
Tenho-me deparado com diversas situações que dizem respeito ao comportamento das pessoas no trabalho, das quais retiro diversas conclusões:
- a grande maioria dos homens está a perder qualidades de macho e as virtudes pragmáticas que tão bem os definem como homens e galos "donos de capoeira", ou seja: andam armados em "conas", em "galináceos" de terceira categoria, em totós, em maricas, em espécies de gajos armados em "alternadeiras" e instrumentos de coscuvilhice fútil e infantil. Em suma, armados em "gajas".
Não sou do tipo de mulher que defende acerrimamente aquilo que algumas mulheres defendem, que os homens é que são os "bons amigos", bons ombros, bons colegas, etc, que "elas" são umas cabras manipuladoras e invejosas. Nada disto. Ao mesmo tempo, sempre revi mais qualidades nos homens como colegas de equipa, dado que têm uma visão pragmática, "limpa" e imparcial relativamente a alguns pontos. São mais sérios, mais distantes e mais humildes, menos competitivos, mais educados. Tenho verificado que isto está-se mesmo a perder. Não na maioria, mas algo está a ficar pelo caminho.
- da mesma forma, as mulheres mais perigosas não são aquelas que me tiram do sério e fazem perder estribeiras, pela sua falta de humildade e arrogância, pela sua falta de modos e maneiras à camionista, que gritam com toda a gente e têm "falta de peso" e de vida e de amigos. São as que usam de linguagem que rima com hipocrisia, as que agradam a gregos e troianos. As que falam mal de um e de outro nas suas costas e se desviarmos o olhar, no segundo seguinte, estão a confraternizar com toda a gente.
Tanto o primeiro caso como o segundo, denotam falta de carácter. No meio de tudo isto, vejo-me muito perdida, por vezes.
Por estas e por outras, é que cada vez mais, gosto cada vez menos de pessoas.
E siga.
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