::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Post Sério em Jeito de Balanço







::nos assombros dos dias velozes, a roubar-nos horas de vida na vida tão veloz também ela, a troçar, a brincar, a fazer de nós seres mais cheios de dores, mais cheios de alegrias, mais cheios de nós, mais cheios do outro, mais cheios de tudo, do amor talvez,




renascemos um pouco sempre da esperança perdida





















...




e às vezes só andamos um pouco mais cansados apenas, cheios de demasiados "tudos" e exigimos demasiado dos outros, de nós próprios e enfatizamos aspectos que deveriam ser feitos de simplicidades maiores, menos complicados. todos os dias cumprimos um dever e obtemos algum tipo de prazer e subimos mais um degrau. e talvez não tenhamos feito mal a ninguém e pagamos os pecados que não cometemos. ou talvez tenhamos feito numa outra vida. os ciclos são preenchidos com o tempo que alguém inventou e designou de segundo, minuto, hora, dia, mês, ano, década, século. e é uma estupidez porque eu posso contar os segundos mais rápidos do planeta e chamar-lhes segundos sem o serem, ou o meu coração bater um milhão de vezes antes que alguém conte até mil e um número não passa de um número apenas. antes que demos por isso, a vida passsa num instante e a nossa missão deveria ser a de procurar estar bem, fazer o outro mais feliz, sem um número de vezes infinito, mas nem sempre o bem triunfa e temos problemas, fazemos tragédias, choramos mais do que rimos e a realidade esgota-se dentro de mil realidades e cada um tem a sua visão dos factos, a sua própria realidade e muitas vezes as realidades são mundos pequenos cheios de lágrimas.

o facto é que passou mais um ano e fecha-se mais um ciclo, daqueles ciclos numéricos e cartesianos que alguém se lembrou de inventar. é mais um pretexto para nos lembrarmos de alguém e cada um de nós e de vós tem um dia em que é lembrado. que é festejado.

a realidade é que melhores dias virão. para todos. eu sei. está escrito naquele livro que vive naquela casa, reinado de todos aqueles que olham o céu e esperam realmente por dias melhores. e eu continuarei apenas a misturar o 30 e o 31 como se fossem cores que juntas dão uma cor que dizem que não é obtida de maneira alguma e que apenas existe na natureza como primária. eu digo que é a cor dos dias felizes. os dias que havemos de memorizar como os dias da casa azul.


What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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