A SHIT!!! Mas que tenha ao menos a decência e distinta lata na cara de não vir a um microfone dizer que "temos menos professores, mais alunos, e o insucesso bem como o abandono escolar são os mesmos!" Isto é bom ONDE??? Que temos menos professores, é óbvio que sim (taxas de desemprego a aumentar no país em Setembro); temos mais criancinhas? Será que temos? Duvido, e duvido porque toda a gente tem muito menos filhos do que há vinte anos atrás e isto qualquer pessoa percebe (não é preciso ser-se doutor ou engenheiro) e será que é de aplaudir os níveis de iliteracia, analfabetismo, insucesso e abandono escolar? ISTO É BOM??, senhor engenheiro José Sócrates? Ao invés de distribuir processos disciplinares e perseguições ao melhor PIDE style a quem o interrogue, ainda que de forma humorística, responda às questões. Porque é que não fecham os cursos? Porque é que não abrem mais escolas básicas? É que essa fantástica receita que declama com orgulho de "menos professores, menos escolas, mais alunos e o mesmo insucesso"=(igual a)= grande bronca no ensino. Choque tecnológico? Era isto o choque tecnológico? Resultou, estou perfeitamente chocada.
Se complicado é ser-se engenheiro, ou pseudo-engenheiro, já não é assim tão fácil ser-se professor (basta comparar as médias de curso requeridas para o efeito), e muito menos governar-se um país. Não é para todos, de facto. Já ser-se ministra da educação é tarefa bem mais prazenteira: basta cumprir as ordens do master Sócrates e siga, ainda que para o efeito se tenha mais de 45000 docentes a odiar-nos e a desejar-nos morte lenta por atropelamento, asfixia, afogamento ou.... é preciso coragem, pessoal....
Ah sim, o prémio, já me esquecia... o vencedor do prémio "Vai Aonde Te Leva o Ministério da Educação" pode ser um honroso ex-aequo para as duas personagens supracitadas.
Quanto a mim? Não se preocupe, senhor primeiro Ministro... estou a pensar ir tirar um curso de Engenharia ali à Independente e investir numa carreira política... na Ilha da Madeira, para em coro aplaudir as vinganças prometidas do Albert John Garden para com os senhores do Terreiro do Paço...e viva o 11 de Setembro em Portugal!!!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Are You Talkin' to Me?











... apeteceu-me.


Irritam-me as pessoas desequilibradas, as pessoas dementes, as pessoas que não sabem ver o lugar delas, pessoas inconvenientes. Irrita-me a falta de maneiras, a estupidez e a burrice auto-induzida, a falta de classe, a brejeirice e a maldade gratuita. Irrita-me o facilitismo, a leviandade quer de gestos quer de palavras. Irrita-me o não reconhecimento de um erro e as teimosias cegas surdas e mudas.


Porque por vezes somos obrigados a ter de lidar com muita escumalha e vemos os nossos amigos em dor, e vemos a nossa própria... lembro-me de todos os motivos que me levam a nunca dar a outra face. Pelo menos, não a alguns.


nota: depois de receber feedbacks de como a imagem postada anteriormente é chocante, fica esta, a lembrar-nos que o terror pode estar implícito em mil e uma formas...

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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Tretas que morreram de velhas...

A Treta Mora ao Lado...