::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


domingo, 24 de maio de 2009

"És a maior lá do teu bairro!"

Nota: pensei em intitular este post "És a maior lá do bairro 'pá'!" porque o "pá" é notoriamente corporativista, mas acho que assim até fica melhor. É de exemplos histéricos como este que se faz uma escola melhor, onde professores e pais "lutam" (a luta é sempre corporativista) por uma sociedade mais justa. Generalizemos, pois então. Segue-se o vídeo ilustrativo da "coisa". De rir, apenas isso (o tamanho da letra é pequenino para não chatear muito).




"Fora eu mãe das crianças, alunas da professora Josefina da escola de Espinho e teria feito o mesmo que fizeram as mães das alunas da professora Josefina. Nome da náusea, do nojo que me entrou casa dentro. Esconderia um, dois, três, vinte gravadores que me servissem para ouvir, à clara luz da mais abjecta e inequívoca verdade, a voz da violência despejada em cima de crianças pois este é o assunto e não outro. E espero que este caso suscite as mais amplas «reflexões» críticas sobre aquilo de que são capazes os professores, tal e qual assim generalizado, na simetria rigorosa do caudaloso «pensar» sobre a indisciplina de alunos, crianças ou «criancinhas» conforme se pretende criar o efeito da meia suja. Espero pelas poderosas «teorias» do caos, «retórica» superior nascida da clínica atenção dos Barretos, Cratos, Mónicas, Castilhos, Fiolhais a que se colará o inefável Mário Nogueira mas, ah sim, sem esquecer a dona Fátima do Prós e Contras mas, desta vez, sob o tema: professores que nunca deveriam ser professores mas são professores porque o sistema o permite e a corporação os defende com unhas e dentes, pudera, olha que espanto! Bem sei que espero sentada e aqui estou a coser mantas de quatro por cinco metros. Importante: bem podem escrever-me os professores do costume com os insultos do costume e os erros ortográficos habituais que tudo irá para o lixo. Illico.
"


por Fátima Rolo Duarte (não, não me dei ao trabalho de linkar)



"Leva lá o guiador..."







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