::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


domingo, 15 de fevereiro de 2009

Isto Sim É Sétima Arte


Não sou grande fã de comédias. Acaba por ser estranho em si, pelo facto de ser uma pessoa de riso fácil, mas a verdade é que não gosto de comédias, e se for pensar nas comédias da minha vida, elas cabem-me nas palmas das mãos. O que de si já não é mau.
Penso que é mesmo o género mais difícil de agradar, de interpretar, de fazer.

Um mau drama passa despercebido, mas uma má comédia nunca passa.

Nunca apreciei muito os Monty Phyton, ao contrário de quase toda a gente que conheço, e não faço daquilo enciclopédia do humor ou referência no que implica uma boa gargalhada. Não interfere no meu sistema nervoso de riso. Até mesmo os Gato Fedorento (de que gosto muito), têm sketches que não me fazem sorrir sequer, ou porque são demasiado nonsense, ou demasiado pretensiosos, ou demasiado qualquer coisa e quando assim é, a aplicar em demasia, é como um prato que levou demasiado sal ou pimenta ou picante.

A comédia é, efectivamente, uma fórmula difícil de obter e deve alcançar o maior número possível de pessoas, senão seria uma private joke.

Não sei definir ao certo o que é que me faz rir ou qual o meu "tipo de humor", e muitos dos que vou referir nem estarão etiquetados como comédias, mas foram os filmes que mais me fizeram rir até hoje. Não se pode comparar um Jack Black a um Woody Allen, ou um Emir Kusturica a um Wes Anderson, mas todos são incomparáveis e todos me fizeram rir.



Aleatoriamente, são estes os da minha hilariante eleição. Sem ordem de preferência ou de chegada. Muito do que depende uma boa gargalhada depende da altura da nossa vida em que vemos determinado filme. Não necessariamente do estado de espírito, mas, acima de tudo, a capacidade de nos vermos em cada um daqueles papéis.





The Darjeeling Limited (2007), de Wes Anderson





Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan (2006), de Larry Charles





Little Miss Sunshine (2006), de Jonathan Dayton/Valerie Faris





The Big Lebowski (1998), de Joel Coen/Ethan Coen





Nacho Libre (2006), de Jared Hess





The Big White (2005), de Mark Mylod




Shrek (2001), de Andrew Adamson/Vicky Jenson





Delicatessen (1991), de Marc Caro/Jean-Pierre Jeunet




Zoolander (2001), de Ben Stiller





High Fidelity (2000), de Stephen Frears





Crna macka, beli macor aka Gato Preto Gato Branco(1998), de Emir Kusturica




Mujeres al borde de un ataque de nervios (1988), de Pedro Almodóvar






Everything You Always Wanted to Know About Sex (1972), de Woody Allen

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

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