::diário de bordo, manual de sobrevivência, feito de teorias da conspiração, ideias parvas, conceitos, preconceitos, provocações, alucinações, livro de "receitas" pseudo-afrodisíacas, ora picantes ora agridoces, de alguém que vive num país assim a dar para o esquisito, a que alguém chamou um dia Portugal::


sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Descubra as diferenças III


James Franco e James Dean.

Post da Semana

Aqui.

Lembra-me a velha máxima da minha avó, mulher sábia, que dizia que quem muito fala, pouco acerta.
O mesmo se aplica a quem muito escreve. Como diz PRD, o difícil é conseguir escrever pouco.
Less is more.
Há quem se reinvente e há quem se esgote.
Os Blogs de hoje são depositórios de ideias recicladas e repisadas.
E eu fartei-me do tanto que os outros se esgotam.




Quem escreve passa a vida a procurar razões para a escrita, lógicas para este impulso, e argumentos que expliquem por que raio, em vez de dormir ou ler, em vez de ver um filme ou dançar, nos sentamos a escrever. Qualquer pessoa que faz da escrita modo de vida sabe que o mais fácil é complicar, elaborar, encontrar razões dentro e fora da razão. O meu pai passou-me uma frase que o guiou nos 56 anos que viveu: “difícil, meu filho, é escrever pouco”.
Se ele aqui estivesse, eu agora respondia-lhe: “pouco, meu pai, só sei escrever quando estou muito inspirado. No resto dos dias, limito-me a escrever”.

Mas na verdade o que eu muitas vezes queria era também perceber porquê.

Hoje fui ajudado. No dia em que o seu blog fez um ano de vida, Patti aproveitou para perceber a lógica dos seus impulsos, a razão da sua escrita:

“Escrever não será nada mais que isto. A forma que sem saber, encontrei de estar mais tempo comigo. Às vezes só me faltava eu”.

Vou juntar esta ideia às que fazem companhia à frase inicial do meu pai. Gosto de coleccionar pensamentos bons.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

domingo, 11 de janeiro de 2009

Into The Wild

De Psicologias da Treta



There is a pleasure in the pathless woods;
There is a rapture on the lonely shore;
There is society, where none intrudes,
By the deep sea, and music in its roar;
I love not man the less, but Nature more...

Lord Byron





Christopher J. McCandless (12 de Fevereiro de 1968 - Agosto de 1992) foi um viajante americano que morreu perto do Parque Nacional Denali depois de caminhar sozinho na selva alasquiana com pouca comida e equipamento. O autor Jon Krakauer escreveu um livro sobre a sua vida, Into the Wild, publicado em 1996, que foi adaptado em filme, em 2007, dirigido por Sean Penn, Into the Wild, com Emile Hirsch como Christopher McCandless.



E este é apenas o mote para um excelente filme que nos remete para a nossa própria essência, os nossos demónios, os nossos sonhos, os nossos objectivos e para a forma como encaramos a vida. Chris McCandless aka Alexander Supertramp cumpriu o sonho de correr mundo, de qualquer jovem de 23 anos, com uma vida meio lixada, muitos traumas de infância e uma forma singular de viver a sua vida. Ele não queria um carro, uma casa e muito dinheiro. Ele queria a verdade, ele queria a liberdade, fugindo da única fonte de sofrimento que tivera até então: pessoas.

"you are wrong if you think that the joy of life comes principally from the joy of human relationships. God's place is all around us, it is in everything and in anything we can experience. People just need to change the way they look at things."


No fim, ele deixa-nos escrito: "Happiness only real when shared." E talvez seja mesmo isso, e talvez a felicidade de Chris atinja todos aqueles que virem este filme de Sean Penn e culmine num ponto alto que faz pensar que no âmago de todas as suas loucas ideias, no final, talvez não fosse tão louco assim. E não estivesse, no fim de contas, tão errado e tão só como muitos possam pensar que estava. A partilha cumpriu-se e o sonho também. A partir daí, não terá sido uma existência, a de Chris, plena de significado?


sábado, 10 de janeiro de 2009

Mentir ou Não Mentir: Eis a Questão

De Psicologias da Treta



"Para ser absolutamente honesto, arrependi-me de ter proposto este artigo no momento em que me sentei ao computador para começar a escrevê-lo. Esta é a história de um movimento chamado Honestidade Radical. Segundo o seu fundador, o psicoterapeuta americano Brad Blanton, de 66 anos, "todos seríamos mais felizes se deixássemos de mentir". Como a personagem de Jim Carrey no filme "O Mentiroso Compulsivo" deveríamos contar sempre a verdade, não apenas durante um dia mas por toda a vida. Isso implicaria abandonar mesmo aquelas mentiras mais pequenas e insignificantes, incluindo as "piedosas", as meias verdades que adoptamos para não ferir os egos daqueles com quem nos relacionamos.

(...)

O psicólogo Rui Manuel Carreteiro admite que, do ponto de vista clínico, a teoria tem alguma razão de ser. "A saúde mental só pactua com a verdade. Muitas vezes, a mentira, o delírio ou a negação parecem o melhor caminho, mas os resultados nem sempre são positivos." Carreteiro sublinha, contudo, que a sociedade está instaurada de forma a admitir, e até encorajar, as "pequenas mentirinhas" e que, por isso, há limites e formas de expressar a nossa honestidade. "Muitas vezes, a mentira seria desnecessária se tivéssemos a coragem e o bom senso de expressar a verdade com as devidas maneiras. Entre 'Essa saia fica-te horrível' e 'Fica-te mesmo bem', há espaço para uma sinceridade que nos tornaria mais fiéis, amigos e verdadeiros."

Blanton, claro está, discorda. Se uma amiga mais rechonchuda pergunta como lhe assenta o novo vestido, devemos ser frios como o Dr. House: "Faz-te parecer mais gorda." Se temos fantasias sexuais com a cunhada, devemos não só dizê-lo a ela como confessá-lo à nossa companheira. Teorias como estas talvez expliquem o porquê de este profeta da verdade ir já no quinto casamento (com uma hospedeira sueca 26 anos mais nova que ele) e partilhar detalhes da sua vida sexual como quem fala do que comeu ao almoço: "Dormi com mais de 500 mulheres e meia dúzia de homens. Tive vários trios. Num deles, havia uma prostituta hermafrodita", admitiu à revista "Esquire". Afirmações como esta ajudarão certamente a vender muitos livros, mas imagino como seria o mundo se triunfasse a Honestidade Radical. Resistiriam os casamentos e as amizades? Sobreviveriam os nossos egos? Aumentaria o desemprego? Mudariam os políticos de profissão? "Um mundo onde só existisse honestidade seria um lugar pior e não melhor", conclui Núria Blanco, uma tradutora de 29 anos. "Podemos escolher não contar às pessoas coisas que só as vão magoar. Há coisas que elas não precisam que lhes digam."

(...)

A verdade nua e crua é que todos mentimos, "todos os dias, a todas as horas, na alegria e na tristeza", como escreveu Mark Twain num ensaio sobre a arte de mentir. A maioria de nós não somos mentirosos compulsivos e patológicos como a personagem de Jim Carrey, mas todos soltamos aqui e ali pequenas mentiras para não ferir os sentimentos de alguém ou para fugir a uma situação que não desejamos. Afinal, a mentira e a dissimulação são tão naturais como a própria vida. Não se camuflam várias plantas e animais para conseguir alimento ou enganar os predadores? "Tal engano não se trata de um simples jogo: os animais cujos disfarces não funcionam, não sobrevivem", garante o psiquiatra Rui Coelho. Pois também o Homem, qual camaleão, usa a mentira para sobreviver em sociedade."

in Expresso



Não me considero uma mentirosa compulsiva ou manipuladora ou muito menos alguém que camufla aquilo que pensa ser a sua verdade, ou a verdade dos outros, de forma a tirar proveito próprio e, a bem da verdade, não tenho em grande consideração as fragilidades e susceptibilidades dos outros se me perguntarem algo que queiram realmente saber - ou sobre mim ou sobre a minha opinião relativamente a algo. Não sou uma pessoa que goste de agradar e o meu ego não se alimenta da "graxa" que dou a terceiros, muito embora não me considere uma pessoa que goste de chocar ou provocar, de ferir ou ser cruel para com nenhum ser humano. Sou alguém que gosta da verdade acima de tudo, e procuro evitar magoar os outros, acima de tudo, com os meus actos, porque considero que mais que tudo, são os actos que magoam, não as palavras. Já houve tempos em que consideraria esta teoria da "verdade que traz felicidade" bastante válida e aplicável. Hoje em dia, tenho as minhas dúvidas e quase certezas de que tal não seria possível, a menos que se quisesse provocar a tal guerra civil entre pares. A maioria das pessoas que conheço não aguenta a VERDADE. Como se costuma dizer, "quem não quiser saber, basta não fazer perguntas". Há quem possa dizer que a VERDADE é relativa e multifacetada. Depende do ponto de vista e do conceito de relativo. Onde está a subjectividade em dizer-se que se estava num sítio quando se estava noutro? A apreciação estética de uma mulher muito gorda numa saia de lycra? Será que é verdade que lhe fica bem? As mentiras piedosas partem sempre do ponto de vista de quem as pratica e não do seu alvo. Ou não.

"Aquilo que não sabemos não nos pode fazer mal" é uma máxima que adoptei como método de sobrevivência num mundo em que normalmente se sofre muito mais e se faz sofrer muito mais, quando na maioria das vezes, dizer a verdade pode ser apenas um exercício de crueldade.
A não ser que seja para benefício próprio ou maldade ou cobardia, não considero pecado o acto de mentir ou ocultar. Sou e já fui adepta de mentiras piedosas, a fim de proteger alguém ou não fazer sofrer desnecessariamente o outro.

Ao mesmo tempo, sei que no fim, a VERDADE acaba sempre por se saber e acontecer, e muitas vezes, os próprios autores das mentiras piedosas, a praticarem-no por altruísmo, por saberem que essa verdade seria demolidora num período doloroso, acabam sempre por serem os próprios delatores e reveladores das suas próprias mentiras. A bem da verdade.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

You Know I'm No Good




A diva.
Ando um bocadinho farta de falsos moralistas que criticam e apontam o dedo. São os mesmos falsos moralistas que também pecam e fazem merda, mas às escondidas e têm medo do que a sociedade pensa, ainda que o neguem. É cool ser inconvencional, mas dentro de certos limites, não é? Todos temos de ser os modelos perfeitos e fazê-lo crer aos mais jovens..PORQUÊ?!? Deverá ser alguém como a Amy W.? Vivemos dias em que os pais estão-se perfeitamente nas tintas para os filhos, depositam-nos nas escolas, querem lá saber se mandam os "profs/stôres pó c*******" ou se consomem drogas, mal lhes perguntam pelas suas vidas, se comem merda ao almoço, não conhecem os filhos, os próprios filhos e depois mandam postas de pescada à Amy que tem esta voz??? Não compete à Amy educar os filhos dos outros, dando-lhes bons exemplos. Ao contrário de tantas e tantas cantoras produtos de marketing, ela fez as suas escolhas. Eu não concordo com essas escolhas, obviamente, na medida em que talvez não volte a ouvir os seus discos e porque acho que ela tem a responsabilidade de partilhar este enorme dom. Respeito as escolhas de Amy porque de facto acho que ninguém tem nada a ver com a vida dela. Agora: apedrejá-la? Criticá-la? Torcer o nariz e dizer "oh please"??? Serão os mesmos que daqui a alguns anos irão dizer que ela foi única, caso morra (aí será uma lenda, tipo Janis Joplin) ou caso se salve (será uma heroína). Espero que se safe.
Em 25 anos fez muito mais do que a escumalhazinha que sonha em ser famoso e rico às custas de um enorme talento que julga que tem. Tipo, sei lá, fazer contabilidade ou tratar de papéis atrás de uma secretária o dia todo.

O facto é que esta mulher é uma deusa e é, presentemente, a única mulher à face da Terra que me arrepia. De qualquer forma, ela avisou: "You Know I'm No Good".

Fica o vídeo.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Changes

De psicologias da treta




Com vontade de mudar, com a mudança no horizonte, ainda que o frio faça das suas e ainda que esteja doente, e ainda que seja necessária muita energia para que essa mudança se processe e aconteça. Se pensar nas coisas que já mudaram até aqui, desde os últimos cinco anos, posso considerar que foi praticamente tudo.
Efectivamente, há aspectos em mim e na minha vida (intrísecos mas também e sobretudo, exteriores e independentes de tudo o que sou) que quero ainda modificar e considero salutar que o faça. Por mim, mas também por quem me rodeia. Há determinadas coisas que já não mudam, pontos de vista relativos a estilo de vida, filosofia de vida que me são impossíveis modificar. Seria incapaz de ir viver para o meio do nada, mas considero que já dei mais importância a coisas que considero fúteis nos dias que correm.

É sempre mais fácil queixarmo-nos do que temos e das feridas que ganhámos, do que proceder a mudanças profundas na nossa vida, desculpando-nos e vitimizando-nos, com sentimentos de auto-comiseração, mentalizando-nos que por mais que façamos, não conseguimos. Pensamentos negativos e pessimistas que não deixam avançar e muito menos sair do mesmo sítio. Muitos dos problemas que temos são causados por nós mesmos, pela nossa mentalização auto-destrutiva, pela falta de capacidade de ver o todo da questão.

Tenho o que tenho e sou o que sou. O que não quer dizer que esteja satisfeita, mas procuro ser grata todos os dias da minha vida e viver em paz comigo mesma, o que nem sempre é fácil.

But I keep my eyes on the prize....

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

IRRITAM-ME
SO-LE-NE-MEN-TE
as pessoas que têm toques de telemóvel estridentes com temas de músicas. qualquer música. desde a shakira ao bon jovi à rihana ao raio que os parta. até pode ser a nona sinfonia de beethoven. porque raio hei-de gramar com a música dos outros?
irrita-me.






.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Old Shit New Shit (ou o último post natalício deste "ano")

Everyone loves you
Nobody cares
An awful collection
Of enemies and friends
Congratulations to you
With sad regrets
I'm tired of the old shit
Let the new shit begin

The psychic pain
Of living in this world
Is overwhelming me
Again and again
A beautiful afternoon
Inside you in your bed
I'm tired of the old shit
Let the new shit begin

Nobody loves you
Everyone cares
None of them know what's
Coming 'round the bend
Congratulations to me
Many happy returns
I'm tired of the old shit
Let the new shit begin

Eels, "Old Shit New Shit"




De Psicologias da Treta







[post em construção]


Pretendo desmistificar, desde já, a minha relação com a época festiva em que estamos, na qual se celebra o nascimento de Cristo, o Natal, para que não esteja nunca implícita na leitura de alguém menos esclarecido, a ideia de que eu não gosto do Natal. Espírito natalício à parte, sou uma misantropa em partes desiguais durante as diversas estações do ano que se exacerba aquando dos festejos natalícios. Pelos vistos, agora o Natal chega mesmo antes do Halloween ou do São Martinho a terras lusas. Enfim.

Gosto muito do Natal em Dezembro. Dezembro, para mim, equivale a Natal. Embora já muita gente da minha família tenha morrido, eu continuo a gostar muito desta época, e não necessariamente pelas criancinhas. A morte dos que amamos deixa-nos amargurados, deixa-nos inertes, impermeáveis e resistentes a coisas que de outra forma nos fariam sorrir. Tornamo-nos naturalmente cínicos. Tive os meus Natais repleta, genuína e legitimamente cínicos, alcóolicos e amargos e não prescindo do que me trouxeram. Reconheço é que ganho muito mais se absorver de outra forma aquilo que me pode fazer sorrir ao invés de chorar. Porque as lágrimas de saudade continuam a cair, mas eu continuo por cá, pelos meus mortos. Natal é também sinónimo de "pausa estritamente necessária a fim de não enlouquecer", o que sabe mesmo bem, e este ano soube particularmente bem. Adiante.

Da misantropia.
O excesso enjoa-me. A loucura desenfreada. Os automóveis, as filas de espera, o comprar por ter de ser. As obrigações. O Inferno que os outros sempre são. Tudo. Até o comprar pão e o bolo-rei. Provavelmente, até mesmo alguns jantares. Algumas pessoas e algumas "obrigações" ditas de época. O ter de ser porque afinal é Natal e temos de colocar de lado as divergências. Isto sempre soou-me a hipocrisia com prazo de validade. Depois do dia de Reis volta tudo à suposta normalidade. Na minha habitual falta de espírito de pretender ser aquilo que não sou, não dei as boas festas nem desejei um bom ano a ninguém que me cause enjoos ou náuseas. De igual modo, essas pessoas retribuiram-me com o dito silêncio não hipócrita, o que agradeço e considero apanágio daquilo que alguns apelidam de maus fígados.

Quanto aos desejos de "bom ano novo" versus filosofia pessoal de "mais do mesmo", hipocrisia do "ter de ser" versus as minhas contradições pessoais de final de ano 2008, elas resumem-se a muito pouco (até porque o blogger já me fez o favor de apagar meia-hora de escrita e foi tudo para o galheiro): não acredito no facto de termos de ficar muito felizes e eufóricos e bêbedos e contentes apenas porque a última folha do calendário é arrancada, ou porque um gajo qualquer lembrou-se de começar a contar o tempo à maneira dele. Estamos em 2009 porque alguém se lembrou disso, senão estaríamos na hora 45 do dia 80097 do ano 135. O tempo é estranho e o ser humano ainda mais. Por isso, esforço-me por esboçar um sorriso e desejar um feliz ano novo para que não pensem que não tenho pensamentos bonitos e desejos ainda mais bonitos. Não vou remar contra a maré e tenho os meus calcanhares de aquiles, na medida em que já pulei e saltei e bebi muito em passagens de ano.
Desejo sim, a todos aqueles que mais amo, um ano 2009 cheio de razões para se comemorar algo, repleto de dias felizes que bem podem ser o mote de uma verdadeira "passagem de qualquer coisa", como se um dia 13 de Outubro ou 9 de Março fossem o 31 de Dezembro (dia esse que se tornou especial para mim nos dois últimos anos, por razões bem pessoais). Inesperadamente dias especiais, sem data marcada de acontecer. Apenas porque estamos vivos e com razões para sorrir.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Post Sério em Jeito de Balanço







::nos assombros dos dias velozes, a roubar-nos horas de vida na vida tão veloz também ela, a troçar, a brincar, a fazer de nós seres mais cheios de dores, mais cheios de alegrias, mais cheios de nós, mais cheios do outro, mais cheios de tudo, do amor talvez,




renascemos um pouco sempre da esperança perdida





















...




e às vezes só andamos um pouco mais cansados apenas, cheios de demasiados "tudos" e exigimos demasiado dos outros, de nós próprios e enfatizamos aspectos que deveriam ser feitos de simplicidades maiores, menos complicados. todos os dias cumprimos um dever e obtemos algum tipo de prazer e subimos mais um degrau. e talvez não tenhamos feito mal a ninguém e pagamos os pecados que não cometemos. ou talvez tenhamos feito numa outra vida. os ciclos são preenchidos com o tempo que alguém inventou e designou de segundo, minuto, hora, dia, mês, ano, década, século. e é uma estupidez porque eu posso contar os segundos mais rápidos do planeta e chamar-lhes segundos sem o serem, ou o meu coração bater um milhão de vezes antes que alguém conte até mil e um número não passa de um número apenas. antes que demos por isso, a vida passsa num instante e a nossa missão deveria ser a de procurar estar bem, fazer o outro mais feliz, sem um número de vezes infinito, mas nem sempre o bem triunfa e temos problemas, fazemos tragédias, choramos mais do que rimos e a realidade esgota-se dentro de mil realidades e cada um tem a sua visão dos factos, a sua própria realidade e muitas vezes as realidades são mundos pequenos cheios de lágrimas.

o facto é que passou mais um ano e fecha-se mais um ciclo, daqueles ciclos numéricos e cartesianos que alguém se lembrou de inventar. é mais um pretexto para nos lembrarmos de alguém e cada um de nós e de vós tem um dia em que é lembrado. que é festejado.

a realidade é que melhores dias virão. para todos. eu sei. está escrito naquele livro que vive naquela casa, reinado de todos aqueles que olham o céu e esperam realmente por dias melhores. e eu continuarei apenas a misturar o 30 e o 31 como se fossem cores que juntas dão uma cor que dizem que não é obtida de maneira alguma e que apenas existe na natureza como primária. eu digo que é a cor dos dias felizes. os dias que havemos de memorizar como os dias da casa azul.


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Quote of the Day (December 16, 2008)


"It is by the goodness of God that in our country we have those three unspeakably precious things: freedom of speech, freedom of conscience, and the prudence never to practice either of them."

Mark Twain


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Natal VI - isto sim, é um desafio verdadeiramente natalício!




Your Christmas Spirit Level: 70%



You have a lot of Christmas spirit, and it's evident to most people who know you.

You love most things Christmas, and you do your best to make sure everyone has a great holiday.



While you like the more commercial aspects of Christmas, you truly know what the spirit of Christmas is about.

You're all about giving, being kind, and sharing the spirit of Christmas with everyone you know.




Fica o vídeo ilustrativo do Natal português de 2008 como prova do meu grande espírito natalício (o dos 30%). Grande vídeo: mistura George Michael (ah pois, ele anda aí), Bob Dylan, Sérgio Godinho e o gajo dos Tokyo Hotel que tanta polémica trouxe a este cantinho neste ano. ahahahaha

Feliz Natal.


domingo, 14 de dezembro de 2008

Natal V (prenda de Natal)

Finalmente o Pai Natal recebeu a minha carta de natal e atendeu o meu pedido!!! E antes do dia 25!!! E logo no mesmo dia!!!

Bush "apedrejado" (ou será "asapatado"?!) com sapatos iraquianos e Sócrates insultado no Seixal e no Barreiro! Diz ele (Sócrates) que "o insulto é a arma dos fracos". Concordo. Pergunto-me qual será a arma dos fortes...





::o primeiro vídeo é do presidente bush "asapatado"::os outros são momentos lindos do nosso primeiro ministro::





terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Breve homenagem a grande A.miga em exercício de palavras

'_________________________________________________J.ulietA
'________________________________________ para
'________________________________________________SemprE





o mês de Dezembro lembra-me, obviamente, a palavra Natal. lembra-me a palavra mãe, a palavra amor e tantas outras óbvias e não necessariamente minhas como frio, vermelho, amizade, neve.
branco.alegria.tristeza.saudade.saudades.casa.calor. laranjas.lareira.risos.rio.tejo.mondego.tejo.lágrimas.lençóis.doces.chocolates.açúcar.branco.
branco.nuvens.chuva.água.rio.mondego.coimbra.tejo.lisboa.lisboa.coimbra.livros.discos.arte.
arte.dança.branco.clássico.ballet.rodopiar.cair.levantar.lágrimas.sangue.dor.amor.morte.vida.vermelho.vertigem.rodopiar.rodopiar.voar.voar.cair.levantar.erguer.dançar.viver.ana lacerda.
A.miga.saudade em tons de branco e Lisboa aqui tão perto mas sempre tão longe.





*para o ano que vem, quem sabe...





::fotografia de kevin carter::1960-1994::


On 27 July 1994 Carter drove to the Braamfonteinspruit river, near the Field and Study Centre, an area where he used to play as a child, and took his own life by taping one end of a hose to his pickup truck’s exhaust pipe and running the other end to the passenger-side window. He died of carbon monoxide poisoning at the age of 33. Portions of Carter's suicide note read:

"I am depressed ... without phone ... money for rent ... money for child support ... money for debts ... money!!! ... I am haunted by the vivid memories of killings and corpses and anger and pain ... of starving or wounded children, of trigger-happy madmen, often police, of killer executioners...I have gone to join Ken if I am that lucky."

Natal IV - Nostalgia, Swing e Memórias com cheiro a naftalina no Teatro




Em 1944, o avião onde Glenn Miller viajava, ao serviço do exército norte-americano, despenhou-se e o corpo do músico nunca chegou a ser encontrado. Miller não pode assim acompanhar a longa carreira da orquestra que tinha formado poucos anos antes. Passaram mais de 60 anos desde o desaparecimento de Miller e o mundo não o esqueceu. Como poderia? A Glenn Miller Orchestra continua a encantar tudo e todos com grandes sucessos como Moonlight Serenade, In The Mood, Tuxedo Junction ou Chattanooga Choo Choo. O Maestro e director musical RAY McVAY dirige cerca de 20 jovens e talentosos músicos e cantores nesta big band que em duas horas de espectáculo, como num estalar de dedos, nos faz recuar até aos anos 30 e 40. www.glennmillerorchestra.co.uk


sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Natal III (prenda de Natal)

Não, não é mais um Last Christmas... este é "O" vídeo de Natal.
Surpreendente. Só para fãs de Bowie.

Enjoy it.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Desafio de Natal


OK, isto não tem nada a ver com o Natal, mas é um bom desafio e surgiu a partir de um diálogo assaz infrutífero cá em casa com o meu não-congénere-mais-que-tudo-que-é-muito-muito-macho. A questão implícita neste desafio é o facto dos homens serem sempre um bocado... como dizer?... machistas armados em machos que têm sempre receio de colocar a sua sexualidade em causa e não gostam de certas perguntas.


O desafio é responder à seguinte pergunta (para as meninas):

- Com quem é que preferiam dormir: com a Soraia Chaves ou com o Nicolau Breyner?












(para os meninos - e eu sei que é capaz de ser um bocado difícil, mas façam um esforço por responder ok?):

- Com quem é que preferiam dormir: com a Odete Santos ou com o Reynaldo Gianecchini?



terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A Educação em Portugal e quiçá no Mundo inteiro!




Pois, já sabemos que andam todos muito cansados do tema. É isto e os patifes do BPN. E o Natal, já agora. A realidade é que muita gente me pergunta:

"Mas afinal os professores não querem ser avaliados?"

Quando a grande questão é que ninguém gosta que o seu trabalho seja colocado em causa e, obviamente, NINGUÉM gosta de ser avaliado. A haver uma avaliação, terá de ser uma avaliação SÉRIA e coerente, de forma a que haja igualdade e seriedade no processo. Depois, há a questão das regalias perdidas, e essas meus caros amigos do tipo "ah e tal, eu não percebo nada disso, não sou a favor nem contra os professores e não entendo nada de política", isso prende-se apenas com o estatuto da carreira docente, que também foi alterado, e não com a avaliação.

Tudo isto do professor titular e do director de escola e outras parvoíces que tal, apenas me lembram uma época que foi enterrada com o tal regime ditatorial de Salazar e ainda há muito boa gente que se surpreende quando eu peço um outro Salazar, que nessa altura ainda não havia putos broncos a bater em professores e a ameaçá-los de morte, de pancadaria, de lhe riscar o carro e de vir o bairro todo atrás do desgraçado do professor, não havia a pobreza de espírito que reside neste povo de merda que se demite até da sua própria opinião ("ah e tal, eu não percebo nada de política e isso dos professores não percebo nada") e nem sequer havia a necessidade de se criar um pretexto de se colocar em causa a dignidade, a competência e o profissionalismo de um professor com a falta de educação que não havia (e agora há) em casa das pessoas, pois nessa altura havia ainda RESPEITO de todos por aquela figura que ensinava e se tratava por senhor professor. Já agora, toda a gente sabia ler e escrever com o quarto ano (antiga quarta classe), e hoje em dia nem se sentar sabem, quanto mais saber ler o próprio nome e escrevê-lo no nono ano!

O que esta ministra pretende com este fantástico "sucesso escolar a martelo" é dizer que em Portugal é tudo gente muito bem educada e formada, e à pala disso, os meninos passam todos, mesmo com faltas de assiduidade e faltas de educação. Toda a gente se demite da Educação neste país, quando ela deveria ser tarefa principal dos pais, mas esses, no seu geral, também ganham cada vez pior, trabalham cada vez mais, não têm tempo para os filhos e é uma bola de neve enorme que se cria e tudo sobra para o professor que, ainda por cima, também é gente, tem vida pessoal e filhos para educar e criar! E é este o nacional porreirismo que este Governo Socialista nos habituou: é só facilidades e temos uma educação facilitista que não premia os bons alunos e a excelência. Qual a justiça em passar todos os alunos? Pois, mas os professores são avaliados em função do sucesso escolar dos seus alunos. Imaginem: tenho trinta alunos que são crianças com currículos adaptados, têm lacunas de sociabilização (entenda-se isto como cuspir no chão da sala, chamar nomes aos professores, andar à porrada dentro da sala e recusam-se constantemente a trabalhar) e ainda vou ter de passar estes animais, caso contrário tenho uma má avaliação?!? Onde é que está a justiça neste modelo??

O que ela se esquece é de dizer que no resto da Europa, à qual pertencemos, o modelo de avaliação de desempenho docente não se faz, contrariamente ao que esta ministra afirmou, à equivalência do modelo que ela quis aprovar e defende.





Amanhã, eu vou marcar falta a esta ministra. A este governo. E nunca me soube tão bem, como agora, dizer que sou de Direita. Não se pode obviamente cair no exagero de pedir uma ditadura que obrigue os professores a usar régua e palmatória na cabeça dos meninos e nas palminhas das mãos, mas não se pode fechar os olhos a esta constante libertinagem e falta de valores patrocinados pelo próprio ministério! Tem de existir um equilíbrio e de se restituir o respeito e a dignidade à carreira docente, bem como o próprio estatuto do aluno.





Avaliação de Professores no Mundo / Avaliação de Professores em Portugal

Onde se inspirou o governo português para conceber um modelo de avaliação tão burocrático?
Em declarações ao órgão de propaganda do PS a ministra da educação afirma que se inspirou em modelos de avaliação existentes na Inglaterra, Espanha, Holanda e Suécia (Março de 2008).
Os professores destes países negam tal afirmação. O modelo que maiores
semelhanças tem com o português é o chileno, mas seja mesmo assim menos
burocrático. Estamos pois perante o sistema de avaliação mais burocrático do
mundo, e que fomenta o fim do trabalho cooperativo nas escolas. Não admira que
ao aperceber-se da gravidade do problema, o próprio ME tenha vindo a apelar
para que cada escola simplifique o sistema, criando desta forma uma disparidade
de modelos e de critérios de avaliação no país.

Consultas:

Avaliação de Professores na Alemanha

1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular. Apenas existem quadros de escola, tal como existia em Portugal.
2. Aulas Assistidas: Acontecem durante o período de formação e depois de 6 em 6 anos. A aula tem a duração de 45 minutos e é assistida pelo chefe da Direcção escolar. Essa assistência tem como objectivo a subida de escalão. Depois de atingido o topo da carreira, acabaram-se as aulas assistidas e não existe mais nenhuma avaliação.
3. Horários dos Professores. Não existe diferença entre horas lectivas e não lectivas. Os horários completos variam entre 25 e 28 horas semanais.
4. Avaliação de Alunos. As reuniões para efeito de avaliação dos alunos têm lugar durante o tempo de funcionamento escolar normal, nunca durante o período de interrupção de actividades ou de férias. Tanto na Alemanha como na Suíça, França e Luxemburgo, durante os períodos de férias as escolas encontram-se encerradas.
Encerradas para todos, alunos, pais, professores e pessoal de Secretaria. Os
alunos e os professores têm exactamente o mesmo tempo de férias. Não existe
essa dicotomia idiota entre interrupções lectivas, férias, etc.
5. Horários escolares: Nas escolas de Ensino Primário as aulas vão das 8.00 às 13
ou 14 horas. Nos outros níveis começam às 8 .00 ou 8.30 e terminam às 16.00
ou, a partir do 10° ano,às 17.00.
6. Férias: cerca de 80 dias por ano, embora possa haver ligeiras diferenças de Estado para Estado.
7. Máximo de alunos por turma: 22

Avaliação de Professores na Suíça

1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular.
Apenas existem quadros de escola (Professores do quadro).
2. Aulas Assistidas: Estas aulas só ocorrem durante a formação e para a subida de
escalão.
3. Férias. As escolas durante o período de férias estão encerradas. Total de dias de férias: cerca de 72 (pode haver diferenças de cantão para cantão) .
4. Os horários escolares: Idênticos aos da Alemanha. Até ao 4° ano de escolaridade, inclusive, não há aulas de tarde às quartas-feiras, e terminam cerca das 11.30.
5. Máxima de alunos por turma: 22.

Avaliação de Professores na Bélgica

1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular. Apenas existem
quadros de escola (Professores do quadro).
2. Aulas Assistidas. As aulas Assistidas só ocorrem quando são solicitadas pela direcção da escola, mas não contam para efeitos de progressão dos docentes.
3. Avaliação das Escolas.
A avaliação dos professores está englobada na avaliação das escolas. Avalia-se
o trabalho da escolas, e desta forma o trabalho dos professores que nelas
exercem a sua actividade.

Avaliação de Professores na Inglaterra e País de Gales

1. Categorias. Os professores do ensino público estão divididos
em função de duas categorias salariais: A Tabela Salarial Principal (dividida
em 6 níveis) e a Tabela Salarial Alta (dividida em 3 níveis).
2. Avaliação. A progressão nas tabelas depende dos resultados da avaliação
contínua e que envolve o director da escola, o conselho directivo eos 'avaliadores de 'performance'.

Avaliação de Professores na França

1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular.
2. Aulas assistidas. As aulas assistidas só ocorrem no mínimo de 4 em 4 anos, a regra é de 6 em 6 anos, e são observadas por um inspector com formação na área do professor. O objectivo destas aulas é essencialmente formativo, tendo em vista ajudar os professores a melhorar as suas práticas lectivas.
3. Progressão na carreira. Para além da antiguidade, são tidos em conta os resultados da observação das aulas e as acções de formação frequentadas pelos professores.

Avaliação dos Professores em Espanha

1.Descentralização. A única legislação nacional que existe sobre avaliação dos professores e sistemas de promoção contemplam apenas o ensino básico. Cada 'Comunidade Autonómica' estabelece os seus próprios critérios para a progressão dos professores.
3. Avaliação.
Embora não existam progressões automáticas, na maioria dos casos as mesmas são
feitas com base na antiguidade.

Avaliação de Professores nos EUA

1. Descentralização.. Cada um dos 13 mil distritos escolares tem os seus próprios
critérios de recrutamento, de carreira, avaliação de desempenho, promoção ou de
pagamento.
2. Avaliação. Não existe um sistema único de avaliação. Nos distritos onde existe avaliação, esta pode ser feita pelo director da escola ou entre os próprios professores.
3. Progressão. Em geral os aumentos salariais são feitos em função do tempo de serviço.

Avaliação de Professores no Chile ( A grande inspiração)

O Ministério da Educação de Portugal terá copiado o modelo chileno de avaliação ?. ( Consultar ) .
Estes modelos foram já objecto de uma comparação muito elucidativa das suas semelhanças e diferenças.
Comparação Modelo de Avaliação Português / Modelo de Avaliação Chileno

Periodicidade

Portugal:
1. A avaliação global é feita de 2 em 2 anos.
2. A avaliação serve sobretudo para contagem de serviço para a progressão na carreira (existem cotas para a categoria de titulares).

Chile:
1. A avaliação é feita de 4 em 4 anos.
2. A avaliação serve sobretudo para premiar financeiramente os melhores desempenhos, os quais pode ir até 25% do salário mínimo nacional chileno (não existem cotas para estes prémios).
Instrumentos de Avaliação

Portugal:
1. Fichas de auto-avaliação do professor;
2. Ficha dos objectivos individuais de cada professor;
3. Ficha de avaliação dos objectivos individuais do professor;
4. Portefólio do professor
5. Avaliação do portefólio do professor avaliado;
6. Entrevista pelo professor avaliador. Implica o preenchimento de ficha de
avaliação.
7. Avaliação pelo coordenador do Departamento Curricular. Implicando o preenchimento de ficha de avaliação).
8. Avaliação pela Comissão Executiva (Director). Implica o preenchimento de ficha de
avaliação).
9. Assistência do avaliador a pelo menos 3 aulas em cada ano lectivo. Implica o preenchimento de 3 fichas de avaliação.

Chile:
1. Fichas de Auto-avaliação;
2. Entrevista pelo professor avaliador;
3. Avaliação do director ou do chefe técnico da escola;
4. Portfólio, que inclui a gravação em vídeo de uma aula, de 4 em quatro anos.

Níveis de Desempenho e Resultados da Avaliação

Portugal:
1. Excelente (com cota fixada pelo governo). Duas vezes seguidas reduz em quatro anos o tempo de serviço para acesso à categoria de titular; Quatro vezes seguidas dá direito a prémio de desempenho.
2. Muito Bom (com cota fixada pelo governo). Duas vezes seguidas reduz 2 anos o tempo;
3. Bom. Classificação mínima necessária para progredir.
4. Regular. Não progride. Proposta de acção de formação contínua;
5. Insuficiente. Não progride. Pode determinar a reconversão profissional.

Chile:
1. Destacado ou Competente. Recebe um abono suplementar mensal. O abono dura três e quatro anos.
2. Insatisfatório. Repete a avaliação no ano seguinte. Se na segunda avaliação tiver o mesmo resultado deixa de dar aulas, durante um ano. Se tiver uma terceira avaliação negativa
sai da carreira, mas recebe um abono.

What can I possibly say?...

Conteúdos temáticos de extraordinário interesse para o comum dos mortais

Expresso

Publico.pt Última Hora

Visão

Tretas que morreram de velhas...

A Treta Mora ao Lado...