::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


sexta-feira, 17 de abril de 2009




O problema de se crescer não é deixar algumas coisas para trás, crenças, opiniões, juventude, inocência, vigor, saúde ou impaciência própria da tenra idade. O problema de se crescer não está no peso, nos vícios que se ganham e que se perdem, de ver o mundo com outros olhos, no ganhar rugas, responsabilidades e problemas. O problema de se crescer não é a soma de demónios (muitos desaparecem com o acumular de experiências, e alguns até desaparecem com a memória do tempo).



Isso são tudo tretas pseudo-filosóficas para quem tem tempo para se preocupar com elas.



O problema de se crescer, seja aos oito ou aos oitenta, é estar-se mais perto da morte. Apenas isso, seguir a ordem natural das coisas. O tempo que escasseia até se fazer tudo o que nos faz dizer no leito de morte que se "teve uma boa vida" e estar-se grato pelo que se construiu.


Entretanto vou ali brincar com a minha Barbie Elegance (nova!) e já volto. ahahahahahaha.



__________________________________________________________________________________

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

Expresso

Publico.pt Última Hora

Visão

Tretas que morreram de velhas...

A Treta Mora ao Lado...