::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


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terça-feira, 11 de maio de 2010

She's Lost CONTROL

A propósito dos últimos devaneios virtuais.


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Agora a sério...





Hoje, no Olga Cadaval.



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Músicas e Álbuns da Minha Vida - Sete Mares





"Sete Mares", Sétima Legião, in Mar D'Outubro


::uma nova rubrica, um novo parágrafo, uma história, todas as histórias. falar de música(s) nos dias que correm é um acto indissociável de se pertencer a uma esfera/grupo/estereotipo/patamar intelectual/status whatever. basta para isto constatar páginas e páginas de facebook/hi5/myspace/blogs de tantas pessoas que por meio da arte de outros afirmam a sua própria individualidade e sentido de pertença ao enquadrar-se num estilo e não noutro, ser fã de algo, fazer menção a alguém ou a um grupo.

de todas as músicas que posso afirmar gostar, nem todas me marcaram, e é disso que sempre falo quando digo que gosto ou oiço isto ou aquilo. porque me marcou ou teve algum significado especial para mim. fosse uma fase de vida, de estado, de paixão, de descoberta, de surpresa, de depressão, fosse algo que me abrisse estados de alma, estados de estar, estados até mesmo de ser.

não podia deixar de começar com uma das mais antigas, das primeiras, das de sempre, das do tempo em que tinha uma irmã mais velha que me abria um mundo de canções que não as dos Onda Choc ou dos êxitos antigos em vinyl dos meus pais. o mundo das cassetes, o mundo dos gravadores, aquele em que se gravavam as nossas músicas preferidas a partir da rádio, a fazer pontaria ao momento em que o locutor deixava de falar ou começava a falar, mesmo antes de acabar a música. era o mundo da década de oitenta, das brincadeiras de rádio, que um dia seria a sério, eu é que não sabia...

até hoje, posso afirmar que os sétima legião são a minha banda preferida na língua de camões, e não serão muitas as que operam o milagre de abrir portas dentro duma memória de elefante como a minha. esta música, particularmente, envelheceu com a graça que só a intemporalidade lhe deu, como um bom vinho ou uma peça vintage, o vestido de casamento da mãe, uma jóia. porque só algumas coisas possuem a virtude de permanecer intactas no tempo sem se tornarem cansativas ou vulgares.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pormenores do meu quotidiano com algum interesse




Gosto disto. E há já muito tempo que não havia algo de que gostasse realmente.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A nossa TV II (séries das quais ninguém fala)

... "ah e tal" as séries do meu tempo... e vá de falar nas do costume: McGyver, Verão Azul, O Justiceiro, Três Duques, Alf, Uma Coisa do Outro Mundo, já para não falar das séries de desenhos animados e o raio do Dartacão...etc etc etc... então e as outras? Aquelas séries míticas que toda a gente via mas ninguém fala delas? Ah pois é...


[post em construção]

























































A melhor, por fim:



domingo, 28 de junho de 2009

Música "parece que não é, mas é" tuga - Sean Riley & The Slowriders

Perguntaram-me, a propósito de músicas, o que achava sobre "o projecto" (ehehehe, não resisto) dR.Estranho Amor. Eh... disse eu.

Gosto destes. Atente-se que não disse gosto mais.



quarta-feira, 13 de maio de 2009

Marli, uma Coisa do Outro Mundo

Eu pensava que já tinha visto e ouvido tudo o que de pior o ser humano pode conceber, e ainda assim conseguir chamar-lhe "arte", até à noite passada em que ouvi isto e percebi que há um mundo imenso a descobrir. Ou não.

Há quem lhe chame a Bjork brasileira.








* gosto particularmente da "evanessença"

terça-feira, 12 de maio de 2009

O Filho do "Reculuso"

Hoje criei uma nova etiqueta: tretas do tipo "ri-me tanto que me borrei todo". Acho que isto diz tudo.




sábado, 9 de maio de 2009

Portugal na CEE

A propósito da data de hoje, alguém é capaz de me elucidar sobre a data de adesão de Portugal às comunidades europeias? Supostamente terá sido em 1986, mas algumas fontes alegam ter sido em 1985.





Esta música é de 1981. Formação inicial dos GNR com Alexandre Soares.

domingo, 3 de maio de 2009

Reinvenções








Independentemente de gostar ou não dos The Gift (que não gosto), este projecto "Amália Hoje" suscita profunda desconfiança da minha parte, logo à partida, porque para mim, tal como para a grande maioria dos portugueses, Amália não é de ontem, hoje ou de amanhã. Amália é de Sempre.




Gosto do chamado "Fado Novo" e do "Novo Fado", em que surgem nomes como Deolinda ou Camané. Gosto do fado vadio de Lisboa e do fado cantado nas ruas de Coimbra. Gosto mais do fado cantado pela voz masculina do que feminina e, para mim, mulher que canta fado, o nosso fado, é a grande Amália. Gosto de fadistas como a Mariza, a Cristina Branco, gosto. Gosto imenso da Dulce Pontes e daquele álbum que fez com o Ennio. Gosto da sua versão do Povo Que Lavas no Rio. Gosto da vertente nova e da roupagem que dão ao fado sob uma vertente pop ou electrónica, não me choca nada a adaptação. Pode existir em tudo isto alma, pode em tudo isto haver autenticidade. O que se segue não é nenhuma contrariedade de alma com aquilo que é a reinvenção do fado. Gosto de reinvenções. Gosto de covers, quando eles de facto acrescentam algo de novo. Ao menos, quando são genuínos.




Do que eu não gosto é que me atirem areia para os olhos, e à sombra de um nome tão grande como o da Amália, façam discos deste género, que mais não servem do que promover as próprias bandas, neste caso declaradamente dos Gift. Falo pois, do novo álbum do Projecto Hoje, "Amália Hoje". Não gosto mesmo nada, para além de não gostar nada daquele som, daquela interpretação tão desprovida de alma, tão sem nada de novo, tudo tão forçado. Não acrescenta nada ao que já existia. Não reinventa nada, não traz uma nova pulsação, são apenas covers de temas cantados pela vocalista dos The Gift. Ouvir aquilo é como ouvir os The Gift: the same old. A questão não é se conseguiram reinventar o fado de Amália transformando-o em música pop, a questão é que os The Gift não se conseguem reinventar a eles próprios, nem com as letras que Amália cantava, nem com arranjos musicais à la Arcade Fire.






Não gosto de criticar tão acerrimamente um "projecto" (tudo em Portugal é projecto, ex-projecto, projecto do ex-projecto, futuro projecto a partir de um projecto passado), e gosto ainda menos de falar sobre música - porque gosto muito de música e de muitos géneros e muitas bandas - mas detesto sobranceria e a soberba de quem se insurge como iluminado ou acha que fez algo de muito diferente do que lhe é já tão habitual. Obviamente haverá quem goste. Eu não gostei.
É apenas mais do mesmo. É pena.



Em paralelo e porque nem tudo é um pseudo-projecto, porque mais difícil é reinventar-se pop a partir de pop, gostei bastante do "projecto Humanos" (mais um, mas este é dos bons) a partir de temas do António Variações. Manuela Azevedo, Camané e David Fonseca como nunca ninguém os vira antes em temas do nosso Variações. Bem hajam!
A imagem da Amália foi "reinventada" por mim.
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domingo, 22 de março de 2009

A Primavera começou assim...

W.A. Mozart - Sonata em Si bemol Maior for violin and piano (Gerardo e Larsen)
Moskowsky, M. – Suite para dois violinos e piano (Gerardo e Rodolfo)
Vivaldi, A. – Concerto para três violinos e Orquestra de Cordas em Fá Maior (arranjo para piano) (Gerardo, Rodolfo, Marta e Larsen)
Tchaikovsky, P. – Meditation para violino e piano (Gerardo e Larsen)
Ravel, M. – Sonata para violino e piano em Sol Maior (Gerardo e Larsen







::fotografia de rankin::

terça-feira, 3 de março de 2009

Puxões à Memória e Lições de Moral

[Post dedicado à malta da nossa grande Academia de Coimbra.]













Não, não é um post sentimentalóide ou nostálgico ou lamechas, este. Na grande maioria do tempo, lembrar-me da minha bem amada Lusa Atenas é maior o riso do que o blue feeling, é mais fácil a pergunta "como é que fui capaz de?" do que o lamento de nunca ter feito. Isto abarca muito mais do que o canudo, o estatuto e os jogos de cartas que fazíamos tardes a fio, num sobe e desce dentro da carteira do Bispo. Engloba muito mais do que os primeiros amores, as lágrimas sofridas a ouvir Cohen e Cure e Tindersticks e etc etc etc e as cartas escritas às colegas de todos os dias que faziam as vezes das amigas de infância, num tempo em que não haviam blogs. Escreviam-se testamentos nessas cartas. E a seguir íamos beber um copo e um café até às seis da manhã e discutir essas cartas. E os meninos bonitos do FCDEF. É maior que a perda da inocência (essa, regenera-se, aprendemos a fazê-lo, ao fim de um certo tempo, pois nada de tão mau tem uma importância tão significativa que nos impeça de viver e faz tamanho estrago que justifique sermos uns merdas duns amargos o resto da vida).


A memória de Coimbra chega a ser maior do que todas as noitadas, borgas em directas intermináveis a culminar nas moelinhas e caldo verde da Via Latina ou na espiral de decadência alcoólica da States. Coimbra é muito mais do que a paisagem urbana feita de Botânico, Portugal dos Pequenitos, biblioteca da Universidade, Torre da Universidade, Praça da República e capelas que tais. Ou era, dado que os nomes foram trocados e as vivências serão já outras, novas recordações, um velho tempo por um novo tempo.


Coimbra é a História feita das histórias de quem por lá passou e de quem a visitou.


A minha memória daqueles tempos é muito mais do que apenas tudo isto, que já é muito: é o tempo mais reduzido em que conheci o maior número de pessoas decentes, que escusavam as lições de moral, numa desproporção inigualável. A minha melhor memória de Coimbra é pensar que quase tudo o que veio depois é uma valente enxurrada de merda de que tenho memória desde que nasci e Coimbra, uma espécie de reduto do resto da vida que tive o privilégio de viver.




*isto obviamente não se aplica às colegas de turma (quase todas), que apontavam os pecados dos outros com honras de ratazana de sacristia, mestres dos bons costumes e moral.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Animais como Nós

Há coisas inexplicáveis, coisas que nos fazem ver a vida através de outro olhar que não o nosso, e no entanto, somos nós que vivemos dentro da pele dessa outra pessoa que pensávamos que não existia.

Coisas como este quiz, esta insónia e esta música "Street Lights". Logo eu, que não gosto do Kanye West. Não me sai da cabeça, esta música. A culpa é da Anatomia de Grey.

Amanhã é segunda-feira.
Amanhã é dia de trabalho.









You're The Animals!

You're just a soul whose intentions are good. You are praying for
some understanding, but somehow you seem to know already that it's not going to come
through. You wouldn't have thought that a mere house could ruin your life, but now
you don't even look forward to the sunrise anymore. With all this ruin, you think it
might be time to go on some sort of tour. You've got to get out of this place, if
it's the last thing you ever do.



Take the Animal Quiz
at the Blue Pyramid.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Yesterday Tomorrows




A ideia de ver um concerto de Tindersticks, nesta altura da sua longa carreira, em que se chegou mesmo a pensar que o Stuart "tinha feito as malas", num timming perfeito a par de uma fase estranha na minha vida, em que ainda não "recordo os bons velhos tempos" ou a "música do meu tempo", em que era uma das bandas que mais ouvia em Coimbra, nos meus "verdes anos", das alturas de cor de corno e dos supostos males de amor, faz e dá que pensar que o espectáculo é longo, que tudo isto não passa de uma piada de mau gosto que nos contaram quando nos disseram que "um dia vai ser mais fácil".



Nunca é fácil. Talvez seja para alguns, mas nunca o será para mim.

Ouvir Tindersticks ontem à noite não foi fácil, porque para além de superar todas as expectativas de alguém cínico como eu, sempre à espera da grande falha e da desculpa para a grande desilusão, o murro no estômago foi muito forte.
Não é de música que se trata, é da própria vida a acontecer, e da manifesta premonição de tudo o que é ainda novo, de tudo o que ainda nos faz sofrer. A lembrar-nos que não há espaço para haver um passado enterrado num tempo, e que o amanhã pode bem desenterrar-nos lágrimas ao som destas músicas, que o presente não é nem estará acomodado.


Um concerto que me lembrou que pior do que se ser nostálgico, é viver a vida e a música que a acompanha a cada dia que passa. A cada lágrima que cai. A cada "tiny tear" que se perde.





























then it turned down down my feet
and the buildings and trees live with the wind
left me standing in a courtesy to scream
when i was stranger to everyone
and everyone was a stranger to me

if i could touch you down
and tell you all the things i never said
of how you hid those tears away from me
like i couldn't hear

for i loved you through this wilderness
i loved you through the shit
i loved you through the best times
-----
and from the other side of the world

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Parvoíce do dia II




Hoje estou assim meio parva. Andei parva o dia todo. Depois ouvi esta música, que já não ouvia há muito muito tempo. Na televisão, numa série qualquer. Ouvi Counting Crows, "'Round Here", na rádio. Calhou. Na TSF. E só faltava ouvir Wilco ou Pavement para me sentir ainda mais parva.

Estou a ficar cada vez mais parva. E a sentir-me cansada de tanta parvoíce.





"Laundry Shop" - fuck



Tenho saudades de certas bandas.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009




Anda por aí um desafio na blogosfera muito interessante, que consiste em descrevermos a nossa vida e aquilo que somos através de temas musicais de uma banda apenas. Decidi abraçar o desafio e responder com temas de Morrissey/Smiths. Não é uma banda ou autor demasiado óbvio naquilo que me diz respeito. Não é a escolha lógica, como seria uma Cat Power, mas a vida faz-se de escolhas pouco óbvias.

Right?


1. És homem ou mulher? Girl Afraid


2. Descreve-te. Bigmouth Strikes Again / I Am Two People


3. O que pensam as pessoas de ti? First Of The Gang To Die


4. Como descreves o teu último relacionamento? You Know I Couldn't Last


5. Descreve o estado actual da tua relação. Is It Really So Strange?


6. Onde querias estar agora? Back To The Old House


7. O que pensas a respeito do amor? Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me


8. Como é a tua vida? My Life Is An Endless Succession Of People Saying Goodbye


9. O que pedirias se só pudesses ter um desejo? Please, Please, Please, Let Me Get What I Want


10. Escreve uma frase sábia. The World Is Full Of Crashing Bores



* considerem-se "desafiados" todos os que por aqui passarem. Podem deixar mesmo na caixa de comentários.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

UK rules








Hoje acordei com estas duas na cabeça.
Roisin and Allison On My Mind.

Isto sim, é nostalgia.



[clicar nas imagens #1: forever more; #2: white horse]





quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Conversa [Virtual] da Semana





Isto, obviamente, tem direitos de autor.
Uma conversa entre homens.
Roubada, descaradamente,
aqui.


Hank says:
fdx ja me começa a irritar a cena indie raiva contra corgan
handshakefulness. says:
lol
Hank says:
tipo, o corgan podia aparecer com um album do ano e pa pitchfork era uma merda
handshakefulness. says:
começa-me a irritar a cena feminina raiva contra mim
handshakefulness. says:
o corgan é uma merda...
Hank says:
os animal collective podiam aparecer com um album de merda e era bom
Hank says:
esta merda é so preconceitos de tpos pseudo qeer coisa
Hank says:
tipos
handshakefulness. says:
haha
Hank says:
e isto aplicase a imensas mrdas
handshakefulness. says:

handshakefulness. says:
as gajas odeiam-me
Hank says:
e tu percebesme crl
Hank says:
tu ouves hip hop
Hank says:
lol
Hank says:
http://www.pitchforkmedia.com/article/download/48972-smashing-pumpkins-superchrist
Hank says:
essa mrda ta boa
Hank says:
tirando a parte paneleira dos violinos
handshakefulness. says:
lol
handshakefulness. says:
não deve estar
handshakefulness. says:
não gosto dele
handshakefulness. says:
só gosto de uma canção dos pumpkins
Hank says:
sim mas tu n comes gajas
Hank says:
qual?
handshakefulness. says:
pois não
handshakefulness. says:
não digo
Hank says:
lol
Hank says:
diz la
Hank says:
alguma merda paneleira
Hank says:
e tens vergonha
Hank says:
tta merda boa e gostas de uma musica paneleira dos pumpkins
Hank says:
fdx
Hank says:
depois dizes q n comes gajas
Hank says:
e o crl
handshakefulness. says:
adivinha qual é
Hank says:
soma
handshakefulness. says:
não
Hank says:
zero (aqele q n come gajas)
Hank says:
?
handshakefulness. says:
não
Hank says:
sei la crl
Hank says:
os gajos devem ter umas cem musicas
Hank says:
diz
handshakefulness. says:
não digo
Hank says:
fdx
Hank says:
coitado do corgan
handshakefulness. says:
1979
Hank says:
o gajo só nao se matou
handshakefulness. says:
porque tem demasiado amor próprio?
Hank says:
nao faço ideia
Hank says:
se o gajo se tivesse suicidado agora andavam gajos pseudo-cena-underground com tshirts dos smashing
Hank says:
assim, é uma ganda merda
Hank says:
quero que se fodam todos
handshakefulness. says:
não era nada
Hank says:
claro que era
Hank says:
é até demasiado óbvio
Hank says:
se o kobain n se tivesse matado era um corgan ag
Hank says:
se o elliott smith n se tivesse matado nem sequer ninguem o tinha ouvido
Hank says:
estas merdas são tristes
Hank says:
ainda mais tristes são os gajos que as criam

domingo, 25 de janeiro de 2009

Acordar assim a um Domingo...















Tudo por vezes pode ser muito mais do que nada se lhe dermos a importância adequada. Perspectivar situações está apenas na nossa mão, bem como a direcção que queremos seguir.

E há coisas estupidamente anormais e pessoas absolutamente fantásticas. Basta olhar para tudo como se tivéssemos de novo dois anos de idade para que esses contornos sobressaltem de entre tudo o resto que simplesmente está a mais.

Eu diria que há inutilidade dentro de um tempo que se desperdiça se quisermos que assim seja. E felizmente, há também, horas felizes.

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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Tretas que morreram de velhas...

A Treta Mora ao Lado...