::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


quarta-feira, 3 de junho de 2009

"Eu já fui assim como tu"











No espaço de um ano conto pelos dedos das mãos (e dos pés) a quantidade de colegas (todas mulheres) MAIS NOVAS QUE EU que me disseram

"eu já fui assim como tu..."

e eu fico assim com cara de parva, e não sei se é para rir ou chorar, ficar ou fugir, aceitar ou repudiar, não sei se é bom ou se é mau

porque

a afirmação é dita com uma certa pena e admiração do que se foi e se perdeu, mas mistura um certo desdém de alguém muito mais experiente, alguém que já trilhou este errado caminho em que me encontro, tudo a propósito de dizer aquilo que penso, de forma mais ou menos cínica ou mais ou menos directa. Pessoas que pouco sabem da minha vida pessoal e profissional quase a elogiarem-me pela "coragem" que eu tenho, mas que lá no fundo, acham mesmo que é uma doença rara.


Um pouco à laia de "quem avisa teu amigo é" porque o melhor é fazer jogos de bastidores e neste triste espectáculo que é a vida, nunca é bom saber de que lado se está. Nunca se sabe com o que se conta. Importante é saber agradar a todos. Sempre com um sorriso nos lábios.

««««»»»»

Pena peninha daquilo que já tive e já não tenho, só se for a capacidade de ressacar com mais energia e menos dores de cabeça. Só.
.









What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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