
O problema de se crescer não é deixar algumas coisas para trás, crenças, opiniões, juventude, inocência, vigor, saúde ou impaciência própria da tenra idade. O problema de se crescer não está no peso, nos vícios que se ganham e que se perdem, de ver o mundo com outros olhos, no ganhar rugas, responsabilidades e problemas. O problema de se crescer não é a soma de demónios (muitos desaparecem com o acumular de experiências, e alguns até desaparecem com a memória do tempo).
Isso são tudo tretas pseudo-filosóficas para quem tem tempo para se preocupar com elas.
O problema de se crescer, seja aos oito ou aos oitenta, é estar-se mais perto da morte. Apenas isso, seguir a ordem natural das coisas. O tempo que escasseia até se fazer tudo o que nos faz dizer no leito de morte que se "teve uma boa vida" e estar-se grato pelo que se construiu.
Entretanto vou ali brincar com a minha Barbie Elegance (nova!) e já volto. ahahahahahaha.
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