Supostamente deveria escrever sobre AQUELE outro post relacionado com o que os outros pensam de nós e do quão bom e maravilhoso seria podermos ser uma mosca apenas para ouvir as conversas paralelas em que o assunto principal é a nossa pessoa, mas... não temos tempo!(eheheh), e esbarrei neste anúncio, também no fantástico blog Different Seasons, e como acho uma certa piada à temática e ainda ontem fui ao cinema, acho por bem complementar o post que seguiu abaixo sobre o western visionado.
Às vezes, o western passa-se na cadeira mesmo ao nosso lado, e poucos de nós acham piada ao facto. Confesso que sou avessa a multidões dentro duma sala de cinema (aliás, sou avessa a multidões, daí não ser grande fã de festivais do género Paredes de Coura ou Sudoeste), tal como não sou propriamente grande apreciadora de pipocas (em ocasião alguma) e ainda menos de gente mal educada, barulhenta, etc. Posso eventualmente cochichar antes do início do filme e se a sala não estiver muito cheia, bem capaz serei de tecer um ou outro comentário com o parceiro do lado. De igual forma, sou incapaz de mandar alguém calar ou de fazer barulho ou ainda, de comer as enervantes pipocas, como se estivesse em casa. Confesso que salvo um ou outro episódio mais chato, em que me aborreço e lanço o olhar surdo e fulminante no escuro, não ligo a essa malta. Passo ao lado. Ignoro.
Um facto curioso é que são as pessoas aparentemente mais calmas que realmente se enxofram com atitudes do género; à semelhança do adepto fervoroso do FCP, calminho e bom chefe de família que é capaz de gritar pela casa toda GOLO ou que o árbitro era filho duma senhora dada a práticas... ok, já perceberam, era uma senhora muito dada, ou ainda, daquele rapaz que é uma jóia de moço, mas que se enerva histericamente ao volante quando assiste àquelas manobras tão bem conhecidas das nossas estradas. São as chamadas transformações do tipo Dr Jekyll e Mr.Hide.
Por mais tolerantes que sejamos, por maior ou menor que seja o grau de paixão que colocamos naquilo que fazemos ou somos, existe uma facção negra ou um lado obscuro na nossa personalidade, que quando accionada, leva-nos a fazer coisas e a tomar atitudes, que de cabeça fria provavelmente não faríamos. É o tal nervo pequenino dentro do nosso cérebro, o frasquinho que se parte quando a coisa não corre bem...
Fica o vídeo. Brilhante.
Às vezes, o western passa-se na cadeira mesmo ao nosso lado, e poucos de nós acham piada ao facto. Confesso que sou avessa a multidões dentro duma sala de cinema (aliás, sou avessa a multidões, daí não ser grande fã de festivais do género Paredes de Coura ou Sudoeste), tal como não sou propriamente grande apreciadora de pipocas (em ocasião alguma) e ainda menos de gente mal educada, barulhenta, etc. Posso eventualmente cochichar antes do início do filme e se a sala não estiver muito cheia, bem capaz serei de tecer um ou outro comentário com o parceiro do lado. De igual forma, sou incapaz de mandar alguém calar ou de fazer barulho ou ainda, de comer as enervantes pipocas, como se estivesse em casa. Confesso que salvo um ou outro episódio mais chato, em que me aborreço e lanço o olhar surdo e fulminante no escuro, não ligo a essa malta. Passo ao lado. Ignoro.
Um facto curioso é que são as pessoas aparentemente mais calmas que realmente se enxofram com atitudes do género; à semelhança do adepto fervoroso do FCP, calminho e bom chefe de família que é capaz de gritar pela casa toda GOLO ou que o árbitro era filho duma senhora dada a práticas... ok, já perceberam, era uma senhora muito dada, ou ainda, daquele rapaz que é uma jóia de moço, mas que se enerva histericamente ao volante quando assiste àquelas manobras tão bem conhecidas das nossas estradas. São as chamadas transformações do tipo Dr Jekyll e Mr.Hide.
Por mais tolerantes que sejamos, por maior ou menor que seja o grau de paixão que colocamos naquilo que fazemos ou somos, existe uma facção negra ou um lado obscuro na nossa personalidade, que quando accionada, leva-nos a fazer coisas e a tomar atitudes, que de cabeça fria provavelmente não faríamos. É o tal nervo pequenino dentro do nosso cérebro, o frasquinho que se parte quando a coisa não corre bem...
Fica o vídeo. Brilhante.
