::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


domingo, 16 de novembro de 2008

Sábado e Domingo







[after having found a CD they believe contains files of the CIA]
Linda Litzke: You should put up a note in the ladies locker room.
Chad Feldheimer: Put up a note? "Highly classified shit found: Raw intelligence shit, CIA shit?" Hello, anybody lose their secret CIA shit? I don't think so!

in Burn After Reading (2008)

O melhor filme dos irmãos Coen desde o fabuloso Big Lebowski, de (já?) 1998. Na minha parca opinião, obviamente. Como diria o "outro", vale o que vale. Excelentes interpretações de John Malkovich, Frances McDormand e Brad Pitt. O humor como sempre deveria ser.






"Once upon a time, I wanted to know what love was. Love is there if you want it to be. You just have to see that it's wrapped in beauty and hidden away in between the seconds of your life. If you don't stop for a minute, you might miss it."


in Cashback (2006)




Não é apenas mais um filme que fala de amor para aqueles que acreditam no amor. É cru, é belo (tem uma fotografia excelente), é sensual e sexual (sem cair na vulgaridade) e tem, a espaços, uma parcela finita de cinismo. A personagem principal, narrador da sequência, é um jovem muito jovem em que talvez muitos de nós já não nos revejamos, talvez ainda nos identifiquemos, mas que pela sua maturidade, pela sua inteligência emocional e uma despretensão algo incomum do que é habitual nas pessoas da sua idade, ganha o estatuto de "diferente". Ainda por cima é artista, um pintor que congela os segundos de forma a fazer com que o tempo passe mais depressa. Todos temos tácticas para fazer "passar o tempo" nas tarefas que mais tempo achamos que perdemos a concretizá-las. Não olhar para o relógio, por exemplo. Ele faz precisamente o contrário, perdendo-se em cada "frozen second", tirando partido de cada um dos tique-taques do ponteiro dos segundos. E é nesses segundos de estática que descobre o que é o amor.

Um filme de Sean Ellis que nos relembra a importância de saber parar. Em vez de querer sempre avançar.




Foi um óptimo fim-de-semana.

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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